terça-feira, 28 de junho de 2016

REDES SOCIAIS E O CRIME ORGANIZADO

Diariamente somos confrontados com assaltos, homicídios, suicídios, homicídios seguidos de suicídios, infanticídios, parricídios, matricídios, crimes violentos perpetrados por organizações criminosas com tentáculos no narcotráfico e redes terroristas, trafico de humanos, pedofilia, raptos, violações de crianças e menores.
As redes sociais como o Facebook, Linkedin, e sites do tipo casamenteiro são meios férteis, utilizados por criminosos para a pratica de alguns destes tipos de crimes.
Os criminosos omitem dados pessoais, “amigos”, falsas identidades, publicam fotos atractivas, e outras características chamativas com o objectivo de seduzir as suas vitimas.
Maior é o perigo e o risco quando as vitimas sofrem de perturbações mentais (esquizofrenias bipolaridade, estados depressivos graves), são crianças com idades inferiores a 12 anos, ou adolescentes com idades inferiores a 18, principalmente quando são do sexo feminino.
Apesar do alerta que tenho dado nas minhas publicações, observo que muitos pais continuam a publicar fotos dos seus filhos menores, algumas de cariz erótico, e até permitem que tenham uma página, falseando as idades e outros dados pessoais.
Não me revejo num salvador da Pátria e muito menos do Mundo, mas não suporto que seja permitida a exposição de doentes mentais e crianças a estes criminosos.
Além disso, tenho sido “ameaçado” e “incomodado” por “anónimos” que descobri serem “amigos” de uma ex. minha “amiga” e que exercem actividades ilícitas.
Quem se “esconde” tem um objectivo e todos sabem qual é.
Como combater estes crimes e criminosos?
Os Estados devem obrigar, urgentemente, as empresas que gerem as redes sociais, que só podem admitir utilizadores, nas suas redes, desde que estes transcrevam, tornem visível e público o numero de cartão de cidadão ou do bilhete de identidade, numero de contribuinte, bem como profissão e entidade empregadora.
Formula simples de combate ao crime organizado existente nas redes sociais.