sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O HOMEM QUE ROUBOU 14€

A comunicação social portuguesa acabou de noticiar a morte de insigne neurocirurgião, escritor, humanista, Doutor Prof. João Lobo Antunes, cujo corpo se encontra em Câmara Ardente, em Lisboa.
Múltiplos elogios, pós morte, é o costume, foram proferidos pela “elite” civil e política deste País.
Sem grande surpresa observo uma entrevista ao Exmo. Senhor Ricardo Salgado (BES) que proferiu vários elogios sobre a integridade moral, honradez, humanidade enaltecendo a figura do defunto.
Presumo que se o Doutor Prof. João Lobo Antunes ouvisse o autor de tais elogios talvez que desse centenas de “voltas.”
Pensei e perguntei-me.

- E o homem que furtou 14 €?

terça-feira, 25 de outubro de 2016

REINO UNIDO – CRIANÇAS DE PAIS PORTUGUESES SOB ALÇADA DOS SERVIÇOS SOCIAIS INGLESES


Os Serviços Sociais Britânicos, numa perspectiva da comunicação social Portuguesa, mais não são que um bando de criminosos capaz de retirar crianças às famílias emigradas, para as “vender” a casais ou a famílias de acolhimento.
Após inúmeros “choradinhos,” como é comum e inerente à personalidade do “coitadinho,” que define o português, foi criada uma plantaforma contra as adopções forçadas em Inglaterra o que se entende por louvável para a defesa dos direitos juridicamente protegidos das crianças consagrados na Lei, Organização Tutelar de Menores, Código Civil Português e na Declaração Universal dos Direitos do Homem e da Criança.
Presumindo-se que a Segurança Social Inglesa procede ilegalmente, violando os direitos das crianças e dos seus progenitores, o que nos parece pouco credível, deve ser investigada e responsabilizada pelos ilícitos.
Cabe perguntar à comunicação social portuguesa, essencialmente à TVI, da razão que os impedem de denunciar publicamente a Segurança Social, Comissão de Protecção de Menores e Jovens em Risco, Ministério Público, Tribunais de Família e Menores, SOS criança, União das Mulheres Alternativas e Resposta, Assistência Democrática de Defesa dos Interesses e Igualdade das Mulheres, Associação Portuguesa de Apoio à Vitima, Comissão para a Igualdade do Gênero, entre outras, constituídas em Instituições Públicas de Solidariedade Social, que vem regularmente à praça pública, aquando da discussão do orçamento do Estado, reclamar mais e mais subsídios, mas de eficácia comprovadamente reduzida e que não defendem os direitos das crianças.
O cinismo desta gentalha, que sobrevive dos impostos dos seus concidadãos, reflecte-se nos incentivos às denuncias, tipo PIDESCO, sobre a exploração sexual, trabalhos forçados, ofensas à integridade física e psíquica das crianças quando o denunciante, progenitor, pode ser confrontado com processos judiciais de difamação ou ameaçado de morte.
Atente-se nas denuncias de uma criança perante os agentes policiais e nas ameaças proferidas num posto policial por um “suposto amigo” da progenitora de um menor, à data com 8 anos e pergunte-se o que aconteceu ao agressor.
Absolutamente nada!
As instituições referidas, onde se inclui os agentes da justiça não encetaram qualquer procedimento porque estão mais interessados em defender os interesses da progenitora do que os interesses da criança.
A criança, actualmente um jovem de 15 anos de idade, desde há oito anos que é obrigada a pernoitar na sala de jantar, enquanto o seu pai paga 600€ de pensão de alimentos, e a conviver com o agressor que lhe dizia frequentemente que dava uma tarei e matava o pai.
Agressor que é “funcionário” da SPDE, empresa de segurança privada cujos elementos se encontram indiciados por associação criminosa, exercício ilícito da actividade de segurança privada, extorsão, coação, ofensa à integridade física qualificada, ofensa à integridade física agravadas pelo resultado, posse de arma proibida e favorecimento pessoal.
Agressor que se encontra referenciado, como é comum as instituições afirmarem após os crimes sobre as crianças terem sido cometidos.
A recém-criada Plantaforma Grupo de Advogados Contra as Adopções Forçadas deviam manifestar a mesma preocupação pelos direitos das crianças portuguesas que diariamente sofrem violência física e psíquica.
Como alguém afirmou.
“Esta realidade não pode continuar! As crianças merecem uma infância feliz e não são descartáveis!”

A questão principal é que a pobreza, os sem abrigo e as crianças, enquanto vitimas, fazem movimentar milhões e dão emprego a milhares.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

OS RUSSOS QUE SE CUIDEM. ESTÃO A SER VIGIADOS PELOS PORTUGUESES

Os heróis do mar, em perfeito delírio de jogos de guerra, imaginando-se a jogar a batalha naval, usando uma fragata e um avião P – 3, vigiam a esquadra naval Russa composta por nove vasos de guerra que incluí um porta aviões, um cruzador pesado, um cruzador anti-submarinos e um submarino.
Presumia-se que quem vigia mantêm-se no anonimato e semioculto com a finalidade de não se expor nem ser descoberto pelo vigiado.
Segundo o que me foi ensinado na instrução primária, somos um País de heróis.
A comunicação social faz muito bem informar os portugueses e o Sr. Vladimir Putin, como forma de intimidação, que temos uma fragata e um avião P-3, a vigiar a sua frota naval, que no momento navega junto da costa marítima portuguesa, que entrará em acção se os militares russos, a bordo, desembarcarem na costa algarvia para tomarem um banho.
Entendo de guerra de guerrilha, mas não entendo de guerras clássicas e muito menos de guerras actuais, mas presumo que não se devia informar o hipotético inimigo da nossa capacidade bélica e do material de guerra à nossa disposição para o combate.
As informações veiculadas pela comunicação social portuguesas devem ter assustado e intimidado o Kremlin ao ponto de os generais das Forças Armadas Russas ordenarem ao comandante da frota para seguirem calmamente até ao estreito de Gibraltar e chegarem á Síria.
Este tipo de informação transmitido pela comunicação social é simplesmente ridículo e devia ser exclusivamente da esfera militar.
Até na mediocridade somos medíocres.  

terça-feira, 18 de outubro de 2016

JUSTIÇA PORTUGUESA II - MAIS UMA CONDENAÇÃO EXEMPLAR


Em 1990, uma investigadora portuguesa denunciou o ministro da cultura de então, actualmente arguido em processos judiciais, que lhe negou uma bolsa de estudos na Holanda e com a qual tinha sido premiada.
Como é normal, perdeu todas as acções que intentou contra o Estado Português.
Endividou-se e foi despejada da residência onde vivia.
Neste CONTEXTO, acusou o Procurador o Procurador da Republica e o Director da Policia Judiciaria de então, de darem cobertura a um “poder judicial de gangues de criminosos.”
No mesmo CONTEXTO, acusou a Directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de lhe lançar um “sorriso psicopata.”
Assim, dentro do CONTEXTO, em Dezembro de 2008, foi acusada de nove crimes de difamação agravada e condenada a três anos de cadeia com pena suspensa caso se submetesse a tratamento psiquiátrico que recusou.
Sob o efeito do CONTEXTO, em 2012, a suspensão da pena foi revogada e a investigadora condenada a três anos de prisão efectiva por apelidar o sistema judicial de “gangues, organização criminosa, sem Lei, valores princípios que roubam e pilham.
O acórdão concluiu que a arguida agiu de forma não respeitosa e despudorada para com a justiça e as suas magistraturas.
Á luz do Código Penal, art.º 180º, encontramo-nos na presença de um crime contra a honra punível com pena de prisão até seis meses, substituídos por pena de multa até 240 dias.
Inexplicavelmente, a investigadora foi punida com três anos de cadeia que só se aplica nos crimes contra a realização do Estado de Direito, que no seu art.º 328º pune quem injuriar ou difamar o Presidente da Republica.
Poder-se-á presumir que os meritíssimos juízes entenderam que desempenham funções iguais ao supremo magistrado do País, como é o Presidente da Republica, daí condenarem a investigadora com uma pena que não se aplica ao caso em apreço, como é o art.º 328º.
Da analise resulta que a arguida deve ser punida pelo art.º 180º e não pelo art.º 328º.
Por outro lado, a arguida não visou as Instituições judiciais, nem a magistratura, mas pessoas que desempenham funções judiciais como é o caso do Procurador Geral, da Directora do Departamento de Investigação e Acção Penal, e o Director da Policia Judiciaria, aos quais caberia instaurar procedimento criminal a autora das ofensas.
Além do anterior devemos ter em consideração o CONTEXTO em que foram produzidas as ofensas.
O CONTEXTO é uma nova figura jurídica inventada por uma distinta juíza do Tribunal Criminal cujo objectivo conseguido de absolver uma arguida, mandatária da parte, num processo de regulação do poder paternal, que em peças processuais transcreveu que o progenitor é, “demente; esquizofrênico; ladrão; com delírios e delírios psicóticos; insana audácia; inexplicável; inteligível; instabilidade emocional e mental; desequilibrado mental e emocional; afetado no seu discernimento; prepotente; violento; agressivo; instável; intranquilo; ansioso; portador de psicose; comportamentos exóticos e eróticos; mente perversa e angulosa; não se encontra em pleno uso das suas faculdades mentais, tem grave falha no comportamento deontológico e afirma que o progenitor “dá maus tratos ao filho.”
Em Abril de 2013, em sede de audiência, publicamente, na presença de quantos se encontravam na sala, incluindo a meritíssima Juíza, distinto magistrado do Ministério Público, o assistente que se fazia acompanhar por advogado estagiário, testemunhas de ambas as partes, durante as alegações finais, inicia a um discurso incoerente verborreico, sem nexo que não se relacionava nem era relevante para a boa decisão da causa.
Advertida pela meritíssima juíza, permitiu-se, mais uma vez, com crueldade e ausência de culpa, formular juízos de valores ofensivos da honra, dignidade humana, profissional do progenitor e da memória de pessoas já falecidas, afirmando perentoriamente que o progenitor é mau, não quer saber do filho, é portador de doença patológica genética.
A meritíssima juíza, “fez de conta” não submeteu a progenitor a perícias médico legais de psiquiatria forense.
Perante as ofensas o progenitor requereu ser avaliado.
Como se fosse portadora de conhecimentos médicos, a meritíssima juíza despacha.
- “Avisa-se o progenitor que a avaliação aqui entendida por pertinente é psicológica e não psiquiátrica”
Como é do conhecimento publico, a psicologia não faz diagnósticos de doenças psiquiátricas.
Após avaliação do progenitor concluiu-se que não é portador de qualquer doença quer física quer psiquiátrica.
O progenitor instaurou os competentes processos judiciais sendo a arguida absolvida e num deles, o último, com o fundamento de que escreveu e proferiu tais injurias ou difamações num CONTEXTO e na defesa dos interesses da sua cliente.
Ora, a meritíssima juíza não pode absolver um arguido, que cometeu vários ilícitos, fundamentada nos CONTEXTOS em que foram praticados, lesando gravemente os direitos juridicamente protegidos das crianças e dos seus progenitores sejam eles masculinos ou femininos.
Daqui resulta que a investigadora deveria ser absolvida segundo o CONTEXTO, em que proferiu as difamações, ou excluído-se o CONTEXTO, como de facto deve ser excluído, a mandatária deve ser condenada.  
A questão é que alguns agentes da justiça portuguesa funcionam segundo o sentido que lhes dá mais jeito o que em nada se relaciona com a LEI nem com as Instituições denominadas TRIBUNAIS.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

JUSTIÇA PORTUGUESA I UMA CONDENAÇÃO EXEMPLAR

Manuel, 30 anos de idade, toxicodependente, temível assaltante, encontra-se em prisão preventiva por ter realizado três assaltos violentos, um de 80 cêntimos, dois dos quais se desconhece o valor, mas que na sua totalidade renderam ao criminoso 14.00€. (Quatorze euros).
O criminoso chorou durante a audiência afirmando.
- Sozinho não consigo abandonar o vício!
Referindo-se ao facto de se encontrar detido porque preso está impedido de praticar assaltos, afirmou.
- Há males que vem por bem!
Em voz lancinante pediu ao Tribunal que o ajudasse, que o internassem num centro de desintoxicação e disse.
- Não deixem que eu seja um caso perdido!
Na cadeia pediu trabalho e frequentar a escola, ao que lhe responderam que não havia vagas.
Mas, Manuel afirmou perante o Tribunal.
- Na cadeia há com fartura cocaína, heroína e canábis.
Manuel entende que só consegue deixar a toxicodependência e aprender a viver se o ajudarem a uma cura séria.
Nas alegações, uma distinta procuradora do Ministério Público não manifestou sensibilidade com o arrependimento nem com o pedido de ajuda do Manuel e pediu uma pena de prisão efectiva.
O Manuel furtou 14.00€.
Quanto terá custado ao erário público o processo instaurado ao Manuel?
Ricardo, O Pai disto tudo, SEIS MIL MILHÕES, vive em Cascais.
Oliveira, TRÊS, DOIS MILHÕES, já se encontra na sua residência.
João, mais quatro amigos, TRINTA MILHÕES, foi julgado e condenado a pena de multa da qual recorreu.
Bavá, condecorado pelo ex. Presidente da Republica, DUZENTOS MILHÕES.
Banif DUZENTOS MILHÕES de dinheiros públicos investidos.
Valores que os portugueses estão a pagar, através dos seus impostos.
Por exaustivo excluiu-se outras burlas, não menos importantes, já transitadas em julgado e outras que se encontram em investigação prolonga.
Discursando na Suíça, perante milhares de imigrantes portugueses que, em consequência das burlas descritas, foram espoliados das suas poupanças, o Exmo. Senhor. Presidente da Republica Portuguesa, afirmou.
- Não somos pequenos! Somos um grande País! Um Povo Lutador, trabalhador, honrados, honestos o que são grandes verdades.
- Somos os “MAIORES.”
- Ganhamos o euro!
- Tivemos o Senhor Barroso a Presidente da EU.
- Temos o CR 7!
- Temos o Engº Guterres como Presidente da ONU.
Confesso que senti e sinto um orgulho incontido, mas pergunto-me sobre o funcionamento das Instituições como é a Justiça.
Entretanto, questionado sobre as poupanças subtraídas aos emigrantes o Exmo. Senhor Presidente respondeu efusivamente.
O Exmo. Senhor Ministro da Justiça devia propor ao Exmo. Senhor Presidente da ONU, actualmente um Português, que tão Distinta, sábia e exemplar justiceira, Procuradora fosse eleita para o Tribunal Penal Internacional.
Tenho apreço pelo Manuel, se me fosse permitido gostava de o ajudar a devolver os 14.00€ aos lesados e na cura da sua toxicodependência. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

É BOM VIVER EM PORTUGAL COMO REFORMADO OU APOSENTADO.

COM O AUMENTO DO VALOR DAS PENSÕES DE REFORMA, de 0.333€ (trinta e três cêntimos por dia) o que equivale a 10€ por mês, os reformados portugueses estão plenos de felicidade.
Este é o valor diário que Catarina Martins do BE, e o Sr. Jerónimo do PCP propõem como aumento nas Pensões de Reforma, o que não é suficiente para que um reformado Português possa tomar um simples café (0,65€).
Mas, presume-se que este valor têm melhorado as condições económicas dos reformados portugueses, justificadas pelo aumento das vendas de veículos automóveis da marca JAGUAR e a descida da marca, conhecida popularmente pelos veiculos chamados, "PAPAS REFORMAS."
Não foram a bondade da medida poder-se-ia presumir de uma injuria aos reformados ou então mais das muitas imbecilidades que proliferam na politica portuguesa.
Este Povo tem os políticos que merece ainda que seja uma simples "geringonça."
Pergunta-se à Dona Catarina Martins e ao Senhor Jerónimo se, quando forem reformados, aceitarão um aumento de 0,333€ nas sua pensões.
Será que o senhor Ricardo Salgado e os Políticos com reformas vitalícias, como o senhor Cavaco e o senhor Durão Barroso, beneficiarão deste aumento?
O mesmo se aplica aos Partidos que foram e querem voltar a ser Governo.
PORTUGAL É UMA PAÍS SUI GENERIS.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

MEDITAÇÃO, CONDUÇÃO Á ESPIRITUALIDADE OU À MALDADE


MEDITAÇÃO, CONDUÇÃO Á ESPIRITUALIDADE OU À MALDADE
Desloquei-me ao Tribunal da Relação, da Cidade do Porto - Portugal, o que de per si significa envolvimento em processos judiciais para a resolução de conflitos.
A cerca de vinte metros situa-se a Igreja de São José das Taípas, de estilo neoclássico, construída em 1795.
O pavimento do corpo da Igreja é constituído por catacumbas conforme se observa na foto ora publicada
Sentei-me, no silencio da Nave meditei sobre quais os mecanismos cerebrais que induzem o homem a manifestar a sua espiritualidade na pintura, escultura, musica, letras, nos monumentos imponentes dirigidos em louvor de um Ser Supremo, chamemos-lhe DEUS.
Esses homens e mulheres, dos quais milhares ficaram e ficam no anonimato da história, manifestaram e manifestam a beleza e a bondade da mente humana.
Por outro lado, as mentes perversas que meditam no sentido contrário transportaram e transportam a humanidade para catástrofes inimagináveis de sofrimento, destruição e morte.
Transcende a compreensão, pelo menos a minha, como é que estes últimos perduram, ao longo dos tempos, na memoria colectiva na historia da humanidade.
Claro que existem os homens Santos e Sábios, mas o conhecimento dos seus “feitos” é muito restrito.
A bondade e o amor sendo-nos inerente, são suplantadas pela ambição que indubitavelmente nos conduz ao ódio e à destruição do outro.

Meditei qual será o centro e em que parte cerebral se localiza a bondade e o amor, a maldade e o ódio, o pacifista e o guerreiro que em nós existe. NÃO ENCONTREI RESPOSTAS.