terça-feira, 30 de agosto de 2016

ATÉ AO LIMITE DA HONRA

Ontem vi um filme “ATÉ AO LIMITE DA HONRA”, que narrava a historia de uma mulher, que contrariando todos os preconceitos sócio/culturais existentes na vida militar, alistou-se nas tropas de elite dos USA, onde só existiam homens.

RETIVE AS FRASES.
«Nunca vi um animal selvagem ter pena de si mesmo».
«Um pássaro cai morto de cima de uma árvore, sem nunca ter sentido pena de si próprio».
«O melhor da dor é que ela mostra que ainda não estamos mortos».

Ainda que não seja um selvagem no mau sentido da palavra, a verdade é que nunca senti pena de mim. A “dor” que me tem sido provocada nos últimos dez anos desencadeia e faz reagir o meu lado “selvagem” mostrando que ainda não estou morto, antes mais forte e sempre disponível para enfrentar todas as formas agrestes da vida.

ENTENDO QUE OS LIMITES DA HONRA SÓ TERMINAM COM A MORTE.
HONRA E MORTE SÃO AS CARACTERÍSTICAS DOS HERÓIS.