domingo, 26 de fevereiro de 2017

AS CONDECORAÇÕES E OS CONDECORADOS PORTUGUESES
Em defesa da Independência, honra e dignidade, tempos houve em que os jovens portugueses foram solicitados para combater pela e em nome da Pátria.
Aquele jovem, então com 18 anos, alistou-se como voluntário na Força Aérea Portuguesa onde cumpriu 36 meses de serviço militar.
Após nove meses de instrução militar violenta, ficou preparado para o combate ou no mínimo para matar antes de ser morto.
Como tantos outros jovens dessa altura foi enviado para a guerra no Norte de Angola, onde durante vinte seis meses era suposto combater.
Antes de regressarem à vida civil todos os combatentes eram condecorados com a medalhada de prata comemorativa das campanhas militares em África.
Embora a condecoração conste dos currículos militar a verdade é que a medalha nunca foi imposta com honras militares como é obrigação da Instituição.
Presume-se que tal se deve ao facto do valor elevado da prata.
Há cerca de 20 anos a esta parte a Nação confere condecorações indiscriminadamente por feitos “gloriosos” a indivíduos que nunca combateram, mas que se distinguem nas mais variadas áreas da sociedade portuguesa nomeadamente na corrupção, fraude, lavagem de capitais e fugas fiscais, aos quais e por vezes a conferido o titulo de comendador.
Zeinal Bava, ex. administrador do Grupo Portugal Telecom foi condecorado pelo anterior Presidente da República Portuguesa, com pompa e circunstância, por feitos económicos “gloriosos,” não militares, prestados ao serviço da Nação.
Hoje, 25.02.2017, o “herói” foi constituído arguido por suspeita de fraude, corrupção, participação em negócio ilícito, que lesaram o País em milhões de euros.
Não se duvida que a “justiça” portuguesa irá funcionar e que no prazo mínimo de 100 anos os suspeitos da pratica de ilícitos serão certamente ilibados ou condenados.
RIDÍCULO!!!!