segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

SOBRE OS LADRÕES - VULGO GATUNOS

SOBRE OS LADRÕES
Ladrões, vulgo gatunos, não são exclusivamente os que fazem assaltos, até porque muitos deles fazem-no por questões de sobrevivência e merecem o meu respeito.
Ladrões são algumas pessoas que conheço, “vulgo amigos e familiares” nos quais confiei cegamente e ajudei, os governos, o sistema financeiro, o sistema económico, o sistema judicial vigente em Portugal que ao longo dos últimos dez anos me tem subtraído, “vulgo roubado”, o sorriso, a alegria de viver, a bondade, o amor e todos os sentimentos humanísticos que caracterizavam a minha personalidade e forma de estar na vida.
Estes últimos não merecem perdão, desprezo-os e tenho-lhes um ódio visceral.
Tenho a convicção que a hora de vingança chegará, só desconheço quando.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A MERITISSIMA JUIZA JOANA ANDRADE/ APMJ - VIOLÊNCIA DOMÉSTICA-PARTE IX

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
PARTE IX
A comunicação social tem vindo a denegrir a imagem da meritíssima Juíza Joana Ferrer Andrade, divulgando que estudou História, Filosofia e Francês, fascínio pela língua alemã, que estuda há mais de seis anos, paixão, adoração, que nunca escondeu, pela história da Alemanha e pelo período nazi, algo que os colegas veem como o lado mais “esotérico” da magistrada.
Que sente um fascínio pelas figuras que nesse tempo tentaram derrubar o regime nazi, mantendo intocável a “homenagem a todos aqueles que se opuseram” a Adolf Hitler.
Que no seu gabinete existiam imagens de algumas personagens Nazis que causaram incómodo entre alguns colegas conduzindo a uma inspecção do Conselho Superior da Magistratura e que se viu obrigada a retirar os quadros da parede.
A imbecilidade jornalística é de tal forma grave quando transcrevem que a meritíssima juíza “gosta de assistir aos jogos da selecção de futebol alemã no Goethe-Garten,”que há anos aprende a língua de Wagner,” sonha com o dia em que possa voltar à Alemanha,” “sente que transporta em si algo muito próprio que a liga àquele país do norte da Europa,” porque propositadamente induz a erros de interpretação, e a juízos de valor, “NAZISMO,” configurando crime de difamação e injuria,
Em manifesta contradição e má qualidade jornalística “acusam” a meritíssima juíza Joana Ferrer Andrade, de ser particularmente sensível a questões que envolvam a violação de “direitos humanos,” defensora da “disciplina” e do “rigor” frontalidade, que na sua pequena e humilde escala, não veio trazer paz, mas a espada, contra a soberba, o abuso, a ignorância e o preconceito que existem até onde seria suposto não existirem.”
A opinião pública portuguesa toma conhecimento que para a boa decisão da causa, que envolvam crimes de violência doméstica contra os homens, os juízes ficam rigorosamente proibidos de estudar História, Filosofia, Francês, Alemão, paixão, adoração pela história da Alemanha e período nazi, e pelas figuras que nesse tempo se opuseram” a Adolfo Hitler. Impedidos de assistir aos jogos da selecção de futebol alemã, aprender a língua de Wagner, sonhar ir à Alemanha, sentir que algo os liga àquele país do norte da Europa, sob pena de suspeição de serem considerados “NAZIS,” sujeitos a processos disciplinares e aos consequentes pedidos de escusa dos processos por violação do dever de imparcialidade e isenção.
As mais duras criticas vieram da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, instituição presidida pela juíza desembargadora Teresa Féria e de que Cândida Almeida é presidente da assembleia geral, que em comunicado, os seus membros mostraram “preocupação” face às expressões usadas pela juíza, “pelo que estas revelam sobre a persistência de pré-juízos desconformes com o legalmente estipulado sobre o modo de agir com vítimas de violência doméstica.”
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, informa publica a sua preocupação porque a meritíssima juíza Joana Ferrer Andrade, exigiu que Bárbara Guimarães apresenta-se provas dos factos pelos quais acusa o seu ex. marido.
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas informa publicamente que os meritíssimos juízes estão impedidos de agir em conformidade com o Código Penal Português, mas segundo o “estipulado sobre o modo de agir com vítimas.”
Segundo a presume-se a existência de critérios de acção diferenciado (VIP) para as vitimas do sexo feminino que se resumem a condenar o arguido mesmo sem provas.
Na “censura” que fez a Bárbara Guimarães em pleno julgamento, tal como na incredulidade pelos anos que a apresentadora levou a apresentar queixa, a meritíssima juíza estaria a “testar” o testemunho da vítima, que é usada pelos magistrados para perceber quem está a “inventar” ou a “empolar” realidades.
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas a vem a publico manifestar a sua “preocupação” porque alguns meritíssimos juízes utilizam “tácticas” para “testar” o testemunho das supostas vitima, ou seja, a descoberta da verdade.
Facilmente se depreende que a Associação Portuguesa da Mulheres Juristas pretende que os meritíssimos juízes fiquem impedidos de utilizar “tacticas,” para perceber quem está a “inventar” ou a “empolar” realidades e proibidos de exigir provas, ás supostas vitimas de violência doméstica.
Partem da premissa que que todo o homem acusado de violência doméstica é culpado violando o Direito de presunção de inocência a que todo o ser humano tem direito.
Diz o senhor Daniel da APAV que as mentalidades devem ser mudadas.
As mentalidades da APAV, da Associação Portuguesa da Mulheres Juristas, da GAV, da UMAR, dos juízes, dos magistrados, dos Tribunais de Família, dos Tribunais criminais, devem ser mudadas.
Os hipotéticos crimes de violência doméstica, à semelhança de qualquer crime, devem ser investigados e as provas apresentadas, com exigiu a meritíssima juíza Joana Ferrer Andrade, descobrir-se-á que as supostas vitimas não são tão vitimas como se pensa.
Os agentes da justiça devem defender, com a mesma isenção e dever, os direitos juridicamente protegidos dos seus concidadãos, homens ou mulheres, em especial os direitos das crianças como é da sua obrigação.
Como contribuinte, no pleno gozo dos meus direitos, no exercício do Direito de Cidadania, proponho a extinção das IPSS e que os casos de violência doméstica passem a ser da única e exclusiva competência e responsabilidade dos agentes policiais e judiciais.
A maioria dos Portugueses não acredita na JUSTIÇA de um País onde dezenas de dirigentes políticos, alguns magistrados e desembargadores, alguns agentes das forças policiais, guardas prisionais e BANQUEIROS são corruptos e burlões. 

Amem as crianças que sofrem quando são obrigadas a ficarem separadas dos progenitores.

Aconselhado:
Homens vítima de violência doméstica. Cláudia Morais – Psicóloga.
Sexo, Mentira e Feminismo – Peter Zohrab
Violência Doméstica contra os Homens – Barão Kageyme
Violência Doméstica Contra Homens – Rosélia Santos.
Número de mulheres presas por violência contra Homens sobe 169% no Reino Unido – Hayley e Rachel Fursman
130 Homens vítimas de violência doméstica em GAZA.


BÁRBARA GUIMARÃES/MANUEL CARRILHO - VIOLÊNCIA DOMÉSTICA PARTE VIII



 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE VIII
BÁRBARA GUIMARÃES VERSUS MANUEL MARIA CARRILHO
Face às “expressões utilizadas” pela meritíssima juíza Joana Ferrer, no processo de violência doméstica movido contra o ex-marido de Bárbara Guimarães, não se vislumbra a violação do dever de imparcialidade ou a existência de motivos “sérios e graves” que fundamentem o pedido de recusa da meritíssima Juíza pelo facto ter perguntado à apresentadora porque razão nunca apresentou queixa.
Entende-se por ridículo que o Ministério Publico entenda por discriminatório o facto da meritíssima juíza tratar por professor Manuel Maria Carrilho, e Bárbara Guimarães pelo seu nome próprio, excluindo-se que esta também seja professora, mestre, doutora, ou possuidora de uma qualquer “licenciatura” do Tipo Relves ou Sócrates.
Com o devido respeito, a senhora Procuradora devia ser afastada do processo porque ao afirmar que Bárbara Guimarães “não era obrigada a ir ao médico” manifesta ignorância jurídica e viola do dever de isenção.
É do conhecimento jurídico, Código Penal, que as ofensas à integridade física requerem avaliação médico/legal que as provem e avaliem as lesões que determinarão o grau da ofensa, em função do qual o agressor sofrera a pena correspondente.
É o médico legista que avalia e exclui a automutilação, determina a causa da morte, a intenção de matar e se a morte foi homicídio ou suicídio.
Os relatórios médico legais são obrigatórios, indispensáveis, meios de prova para a boa decisão da causa.
Bárbara Guimarães tem de justificar ao tribunal as lesões físicas, se as houveram, de que foi vitima e não ser dispensadas dessas provas como sugeriu a destinta procuradora e isto porque dá lugar à condenação de inocentes.
Parece-nos que o problema da apresentadora é a sua imagem pública, que a vergonha determinou o seu silêncio manifestando publicamente que tudo estava bem na relação com o ex-ministro da Cultura, mesmo quando em casa vivia aterrorizada.
Ora, se vivia “aterrorizada” devia manifestá-lo às autoridades, aos amigos ou separar-se, pelo que a meritíssima Juíza não pode nem deve ser acusada de violação do dever de imparcialidade por manifestar dúvidas quando declarou:
- “A senhora procuradora diz que não tem de se sentir censurada. Pois eu censuro-a! É que se tinha fundamento para se queixar, devia tê-lo feito.”
- “Preciso de provas.”
- “Causa-me alguma impressão a atitude de algumas mulheres, vítimas de violência, algumas das quais acabam mortas.”
- “Confesso que estive a ver fotografias do vosso casamento. Parece que o professor Carrilho foi um bom homem, até ao nascimento da Carlota e depois passou a ser um monstro.”
- “O ser humano não muda assim.”
As expressões em causa mereceram críticas dos mesmos do costume arautos da mentira, imbecis, parasitas sociais, oportunistas (APAV, UMAR, GAV, Associação Portuguesa de Mulheres Juristas) que visam condenar inocentes, na “praça publica,” só porque são do sexo masculino e como tal, as suas mentes criminosas, entendem que a meritíssima juíza Joana Ferrer não necessita de “provas,” ainda que seja do conhecimento público que objectivo de Bárbara Guimarães é que o julgamento seja feito por outro juiz.
Este comportamento jurídico é muito grave porque se pretende condenar, sem provas, um presumido inocente e Manuel Maria Carrilho pode requer o afastamento do próximo juiz utilizando os mesmos fundamentos.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA-PARTE VII - AGRESSÕES A MENORES

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE VII
O Tribunal solta homem que torturou bebe de dois anos, que estava preso por queimar a criança nas nádegas e pénis com pontas de cigarro, lhe ter partido um braço e a cabeça e que foi condenado a 3 anos de cadeia com pena suspensa pese embora já ter sido condenado a 3 anos por roubo qualificado.
O senhor juiz considerou que o arguido agiu com “enorme crueldade e uma malvadez inqualificável e indiferença perante os actos cometidos não revelando arrependimento”. Entretanto libertou-o.
A questão que se coloca é por que razão a progenitora não foi incriminada por confiar a criança a um energúmeno desta natureza.
O mínimo que se imponha era que a criança lhe fosse retirada.
Não será um caso de violência doméstica exercido sobre uma criança indefesa?
Sobre este caso, a Presidente da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, defende que os “tribunais de família têm de ter em conta essa realidade” e “apela ao fim de virar as costas,” nem dualidades de critérios nas suas decisões, mas no caso de Bárbara Guimarães versos Manuel Carrilho presume-se que não tem.
Diz o povo: “tão bom é o ladrão que rouba como aquela que fica a porta” e seguindo esse princípio a progenitora devia ser incriminada e a criança ser-lhe retirada.
A propósito de um caso idêntico denunciado ao Senhor Procurador, cujo nome não é permitido divulgar, foi dito:
- “Se acontecer alguma coisa ao seu filho depois faz a competente queixa-crime.”
De facto, aconteceu!
Quem agrediu esta criança aos 8 anos de idade?
O pai? A mãe? A irmã? O irmão? Um menino mais franzino do que ele e seu colega de escola?
O suposto companheiro da progenitora proveniente da escarpa da serra do pilar e ligado ao submundo do trafico?
O progenitor apresentou a competente queixa-crime, tendo a juíza despachado:
- “Se o progenitor acha que foi um adulto que agrediu o menor deve apresentar a competente queixa-crime.”
Neste caso e no caso da mãe que lançou as duas meninas ao mar, depois de o progenitor ter denunciado o seu comportamento instável, qual será a defesa ou os critérios jurídicos que a Senhora Dra. Tereza Féria, propõem?
Os progenitores não têm nada que achar.
Denunciam os factos às autoridades que por sua vez emitem os autos para os Tribunais de Família a quem cumpre mandar investigar remetendo para o Ministério Público.
A Senhora Dra. Tereza Féria entende que perante as Leis, a justiça e os Tribunais as mulheres devem de ter um tratamento deferencial ou VIP, quando é do conhecimento público, que a grande maioria mente em Tribunal, apresentam testemunhas falsas “ensaiadas” pelas mandatárias.
Os juízes não são estúpidos e reconhecem, lamentavelmente só às vezes, que as mulheres mentem regularmente e não só em Tribunal.
Os Tribunais de Família não podem levar em conta processos pendentes nos Tribunais criminais, pela simples razão que até transito em julgado todo o arguido é inocente.
Para levarem em conta os processos pendentes nos Tribunais criminais contra os progenitores, os Tribunais de Família teriam de abdicar do Principio ilícito de que os filhos são propriedade materna.
Investigar as disponibilidades maternas para cuidar dos menores, condições de habitabilidade, educação, cultura, moral, doenças mentais, não só as progenitoras mas e também aos “supostos companheiro” que queimam as crianças nas nádegas e no pénis com pontas de cigarro, lhes partem os braço e a cabeça, que as violam, que publicitam fotografias no computador, que as ameaçam que fodem o focinho e lhes matam o pai, que pernoitam num espaço na sala de jantar, que são transportadas para locais onde se trafica e consome estupefacientes, que as lançam ao mar, etc.
Onde estavam as APAVS, AS UMAR, as Mulheres Juristas, as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco, CPCJ, a Segurança Social, o Ministério Público, MP, os Tribunais de Família e Menores e outros disfarçados de feministas, defensores das igualdades de género, quando aquelas duas crianças foram atiradas ao mar?
A Senhora Dra. Tereza Féria desconhece que estudos psiquiátricos indicam que 75% dos crimes de violência física e psíquica sobre as crianças são exercidos pelas progenitoras e pelos seus supostos companheiros, que em 9% dos casos há antecedentes familiares de alcoolismo, 12% têm perturbações psicológicas como esquizofrenias, bipolaridades, depressões e que 11% sofreram abusos na infância.
Agem com dolo porque dezenas de inocentes são condenados.
Citando dados mais recentes a Senhora Dra. Tereza Féria deveria a ler o J.N. de 22.10.12, página 11; de 26.10.2012, página 09; de 28.10.12, página 02; de 05.11.2012, página 10; de 11.11.2012, página 09; de 24.11.12, página 24; de 28.11.12, página 10; de 05.12.12. página 40; de 07.12.12, página 02; de 13.12.12, página 10; de 14.12.12, página 11, 15; de 19.12.12, página 12; de 21.12.12, página 04 e 05; de 23.12.12, página 2, 5, 24; Jornal o Publico 01.03.2012. (), e a LEI MARIA DE PENHA, que, no meu modesto entender, devia ser aplicada em Portugal

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA-PARTE VI - O XAVI

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE VI
Voltemos à história do padrasto, versus o progenitor.
Através da mulher, sogra, madrasta, pai, irmão e mãe, o progenitor tomou conhecimento que o padrasto do menor se identifica como o “Xavi.”
Maqueiro de profissão, stewart no portão 8 do Estádio do Dragão, casado, com antecedentes de consumo e tráfico de estupefacientes, alcoólico, proveniente de bairro degradado da cidade de Vila Nova de Gaia, onde se trafica e consume estupefaciente, encontra-se impedido juridicamente de conviver com a sua filha.
O menor denomina o Xavi por o “Porco”
Porco porque expele gazes flatulentos, malcheirosos, e arrotos com cheiro a ovos podres.
O menor acusa o porco de se passear desnudado pelo apartamento, que lhe dizia que pedofilia é sexo, lhe tirava fotografias e publicava no seu PC, que tinha uma pila grande, que era muito sexy, que o seu pai era um velho, nojento, e que lhe havia de foder o focinho e matar.
Certo dia durante a tarde o Porco esteve a ver um filme denominado A Branca de Neve e os Sete Matulões.
O progenitor foi à APAV, sita na rua Antero de Quental no Porto, para denunciar múltiplas violências psíquicas, físicas, ameaças de morte e agressões sobre si e sobre o seu filho, então com 8 anos de idade.
Portador de documentos comprovativos, registos de ocorrências policiais e relatórios da medicina legal, foi atentamente ouvido.
No fim da “conversa” travada durante aproximadamente uma hora foi informado de que o “caso” era muito grave, até porque o menor apresentava lesões de agressão no olho direito, mas a APAV só aceitava e registava denúncias apresentadas pelas mulheres.
Deu conhecimento à Segurança Social, à Comissão de Protecção de Menores, à SOS Criança, ao Tribunal de Menores e ao Ministério Publico.
A Segurança Social disse que aquela criança tem um espaço na Sala de Jantar para pernoitar e ainda pernoita ora com 15 anos.
A Comissão de Protecção de Menores disse que a mãe rejeitou a intervenção e que não podia fazer nada, mas que ia enviar para o Ministério Público.
A SOS criança disse que não tinha meios para intervir.
O Tribunal de Menores despachou que o progenitor apresentava “um cem número de denúncias” contra a progenitora do menor e de ser portador de uma clara ambiguidade de sentimentos, eventual revolta relativamente à progenitora e à separação do casal, “como quem diz:
 - Este tipo está “armado em ciumento”
O Ministério Público diz que a mãe do menor pode “andar” com quem ela bem entender!
Contactado telefonicamente o representante do MP, respondeu:
- “Caro senhor se acontecer alguma coisa ao seu filho depois apresente queixa-crime!”
No dia 11 de Novembro de 2008, pelas 21,00 h, o Xavi tocou à campainha do progenitor e fazendo-se passar por funcionário da TV cabo, deu um “murro” no olho direito do pai da criança e fugiu.
No dia 17 de Dezembro de 2008, pelas 14,00 h da tarde e quando o progenitor do menor se encontrava a conversar com um amigo o Xavi, interrompe a conversa e batendo no ombro diz:
- Eu sou o Xavi! Paga o que deves! Vou-te matar! Vou-te foder o focinho! Nem és homem nem és nada! Soltando uma série de ameaças, ofensas e injúrias.
No dia seguinte, o Xavi foi ameaçar o amigo do progenitor que se fosse testemunha lhe dava uma tareia
No 01.05.2009, pelas 18,00 h, conforme consta da participação policial, quando aquele desesperado pai vai buscar o seu filho, acompanhado por dois agentes da autoridade, eis que este chega bastante perturbado e assustado.
Na presença de dois agentes policiais, sem qualquer pressão declarou:
- Pai o amigo da mãe disse que te ia matar! Vai-te dar uma tareia que te parte todo!
No dia 15.02.2009, pelas 09,00h, quando o pai da criança se encontrava no posto policial a tratar de assunto relacionado com o seu filho, surgiu o Xavi, que proferiu as ameaças:
 -Vou-te dar uma tareia! Vou-te foder o focinho! Vou-te matar! Filho da puta!
O Xavi foi constituído arguido, julgado e condenado pelo crime de injúria e não pelos crimes de ameaça contra a integridade física e de morte, porque a senhora juíza fundamenta que as ameaças foram para aquele momento e como o progenitor não foi assassinado o crime de ameaça não existe.
No dia 24 de Novembro de 2009, cerca das 19,15h, o progenitor deslocou-se a um recinto desportivo para onde indevidamente o menor foi transportado pelo Xavi.
O progenitor perguntou na secretaria quem foi que inscreveu o menor naquele recinto, quando chega o Xavi e diz:
- Olá baby! Estás fodido comigo! Nem és homem nem és nada! Eu é que sou muito homem! Tens a mania que és o rei! Não vales um caralho! Vou-te foder o focinho! Paga o que deves!
Acto continuo tentou atingir fisicamente o progenitor.
Desafiando o pai da criança para fora do pavilhão e já no exterior disse:
- Velho! Filho da Puta! Vou-te dar uma tareia! Não sabes se o filho é teu! Estás fodido comigo! Assim que te apanhar sozinho vou-te foder os cornos! Cabrão! Passa para cá a massa! Deves pedir o teste da paternidade! Vou-te dar um tiro nos cornos!
No processo crime que desenrolou contra o Xavi, o menor foi arrolado, como testemunha e instigado, com a conivência da mãe, a depor e a mentir contra o seu próprio pai.
Despacho de arquivamento:
- “De igual modo, a testemunha, filho do queixoso, afirmou ter sido este quem chamou nomes ao arguido, e de seguida desferiu-lhe um empurrão. O arguido não reagiu nem ligava nenhuma ao seu pai.
No dia 17 de Janeiro de 2012, após ter testemunhado no processo de regulação do poder paternal, que não devia nem é permitido porque tem interesses na causa, e há inimizade grave entre ele e o pai do menor, já no átrio do tribunal, dirigiu-se ao progenitor afirmando “entre dentes”:
- Vou-te matar! Vou-te foder o focinho! Paga o que deves!
Perante tais afirmações, o progenitor levantou-se deitou os dedos na “barbela” do Xavi e disse-lhe:
- Nunca mais me ameaças nem a mim nem ao meu filho porque para a próxima quem te fode sou eu!
O Xavi apresentou queixa, testemunhas falsas e o progenitor do menor foi condenado a 2.000.00€ de pena de multa e em 1.000.00€ ao Xavi.
O magistrado e a juíza são os mesmos que absolveram o Xavi do crime de ameaças de morte quer ao menor quer ao progenitor no interior do posto policial.
O Ministério Publico e o Tribunal de Família, não encetam investigações presumindo-se que entendam que o progenitor deve ser morto porque está loucamente apaixonado pela mãe do menor.
Pai é para pagar pensão de alimentos para sustentar os padrastos que violam as crianças e os transportam para o submundo da droga e da prostituição.
O Xavi tem um vencimento de cerca de 500,00€, que são insuficientes para os seus vícios, e para sustentar a sua mulher e filha e quando se refere ao “paga o que deves”, está a falar sobre a pensão alimentos de 600,00€ que o progenitor dá à mãe da criança.
Entretanto, o menor hoje com 15 anos de idade, continua a pernoitar na sala de jantar, a “ouvir tudo,” e a queixar-se de que o Xavi quando chega a casa (um T1), senta-se não ajuda a sua mãe nas lides caseiras, não contribui para as despesas, nem para a sua própria alimentação.
Desde Agosto de 2007 que através de chamadas anónimas e por intermédio do seu filho menor, o progenitor é ameaçado de morte, com exigências de valores monetários o que tem acarretado, para si e para o seu filho, graves prejuízos económicos, morais e psíquicos.
Ao longo de todo o processo a progenitora, a mandatária, o seu filho, o amigo da mandatária, o irmão, a irmã e o suposto companheiro da progenitora, (designação dada pelo próprio tribunal) a titulada “ama” do menor, a senhora da Segurança Social, a Senhora Magistrada do Ministério Publico a Senhora Juíza, têm permitido que o menor e o seu progenitor sejam tratados de forma cruel, degradante, desgastante e desumana.
Persistentemente é-lhe infligido sofrimento psíquico, cansaço físico grave com a intenção consciente de perturbar a sua capacidade de determinação e livre manifestação da sua vontade na defesa dos interesses juridicamente protegidos do seu filho.
O que mais lhes importa são os 600.00€ mensais de pensão de alimentos, que tem servido para sustentar os vícios do dito suposto companheiro da progenitora que foi ou é traficante e consumidor de estupefacientes, alcoólico ou ex. alcoólico e que se encontra juridicamente inibido de contactos pessoais com a sua filha.
Desde há três anos que o menor, ora com 15 anos de idade, deseja ser ouvido pelo Ministério Público tendo sido requerida a sua audição.

O Representante do Ministério Público do Tribunal de Família,  o Tribunal da Relação de forma abusiva, prepotente, violando deliberadamente o Direito de audição, Liberdade de Expressão, Direito de Igualdade, Direito de igualdade dos progenitores, Direitos juridicamente protegidos das crianças, Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, Direito a Medidas de Promoção e de Protecção, Direito à Intervenção do Ministério Publico, Direitos Humanos e da criança, consagrados na Declaração Universal, tem recusado sistematicamente a sua audição não fundamentando juridicamente as razões da recusa.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA-PARTE V

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE V
Porque as vitimas de violência doméstica não são exclusivamente mulheres, Clara Vasconcelos escreveu no Jornal diário, em 14.12.2012, que a violência doméstica precisa de lei global.
É indiscutível que a violência doméstica precisa de lei global desde que cumpra integralmente o que se encontra legislado na Lei Portuguesa.
Principio de igualdade, e igualdade de género e de sexo, (Constituição da República Portuguesa, artigo 13º nº 1e 2; artigo 36º nº 3, 5, e 6; artigo 68º nº 1 e 2; artigo 69 nº 1 e 2) Direito de igualdade dos progenitores, (Código Civil, artigo 1878º nº 1; artigo 1882º; artigo 1885º nº 1.)
Direitos juridicamente protegidos das crianças, (Organização Tutelar de Menores, artigo 181º nº 1, 2 e 3; artigo 182º nº 1, 2, 3; artigo 188º nº 1 e 2; artigo 192º nº 1 e 4; artigo 194º; artigo 200º nº 1).
Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, artigo 3º nº 1, 2 a) b) c) e) f); artigo 4º a) c) f); artigo 5º c); artigo 6º; artigo 11º b) e) g); artigo 12º nº 1).
Medidas de Promoção dos Direitos e de Protecção, artigo 34º a) b) c),
Intervenções do Ministério Publico, artigo 72 nº 1; artigo 92º; artigo 102º nº 1 e 2; artigo 104º. Lei, 75/98, artigo 2º nº1 e 2; artigo 5 º.
Código Penal, artigo 152º nº 1 a) b) d); nº2; artigo 152º - a nº 1 a); artigo 359º nº 1 e 2; artigo 360º nº 1; artigo nº 361º nº 1 a) b); artigo 365º nº 1 e 4; artigo 370º nº 1 e 2.
DL 112/2009 de 16.09.2009 artigo 2º a); artigo 5º; artigo 6º; artigo 9º nº3, 5 e7 artigo 10º; artigo 13º.
Declaração Universal dos Direitos Humanos, artigos 1º, 2º, 7º, 8º, 10º, 11º, 12º, 19º.


VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. PARTE IV

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE IV
A crise faz disparar homicídios porque em Portugal existem 2,9 milhões de pessoas a viverem no limiar da pobreza.
Um psicólogo forense associa o aumento dos crimes à crise que atinge Portugal, referindo que a crise financeira e social está associada aos crimes.
O Ministério Público diz que a crise produz uma maior conflitualidade e dá como exemplo as pessoas que se querem separar, mas não tem condições nem dinheiro para o fazer e acabam "amarradas" a conviverem com a pessoa que não querem.
A Associação para a Intervenção Juspsicológica estabelece uma ligação clara entre o aumento do crime violento, de uma forma geral, e a crise do País.
O Presidente da Associação Sindical dos Juízes admite que o acréscimo de violência pode estar associado à crise.
A Dra. Sónia da Associação da Apoio à Vitima (APAV), à qual pertence o senhor Daniel, considera que o fenómeno "tem de nos fazer pensar a todos e às Instâncias Superiores que é preciso apostarem na prevenção que passa por aumentar o numero de psicólogos nas escolas, centro de saúde e nos tribunais."
A Dra. Sónia entende que aumentar o numero de psicólogos faz parte da prevenção.
Sendo certo que a crise é a causa que faz disparar o numero de homicídios e suicídios não é necessário aumentar o numero de psicólogos, mas sim acabar com a crise.
Seguindo o raciocínio da Dra. Sónia e de outros psicólogos à procura de "tachos" propõem-se que se elimine de todos os maços de cigarros as palavras "o cigarro mata".
Os fumadores devem continuar a fumar, aumenta-se o numero de pneumologistas, cirurgiões, oncologistas nas escolas, centro de saúde, e hospitais como forma de prevenção.
Em processos de regulação do poder paternal, as mulheres, sistematicamente utilizam e abusam dos meios processuais, denunciando hipotéticos crimes de violência domestica, com a finalidade de que contra os progenitores sejam instaurados procedimentos criminais.
Destas formas ilícitas obtêm a guarda dos menores e o consequente enriquecimento que lhes advêm da pensão de alimentos.
As crianças são entregues às progenitoras sabendo-se que são abandonadas ou entregues a terceiros, porque não podem, nem são obrigadas a estar com elas 24 horas.
Terceiros que frequentemente são “supostos companheiros” alcoólicos, consumidores, traficantes ou ex. alcoólicos, ex. consumidores ou ex. traficantes de estupefacientes cujos vícios são sustentados através da pensão de alimentos a que as crianças têm direito e que é paga pelos seus progenitores.  
A Dra. Sónia, o Ministério Público, Psicólogo Forense, o Presidente da Associação Sindical dos Juízes, a Associação para a Intervenção Juspsicológica, contrariam a opinião do Dr. Daniel.





VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.PARTE III

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE III
O Sr. Daniel Cotrim assessor técnico da APAV, Instituição Portuguesa de Solidariedade Social (IPSS) que os contribuintes Portugueses são obrigados a subsidiar através dos seus impostos, afirmou, em entrevista a um diário, publicada em 14.07.2013, que não há uma correlação directa entre as crises económicas e a violência.  
Presumindo-se que não há, o senhor Daniel deveria fundamentar a sua afirmação e explicar a existência das múltiplas formas de violência onde um dos intervenientes tem por objectivo a libertação e o outro a opressão.
Diz o senhor Daniel que o oprimido se mantem sob o domínio do opressor porque não arranja emprego, casa, forma de se automatizar, que não tem dinheiro para se deslocar à APAV e que por tais razões fica onde está.
Há ou não uma correlação directa entre a crise económica e a violência?
Refere a existência de um serviço de chamadas de apoio continuado, que depois faz uma avaliação do risco e estabelece um plano de segurança pessoal.
Não se vislumbra a razão pela qual as vítimas podem telefonar para o dito serviço de apoio continuado da APAV quando podem e devem comunicar às autoridades Policiais ou ao Ministério Público.
Desconhece-se qual é o método utilizado pelo senhor Daniel que lhe permite fazer uma avaliação do risco por via telefónica quando há supostas vítimas que mentem e até conseguem que muitos inocentes se encontrem na prisão.
Quanto ao plano de segurança pessoal que o senhor Daniel estabelece, todos gostaríamos de saber se é pela contratação de "guardas- costas."
Assim sendo, o senhor Daniel está a dizer que a APAV tem funções Policiais.
Admira-se a estratégia de defesa do senhor Daniel que devia ser adoptada pelo exercito dos Estados Unidos e pelos Russos.
Diz ele que a vitima não se deve fechar na Casa de banho porque aí não existem janelas e assim fica encurralada. 
Presumindo-se que todo o cidadão é uma vitima potencial, o senhor Daniel sugere que todos devemos defecar ou urinar na via publica porque assim não se corre o risco de ficar encurralado.
Aconselha a vitima a não fugir para a cozinha onde há facas.
Mais fácil seria eliminar as facas ou as cozinhas e assim as potenciais vitimas passariam a fazer as suas refeições nos restaurantes ora em crise.
Sugere que as vitimas também não devem fugir para as varandas porque podem ser empurradas.
Propõem-se que os novos planos urbanísticos e arquitectónicos eliminem as varandas dos edifícios ou na melhor hipótese se construam unicamente casas térreas, de preferência sem janelas.
Finalizando, aconselha a vitima a gritar por "fogo" e não por socorro.
Elimina as casas de banho que diz que não tem janelas, elimina a cozinha por causa das facas, elimina as varandas, portanto só resta o quarto de dormir e a sala de jantar ou estar.
O senhor Daniel entende que se a vitima berrar por fogo no quarto de dormir ou na sala será ouvida e ajudada por algum vizinho mais curioso.
Ouvir uma vizinha a gritar que há fogo no quarto de dormir poder-se-á entender que ela está a “arder.”
Qual será o plano do senhor Daniel se o opressor e o oprimido viverem entre o terceiro e o vigésimo andar?
O senhor Daniel deveria ser entrevistado sobre a violência contra às crianças, mas a APAV não está interessada nesse assunto porque económica e publicitariamente não é rentável.
Nunca algum português presenciou pósteres publicitários de crianças agredidas, violadas, assassinadas, violentadas psíquica e afectivamente.
Diz o senhor Daniel que existem 37 casas de "abrigo" e que não há vagas.

Pergunta-se se nessas casas de "abrigo" existem crianças e homens violentados pelas suas mães e ex. esposas?

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - PARTE II

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE II
O Primeiro estudo forense sobre violência doméstica refere que 12% das vítimas de agressões são homens.
Crescem os abusos cometidos de forma prolongada por parte das companheiras.
Em 2010.03.24. a comunicação social publicou que segundo um relatório da APAV todos os meses 15 homens são vítimas de violência doméstica.
A Rasi registou em 2011, 6200 ocorrências de violência doméstica exercida contra homens.
Um dos jornais diários existentes em Portugal, publicou em 02.03.2011, num artigo onde refere que a violência doméstica contra homens aumentou 56%. está a aumentar.
Dados da APAV, segundo Maria de Oliveira, registaram-se 904 homens agredidos.
O que não se explica, não faz parte das estatísticas, nem se relata que frequentemente as denúncias de violência física e psíquica exercida sobre o sexo masculino são rejeitadas, cinicamente desdenhadas pelas autoridades policiais, pelos tribunais e por todas as outras instituições acima referenciadas.
As mulheres insultam. humilham, cometem homicídio e infanticídio que justificam com o falso argumento que elas é que foram vítimas de violência doméstica e como tal é-lhes conferido o direito de matar.

João Lazaro da APAV aconselha que as vítimas, homens, diga-se “os arguidos”, inocentemente acusados de violência doméstica, devem recorrer a todas as vias para se defenderem incluindo o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - PARTE I

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE I
Sempre que em Portugal se discute o Orçamento de Estado, a comunicação social influenciada pelas Instituições de Solidariedade Social, cujo objectivo é a obtenção de aumento de subsídios, vem intoxicar a opinião publica e influenciar negativamente os tribunais que imbuídos em preconceitos sexistas que, por razões opostas, caí no mesmo fundamentalismo do velho acórdão da coutada do macho ibérico, conduz à condenação de inocentes, esquecendo que as crianças e o sexo masculino também são vitimas de violência doméstica.
Violência doméstica é para o mais comum dos cidadãos a agressão física exclusiva contra as mulheres, no interior da residência.
A violência doméstica não se resume a violência física nem é exclusiva do sexo masculino.
Pode ser exercida no interior ou no exterior do domicílio e ser praticada pelas mulheres.
Frequentemente, mais do que se pensava, as mulheres também exercem violência física e psíquica contra os seus companheiros.
Por vergonha, porque sabem que as suas denúncias não merecerão credibilidade das instituições, que tem a obrigação legal de defender os direitos dos cidadãos independentemente do seu sexo, os homens não denunciam as violências domésticas praticadas pelas suas companheiras.
Em Portugal existem 32 Instituições Públicas de Solidariedade Social (IPSS) que mais não são
que antros de parasitas e oportunistas que sobrevivem dos dinheiros públicos.   
LINHA NACIONAL DE EMERGÊNCIA SOCIAL (LNES); SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA; COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DO GÉNERO (CIG); ESTRUTURA DE MISSÃO CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA (EMCVD); AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL;  ASSOCIAÇÃO DE MULHERES CONTRA A VIOLÊNCIA (AMCV); CENTRO ANTI-VIOLÊNCIA; ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE APOIO À VITIMA (APAV); REDE NACIONAL DE GABINETES DE APOIO À VÍTIMA (GAV); GAV ALBUFEIRA; GAV BRAGA; GAV CASCAIS;  GAV COIMBRA; GAV FARO; GAV LOULÉ; GAV ODIVELAS; GAV PONTA DELGADA;  GAV PORTIMÃO; GAV PORTO; GAV SANTARÉM; GAV SETÚBAL; GAV TAVIRA; GAV VILA REAL; ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE MULHERES JURISTAS (APMJ); PLANTAFORMAS PORTUGUESA PARA OS DIREITOS DA MULHER; UNIÃO DE MULHERES ALTERNATIVA E RESPOSTA (UMAR); LINHA SOS MULHER; ASSOCIAÇÃO PRESENÇA FEMININA; FUNDAÇÃO BISSAYA BARRETO; SERVIÇO DE APOIO À MULHER VITIMA; POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA; GNR NÚCLEOS MULHER E MENORES.
Num total de 32 instituições de apoio à mulher “vitima,” sendo suspeito, a inexistência de uma única instituição de apoio à criança e aos homens vitimas de violência doméstica. Compulsando os estatutos da APAV, os associados fundadores, os elementos que compõem a direcção, conselho fiscal, a mesa da assembleia geral, observa-se um elevado numero de licenciados em direito, juízes conselheiros, desembargadores, procuradores da república, alguns militares e dois padres.
Numa associação de apoio à vítima direccionada exclusivamente para a defesa das mulheres, é “estranho” que de entre os seus 43 elementos só 14 são mulheres.
Desperta a atenção o facto da actual Procuradora Geral da República, ter sido ou é presidente da APAV.
Não deixa de ser curioso, sintomático, senão suspeito que a Presidente da Associação de Mulheres Juristas, que recentemente se insurgiu contra a meritíssima juíza Joana Ferrer, seja a distinta Procuradora Geral Dra. Maria Cândida Almeida e dos corpos sociais constem a Dra. Aurora Rodrigues, Procuradora Geral da República, Dra. Maria Teresa Féria de Almeida, Juíza desembargadora e Dra. Maria Isabel Sesifredo juíza de direito.
Sabendo-se que ocupam cargos de relevância política e judicial é legítimo questionar o dever de isenção e a existência de incompatibilidade dos cargos.
Tem-se séries reservas se tais figuras não influenciam de forma ilícita as decisões dos magistrados e dos juízes que sem qualquer investigação, fundamentados no foi ela que disse, em falsos testemunhos e livres convicções acusam em inquéritos e condenam inocentes conforme denuncia João Lazaro da APAV.
Como sobrevivem?
As Instituições Particulares de Solidariedade Social designadas por IPSS, são subsidiadas com dinheiros públicos.
No ano de 2015, foi-lhes aberta uma linha de crédito no valor de 50 milhões de euros a juros bonificados, pelo período de 7 anos com 2 anos de carência.
A Instituição Bancaria, Montepio Geral participa neste projecto disponibilizando às IPSS, em condições de mercado, um montante de crédito até 100 milhões de euros, com acesso facilitado por via do protocolo celebrado com o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social.
Um Estado que se diz em crise económica, que descaradamente rouba os aposentados e reformados, sobrecarrega com impostos os mais desprotegidos e os trabalhadores, faz aumentar o número dos desempregados provocando a falência das pequenas e médias empresas, corta na assistência médica, nos medicamentos, no ensino, fomenta e alimenta uma “sociedade de coitadinhos” subsidio dependentes obrigando-os a recorrer á sopa dos pobres, designadas por sopas solidárias, aos saquinhos do banco alimentar contra à fome, mas não investindo na criação de emprego, no desenvolvimento científico, tecnológico e cultural.
É do conhecimento geral que o Estado tem reduzido substancialmente as verbas destinadas aquelas instituições pelo que é de toda a conveniência incentivar as denúncias.
Mais denuncias, mais verbas. Mais verbas, mais “tachos” são garantidos.
Ultimamente as IPSS fazem uma campanha publicitaria sórdida e “agressiva” incentivando as mulheres a denunciar hipotéticos crimes de violência doméstica.
Estás pessoas são más pessoas, frustradas, sem sentido de responsabilidade, humanidade, respeito pelo seu semelhante e dos direitos humanos.
Não se apercebem que o seu comportamento faz aumentar a violência, destrói irremediavelmente os laços familiares e como últimas vítimas as crianças cujos direitos juram defender.

Assim frequentemente assistimos a crimes de infanticídio e violência materna sobre as crianças como no caso recente da mãe que se atirou ao mar com as suas duas filhas de quatro anos e dezanove meses. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

EUTANASIA


EUTANÁSIA

Um dos meus “amigos” do FB solicitou a minha opinião quanto à prática da Eutanásia.

Não defendo nem sou contra mas entendo que conforme temos o direito à vida e a viver com dignidade, devo ter direito à morte com a mesma dignidade.

A vida é um bem preciso para ser bem vivida e não um estado interminável de sofrimento, como tenho assistido na minha prática clinica, que frequentemente nos transporta para o suicídio.

DIREITO Á VIDA

O numero 1, do artigo 24º da Constituição da República Portuguesa diz que  “A vida humana é inviolável.”

A questão é que a Lei não prevê as doenças em fases terminais em que o ser humano já não vive mas vegeta, perdendo toda a sua dignidade enquanto humano.

DIGNIDADE HUMANA

A dignidade humana é a qualidade de quem é digno, ou seja, de quem é honrado, exemplar, que procede com decência, com honestidade.

Inerente aos seres humanos, enquanto entes morais e éticos, é o amor-próprio, o brio, a qualidade moral, que inspira respeito, a consciência de si mesmo, sendo uma das questões mais frequentemente presentes nos debates bioéticos, abrangendo uma diversidade de valores existentes na sociedade.

A dignidade é totalmente inseparável da autonomia para o exercício da razão prática, é por esse motivo que apenas os seres humanos revestem-se de dignidade.

Trata-se de um conceito adaptado á realidade, á modernização da sociedade, devendo estar em conluio com a evolução, as tendências modernas e das necessidades do ser humano.  

A dignidade de um indivíduo representa a sua “integridade moral.”  

Um ataque a essa dignidade é caracterizado como “danos morais” e se judicialmente  provado cabe uma reparação ao ofendido.

Segundo Immanuel Kant (1724-1804), na "Fundamentação da Metafísica dos Costumes"  defendia que as pessoas deveriam ser tratadas como um fim em si mesmas, e não como objectos.

A dignidade é o valor de que se reveste tudo aquilo que “não tem preço”, ou seja, que não é passível de ser substituído por um equivalente, compreendendo tudo o que se encontra acima de qualquer preço.

"No reino dos fins, tudo tem ou um preço ou uma dignidade.”

Ingo Wolfgang Sarlet preceituou que a dignidade da pessoa humana é uma qualidade intrínseca e distinta de cada ser humano que o faz merecedor do mesmo respeito e consideração por parte do Estado e da comunidade.

implica uma complexidade de direitos e deveres fundamentais que protegem a pessoa contra todo e qualquer acto degradante e desumano, garantindo-lhe as condições mínimas para uma vida saudável, promovendo a sua participação activa e co-responsável nos destinos da sua própria existência e da vida em comunhão com os demais seres humanos.

Diz o numero 3. do artigo 26º da Constituição da República Portuguesa que  a lei garantirá a dignidade pessoal e a identidade genética do ser humano, nomeadamente na criação, desenvolvimento e utilização das tecnologias e na experimentação científica.

EM ANALÍSE

Não havendo consciência de si mesmo, autonomia para o exercício da sua dignidade, não estando reunidas as condições mínimas para uma vida saudável, garantes de uma participação activa e co-responsável nos destinos da sua própria existência e da vida em comunhão com os demais seres humanos, o princípio da dignidade da pessoa humana deixa de ter um valor moral e espiritual, ainda que inspirem respeito.

As pessoas deixam de ser tratadas como um fim em si mesmas e frequentemente ficam sujeitas a actos degradantes e desumanos.

O meu poema ora transcrito traduz bem a minha posição quanto à eutanásia.

VELHICE

Oitenta e cinco anos.

Ali se encontrava, ela

Numa maca deitada.

Consciente, não colaborante

Nem orientada,

No tempo, ou no espaço.

Fácies inexpressiva indiferente

Completamente ausente,

Da vida.

O seu corpo inerte, degradado,

Sem higiene, mal tratado,

Era um amontoado

De escaras e equimoses.

Observei-a.

Sem ais de sofrimento,

Sem queixume, sem lamentos,

Delicadamente

Afastou a minha mão, inconsciente,

Como quem diz:

- Que fazes tu?

- Deixa-me em Paz!

- Já fui!

- Nada sou!

- Não sei onde estou!

- Nem para onde vou!

- Ainda que ausente

- Só me resta a mente!

- A recordação, de ter vivido, ter criado.

- Agora aqui estou dentro de um corpo,

- Vegetativo, semimorto,

- ABANDONADO

- Como lixo, que ninguém quer

- Que se mantêm vivo?

Nos cuidados Paliativos.

Da morte não tenho medo MAS DO DEGREDO

De um dia, assim VIVER???????.

Nelson de Brito.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

CRONICA DO DIA 09.02.2016


CRÓNICA DO DIA 09.02.2016

Sempre que me desloco para o meu local de trabalho, tenho de percorrer 200 km, passo a viajem a pensar.

Uns pensam, mas não pensam, outros pensam no que devem e outros pensam no que não devem.

Penso que penso no que não devo e esse é o meu grande mal.

Eram 05.30h da manhã e dava-me a pensar no que não devo, como é meu habito.

Nasci, cresci, fui adolescente, jovem, adulto e agora júnior, como soi dizer-se.

Estudei durante 30 anos para ser médico especialista.

Continuei e continuo a estudar, pós graduações, porque nós somos “obrigados” a estar em permanente actualização com o objectivo de contrariar a morte.

Olho para trás e que vejo eu? Nada!

Assimilei conhecimentos para quê? Nada!

Nada porquê? Porque a minha vida, como a de todos os mortais, está em contagem decrescente e quando eu “partir” o conhecimento adquirido vai-se comigo.

Não nego que “curti,” mas… a vida é muito curta, mais curta do que nós pensamos e ainda mais curta porque vivemos num planeta infectado.

O cigarro mata, a poluição mata, as carnes vermelhas matam, as carnes brancas tem hormonas que matam, os peixes estão contaminados com químicos que matam, o leite tem antibióticos que matam, os vegetais tem pesticidas que matam, as bebidas contem açucares e outros elementos químicos que matam, a água dos rios contem radiações que matam, os prédios emitem radiações que matam, o excesso de sol mata, o frio mata, e como senão bastasse qualquer microrganismo como os vírus, que mais não são que simples proteínas, matam.

Temos ainda o dengue, chikungunya, a febre amarela, a malária, o HIV, a HB, a HC, e mais recentemente o Zika que têm infectado e levado à morte milhões de pessoas.

Exclui os acidentes de trabalho, domésticos, de lazer, de viação, de aviação, as bombas, as guerras, os suicídios, os homicídios, as doenças e os cancros.

Assim cercado, sou um prisioneiro da morte que me ameaça a vida a cada milésimo de segundo.

Depois interrogo-me:

- Onde está a liberdade?

- Onde está a felicidade?

- Onde está a Paz?

- Onde está o viver um dia de cada vez se num milésimo de segundo posso estar morto.

- Como posso eu um “cercado” libertar os outros do “cerco” da morte?

Daqui a 2 horas vou fazer uma cesariana.

O bebe está “cercado” porque não tem quase liquido amniótico e está “sentado” (pélvico, dizemos nós).

Quando o ajudar a nascer, vou olhar para ele e pensar, como é meu habito.

Que veio esta criança cá fazer se está imediatamente “cercado?”

É “tramado” não é?

Já sei que vão dizer que a vida é bela!

Pois é! Mas, quem gosta de estar preso, digamos “cercado” pela foice da morte?