quarta-feira, 17 de agosto de 2016

EM PORTUGAL NÃO EXISTE IGUALDADE DE OBRIGAÇÕES FISCAIS


IGUALDADE DIREITOS INCLUINDO OS FISCAIS.
Todos os anos por esta altura os contribuintes portugueses são notificados para a liquidação de impostos directos (IRS e IRC), pagamentos por conta (PC), sendo ameaçados com penhoras de bens.
Entretanto os contribuintes de relevância contributiva e económica, (vide LGT) impunemente dão continuidade ás fraudes, evasões fiscais, e lavagem de capitais.
Quem são eles?
Vejamos:
Banco Português de Negócios (BPN) 3,2 mil milhões de €; Banco Privado Português (BPP) 966 milhões; Banco Espírito Santo (BES) 3,9 mil milhões; Banco Internacional do Funchal (BANIF) 2,6 mil milhões; Novo Banco (BN) 4,9 mil milhões; Caixa Geral de Depósitos (CGD) 205,2 milhões; Submarinos 1,026 mil milhões; o Estado Português deu 8,8 milhões à Federação Português de Futebol para pagar dividas fiscais, a Mota Engil vai pagar em prestações 6,1 milhões de dividas com anos de atraso para evitar julgamento dos seus responsáveis.
A soma só destes casos, excluídos outros menos relevantes e que desconhecemos, representam aproximadamente 17 mil milhões de euros, quase 10% do produto interno bruto (PIB) referente ao ano de 2015, e 8% da divida pública portuguesa.
Estamos na presença de crimes fiscais, lavagem de capitais, fuga aos impostos, burlas agravadas, etc..
Entretanto, os responsáveis por estes crimes, indiciados (arguidos) por tais práticas criminosas, continuam “alegremente” a passar férias no Algarve, não são julgados nem ameaçados de penhoras.
Após o 25 de Abril de 1974, os jovens, “políticos de esquerda” dessa altura, escreviam grafites nas paredes. Um deles dizia.
----------------------------------------------“OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE”
Hoje, Homens?, de direita ou de esquerda, sem dignidade, deviam mandar escrever.
----------------------------------------------“OS POBRES QUE PAGUEM A CRISE”
O que me incomoda é não haver por aí, ao virar da esquina, com o devido respeito e admiração,  UM GENERAL EANES, para ver se dava-mos a volta a este País.