domingo, 18 de setembro de 2016

O JUIZ CARLOS ALEXANDRE – A OPERAÇÃO MARQUÊS – OS CORRUPTOS

O JUIZ CARLOS ALEXANDRE – A OPERAÇÃO MARQUÊS –  OS CORRUPTOS
Em Portugal a burla e a corrupção instalou-se definitivamente e tende a agravar-se.
Os juízes com dignidade e honra são afastados e trucidados pelos políticos desonestos, que assaltaram o Poder, pela comunicação social, pela Autoridade Tributária (que exige um inquérito ao juiz Carlos Alexandre) e, imagine-se, por alguns agentes judiciais que deviam ter a obrigação cívica e jurídica de defender os interesses jurídicos dos seus concidadãos, apoiando incondicionalmente os que tem a coragem de pugnar pela verdade da justiça, aplicando a Lei de forma equitativa ao cidadão anónimo, mediático, apolítico, politico, economicamente poderoso ou débil.  
Alguém se lembra do juiz Rui Teixeira do processo de pedofilia?
Alguém sabe onde se encontra e que funções desempenha no momento actual?
Claro que não existe um único português que se recorde ou que saiba onde se encontra o corajoso juiz.
Agora os “mafiosos” e corruptos que proliferam na politica portuguesa, nos bancos, na economia, nas instituições publicas, querem afastar o honradíssimo e meritíssimo juiz Carlos Alexandre do processo “Operação Marquês.”
Não nos restam duvidas que acabarão por o conseguir.
Nos Estados Unidos, os corruptos não têm hipóteses, analisemos o caso Deutsche Bank, 

Na China teriam levado um tiro na cabeça.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

IMPORTÂNCIA/IGNORAR - O QUE É OU NÃO IMPORTANTE.

IMPORTÂNCIA/IGNORAR
SER OU NÃO SER IMPORTANTE
Conversando com o Rodrigo sobre o significado da “importância” que determinada pessoa tem ou não, concluímos.
A importância que alguém nos merece pode ser gratificante.
A indiferença, ou seja, a “não importância” traduz de per si que esse alguém é importante, pois caso contrário não nos era indiferente ou não importante.
Ambos concluímos que o melhor exemplo, é o caso do individuo que se diz agnóstico ou ateu, que se opõem à existência de Deus.
O simples facto de oposição admite implicitamente uma existência.
Do raciocino de ambos resulta ainda que indiferença é bem diferente de ignorar.
Ignoramos o que desconhecemos em absoluto porque não se encontra registado na nossa mente.
A indiferença ou a não importância aplica-se sempre a algo ou alguém que a nossa mente anteriormente registou como agradável ou desagradável, com amor ou ódio, prazer ou sofrimento.
Apesar de toda a indiferença que nos possa merecer, nunca ignoramos quem foi importante para nós.


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

“SI VIS PACEM, PARA BELLUM” traduzido, "SE QUERES PAZ, PREPARA-TE PARA A GUERRA"


O MURO DA ESTUPIDEZ
Artigo publicado no Jornal de Noticias (página 2 – David Pontes)
Embora me reconheça como um “refugiado” no meu próprio País, sem direito a subsídios entendo que os fugitivos das guerras, da miséria que assolam a humanidade, em especial os milhões de crianças e desfavorecidos, devem ser protegidos.
Por outro lado, penso que a estupidez política não reside na construção do MURO construído em CALAIS, mas nas guerras que os ocidentais fomentam com objectivos económicos altamente lucrativos como é o negócio de fabrico de material de guerra.
Concluindo, a ESTUPIDEZ humana fundamenta-se no desencadear das guerras, em que os MUROS mais não são que efeitos colaterais como são os refugiados e as vitimas mortais.
Outra estupidez é dizer-se que a gravidade dos problemas existentes nos treinos violentos? De preparação de tropas especiais, como são os comandos, ou as tropas de intervenção rápida, justificam  a suspensão dos cursos.
Pergunta-se se a guerra é ou não uma violência?
Os que produzem este tipo de afirmações ou são populistas, pacifistas ou desconhecem a essência e os objectivos da guerra, que mais não é que um mecanismo de defesa ou ataque onde um militar só podem contar consigo próprio.
Caso o militar não se encontre devidamente preparado para se defender ou atacar o “seu inimigo” coloca em risco não só a sua própria vida como a dos seus camaradas militares.
Os ignorantes de assuntos militares deviam retroceder ao tempo da guerra colonial que Portugal travou em África, na qual milhares de jovens, obrigados a cumprir serviço militar, perderam a vida por má preparação de combate, ausência de resistência física e armamento obsoleto.
Recordo que os militares da época eram enviados para a guerra com apenas 3 meses de treino militar, enquanto eu tive 9 meses.
Actualmente só é militar quem o deseja.
Entendendo-se que claudicam nos treinos militares por incapacidade física ou psíquica devem ser excluídos do serviço militar e não incorporados nas forças especiais.
Quer queiramos ou não o mundo está em guerra.
Guerra é Guerra e todo o militar, bem como os civis devem estar preparados para a enfrentar.
Deixe-mos os populismos e os cinismos.
Diz o provérbio latino atribuído a Publius Flavius Vegentius Renatus
Si vis pacem, para bellum” traduzido, "se quer paz, prepara-te para a guerra"

terça-feira, 6 de setembro de 2016

HÁ “ESCRITORES PORTUGUESES” DE CUJAS PUBLICAÇÕES É DIFÍCIL EXCLUIR A COMPAIXÃO QUE NOS MERECEM.

HÁ “ESCRITORES PORTUGUESES” DE CUJAS PUBLICAÇÕES É DIFÍCIL EXCLUIR A COMPAIXÃO QUE NOS MERECEM.
Não recordo onde li as frases a negrito, que traduzem alguém que pede compaixão por actos anormais praticados, publicando mais anormalidades, que traduzem doença mental do autor, e daí os comentários.
Diz o autor que.
NÃO SUPORTO...
NÃO SUPORTO PESSOAS FALSAS!
Porque sou falsa.
NÃO SUPORTO PESSOAS QUE FAZEM JOGO SUJO/ DUPLO!
Porque eu só faço jogo triplo, quadruplo, quíntuplo, etc., dependendo sempre do gajo disponível.
NÃO SUPORTO ESPIÕES NESTA PÁGINA!
Porque esta página mais não traduz que a minha doença e arriscam-se que os denuncie ao SIS
QUEM NÃO GOSTAR DO QUE ESCREVO QUE FAÇA O FAVOR DE RETIRAR-SE!
Porque retirando-se não será contaminado pelas merdas incongruentes, descabidas e impróprias do que escrevo nas redes sociais.
QUEM NÃO PERCEBE QUE A ESCRITA É LIVRE, QUE SE INFORME!
Porque a minha escrita ainda que livre mais não é como os dejectos expelidos pela minha mente doentia.
SIM, EU GOSTO DE ESCREVER NA 1ª E NA 3ª PESSOA, E DEPOIS?
Porque, se não sabem quem é a 1ª, a 2ª, a 3ª, a 4ª, a 5ª, a 6ª, a 7ª, a 8ª, a 9ª, a 10ª pessoa, perguntem à minha família, ao meu pai, à minha mãe, ao meu ex. marido, etc…  
SIM, DÁ UM AR MAIS REALISTA, É MESMO ESSE O OBJECTIVO!
Porque se desconhecem a realidade pergunte ao dos piercings, ao vendedor de eletrodomésticos, ao personal trainer, ao fotografo do Skype, ao das reconexões, ao narcotraficante de Lille, ao Marco de Felgueiras, ao Vitor dos chicotes só para deslisar.
NÃO SUPORTO QUEM DISCRIMINA E, NOMEADAMENTE, A DOENÇA MENTAL (VISTO SER UM DOS MEUS TEMAS DE ELEIÇÃO).
Porque não posso ser discriminada.


 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

OS RESILIENTES


A COMPREENSÃO DO OUTRO NÃO É OBJECTIVA SEM A COMPREENSÃO DE NÓS PRÓPRIOS.
Escrevo o que sinto e o que me afecta em determinado momento.
As criticas “chovem” como um “aguaceiro” num dia de Verão, que faz tombar as cereijas e destrói as vinhas.
Atribuem-me o ser portador de muito mágoa, respondo que talvez, mas vejamos.
Tive a oportunidade de ler um artigo  sobre o comportamento, com texto de Carla Mateus, publicado na página 58/60, Noticias Magazine de 07 de Agosto de 2016. «RESILIÊNCIA PARA QUE TE QUERO» do qual transcrevo as partes mas pertinentes, que se relacionam com o que escrevo e com a forma como me comporto no decorrer da minha vida.
Diz o autor.
- « O termo resiliente provem da física. Refere-se às propriedades que certos materiais tem de voltar à sua forma original seja qual for o impacto ou tensão que sofram». Será como um elástico que após a tensão volta sempre à sua forma original.
- «Resiliência é a capacidade de defesa e recuperação perante factores ou condições adversas. Ou seja a capacidade de uma pessoa lidar eficazmente com os problemas, superar obstáculos, resistir às pressões de situações adversas, transformando as experiências negativas em aprendizagens, oportunidades de mudança e crescimento pessoal».
- «O resiliente tem como principal característica elevada tolerância à frustração».
- «O resiliente aceita que a mudança é a norma e não a estabilidade».
- «O resiliente vê além das circunstâncias e encontra soluções ou oportunidades onde os outros vêem apenas problemas e obstáculos».
- «O resiliente acredita em si, nas suas capacidades e é responsável pelo que acontece à sua volta».
- «O resiliente não olha apenas para o lado positivo da vida afastando as emoções negativas (nunca afastei nem afasto). Vivenciam plenamente o que sentem em qualquer situação quer seja positiva ou negativa. (Bárbara Fredrickson no seu livro POSITIVIDADE).
- « Durante séculos o Povo Português foi resiliente, mas com o decorrer dos tempos deixou de exercitar essa competência, tornando-se um povo sem capacidade de resistência, de perseverança (tem calma como me dizem frequentemente), desiste cedo de mais, fica rapidamente cansado, e com capacidade de reacção muito lenta».
- «Para ser resiliente é fundamental procurar soluções em vez de ficar agarrado aquilo que já não se tem». (Lúcio Lampreia).
Na expectativa, talvez falsa, de que os meus amigos, os que me lêem, compreendam que para além de ser resiliente sou rebelde, contestatário, incisivo, muito crítico e que em mim não tem lugar grandes mágoas.