quinta-feira, 30 de junho de 2016

VIOLÊNCIA SOBRE AS CRIANÇAS -

CATARSE
VIOLÊNCIA SOBRE AS CRIANÇAS
No espaço de seis meses cinco crianças foram vitimas de homicídio praticado pelas suas “santas” mães.
Homicídios por afogamento, enforcamento e inceneração que em termos médico/legais são de violência extrema que transcende a compreensão humana, ou não. 
A violência sobre as crianças não se resume unicamente aos homicídios que chegam ao conhecimento publico através da comunicação social.
Agressões físicas, injurias, violações por familiares próximos, padrastos, desconhecidos “engatados” na net pelas progenitoras dos menores, ofensas sexuais ou actos sexuais na presença das crianças, por vezes com o consentimento dos familiares e dos avós, alienações parentais, ausência total de cuidados como má alimentação e higiene que são os mais frequentes e menos divulgados.
Enquanto criança, fui vitima de maus tratos físicos, alienação parental, e assisti a actos que não devia ter assistido.
Pese embora não me reconhecer como um “traumatizado” portador de recalcamentos, segundo a psiquiatria e a psicologia, é verdade que todos os actos a que assisti, os maus tratos de que fui vitima, e a alienação parental a que fui submetido, marcaram de forma gravosa, perseguiram-me e perseguem durante toda a minha vida.
Perguntar-se-ão como me licenciei em Medicina e como cheguei a especialista em ginecologia/obstetrícia.
Genético, meus queridos! Nada mais que que isso!
A inteligência, a vontade comandada pela mesma e a força de vencer.
Sou o que sou, e se sou devo-o a mim mesmo porque a minha mãe interrompeu-me os estudos aos 12 anos de idade.
Paguei os meus estudos, quer do liceu, quer da Faculdade, com o esforço do meu trabalho, normalmente partes time, e nunca me foi conferida uma bolsa.
Os meus familiares sabem muito bem que assim foi e ainda aí estão para o testemunhar.
É um grande romance que um dia será escrito.
Ainda que tenha os conflitos da minha infância resolvidos ou meio resolvidos, sempre que ouço, vejo, ou é do meu conhecimento os maus tratos a crianças, todos os sentimentos de raiva, ódio, vingança, conduzem-me a um estado de revolta e a uma vontade controlável, felizmente, de justiça pessoal.
Da minha experiência, das provas reunidas, é-me permitido afirmar que A Comissão de Protecção de Menores e Jovens, a Associação Portuguesa de Apoio à Vitima, bem como outras congéneres, o Ministério Público e principalmente a sociedade em que vivemos, são uma fraude, uma “cambada” de oportunistas e parasitas que vive dos nossos impostos.
Poucos são os que defendem os Direitos Juridicamente Protegidos das nossas crianças e jovens e é por isso que são violentadas e assassinadas de forma macabra.
Reparem que todos os criminosos e criminosas de crianças estão “referenciadas” dizem eles de forma tão imbecil que nem dá para acreditar.
Os meus caros “amigos” entendem agora porque escrevo o que escrevo como por exemplo “as confissões públicas de um bipolar”?

um cancro da mama, do ovário, do útero, ou do colo do útero, mas estou impedido de o fazer. Só as vivências garantem as opiniões avalizadas e não o que estudamos nos livros técnicos. Tecnicamente posso dissertar sobre Juízo de valor ou tecer considerandos comportamentais sobre o que sente o doente e o que o transporta para comportamentos como homicídios, homicídios seguidos de suicídio, ou infanticídios. REFERENCIAR NÃO É O MESMO QUE PREVENIR.