terça-feira, 25 de outubro de 2016

REINO UNIDO – CRIANÇAS DE PAIS PORTUGUESES SOB ALÇADA DOS SERVIÇOS SOCIAIS INGLESES


Os Serviços Sociais Britânicos, numa perspectiva da comunicação social Portuguesa, mais não são que um bando de criminosos capaz de retirar crianças às famílias emigradas, para as “vender” a casais ou a famílias de acolhimento.
Após inúmeros “choradinhos,” como é comum e inerente à personalidade do “coitadinho,” que define o português, foi criada uma plantaforma contra as adopções forçadas em Inglaterra o que se entende por louvável para a defesa dos direitos juridicamente protegidos das crianças consagrados na Lei, Organização Tutelar de Menores, Código Civil Português e na Declaração Universal dos Direitos do Homem e da Criança.
Presumindo-se que a Segurança Social Inglesa procede ilegalmente, violando os direitos das crianças e dos seus progenitores, o que nos parece pouco credível, deve ser investigada e responsabilizada pelos ilícitos.
Cabe perguntar à comunicação social portuguesa, essencialmente à TVI, da razão que os impedem de denunciar publicamente a Segurança Social, Comissão de Protecção de Menores e Jovens em Risco, Ministério Público, Tribunais de Família e Menores, SOS criança, União das Mulheres Alternativas e Resposta, Assistência Democrática de Defesa dos Interesses e Igualdade das Mulheres, Associação Portuguesa de Apoio à Vitima, Comissão para a Igualdade do Gênero, entre outras, constituídas em Instituições Públicas de Solidariedade Social, que vem regularmente à praça pública, aquando da discussão do orçamento do Estado, reclamar mais e mais subsídios, mas de eficácia comprovadamente reduzida e que não defendem os direitos das crianças.
O cinismo desta gentalha, que sobrevive dos impostos dos seus concidadãos, reflecte-se nos incentivos às denuncias, tipo PIDESCO, sobre a exploração sexual, trabalhos forçados, ofensas à integridade física e psíquica das crianças quando o denunciante, progenitor, pode ser confrontado com processos judiciais de difamação ou ameaçado de morte.
Atente-se nas denuncias de uma criança perante os agentes policiais e nas ameaças proferidas num posto policial por um “suposto amigo” da progenitora de um menor, à data com 8 anos e pergunte-se o que aconteceu ao agressor.
Absolutamente nada!
As instituições referidas, onde se inclui os agentes da justiça não encetaram qualquer procedimento porque estão mais interessados em defender os interesses da progenitora do que os interesses da criança.
A criança, actualmente um jovem de 15 anos de idade, desde há oito anos que é obrigada a pernoitar na sala de jantar, enquanto o seu pai paga 600€ de pensão de alimentos, e a conviver com o agressor que lhe dizia frequentemente que dava uma tarei e matava o pai.
Agressor que é “funcionário” da SPDE, empresa de segurança privada cujos elementos se encontram indiciados por associação criminosa, exercício ilícito da actividade de segurança privada, extorsão, coação, ofensa à integridade física qualificada, ofensa à integridade física agravadas pelo resultado, posse de arma proibida e favorecimento pessoal.
Agressor que se encontra referenciado, como é comum as instituições afirmarem após os crimes sobre as crianças terem sido cometidos.
A recém-criada Plantaforma Grupo de Advogados Contra as Adopções Forçadas deviam manifestar a mesma preocupação pelos direitos das crianças portuguesas que diariamente sofrem violência física e psíquica.
Como alguém afirmou.
“Esta realidade não pode continuar! As crianças merecem uma infância feliz e não são descartáveis!”

A questão principal é que a pobreza, os sem abrigo e as crianças, enquanto vitimas, fazem movimentar milhões e dão emprego a milhares.