quarta-feira, 15 de junho de 2016

CRONICA DO DIA 14 DE JULHO DE 2016 “JUSTIÇA TIROU FILHO A MULHER FILMADA A FAZER SEXO” CASO II

CRONICA DO DIA 14 DE JULHO DE 2016
“JUSTIÇA TIROU FILHO A MULHER FILMADA A FAZER SEXO”
CASO II

Os progenitores de uma criança de 7 anos de idade, decidiram que, após o divorcio, a regulação do Poder Paternal e guarda da menor seria partilhada.
Decorridos aproximadamente 2 anos e após ter tomado conhecimento que o progenitor tenta reorganizar a sua vida com outra pessoa, a progenitora entra em “descompensação” dando inicio a uma perseguição “cerrada” utilizando as redes sociais, meios de comunicação como o telemóvel, faz escândalos na via pública, à porta da residência que foi comum, injuriando de vaca, cabra e filha da puta a actual companheira do progenitor, o que desencadeou um processo no Tribunal de Família e menores que para espanto foi arquivado.
Vivendo só em casa dos seus pais, avós maternos do menor, fica no “engate” nas redes sociais até às duas /três horas da manhã, manifestando um desinteresse total pela criança.
Não a transporta à escola dentro dos horários normais, não lhe presta os cuidados necessários de alimentação e higiene. Indaga da criança sobre o que se passa na casa paterna e por vezes agredi a menor.
Nas redes sociais devassa a sua vida privada, denegri a imagem paterna com desconhecidos, confia a menor a uma “amiga” enquanto vai para as discotecas, para conhecer outros “gajos,” segundo a sua terminologia.
Ingere bebidas alcoólicas, tendo sido interceptada, às 05 da manhã, numa operação Stop.
Com a conivência dos seus superiores, utiliza o sistema informático dos serviços e o contacto pessoal para o “engate” no seu local de trabalho.
Com a passividade dos seus progenitores, avós maternos da criança, utiliza a residência destes, onde introduziu cinco (5) desconhecidos, nos últimos  sete (7) meses, a maioria casados a pais de filhos, “engates de ocasião,”  (Daniel da Maia, Victor Maia, Miguel da Maia, Gabriel da Maia, Joaquim da Maia, Alberto da Maia, Victor Brasileiro, Victor da Figueira da Foz, Victor de Lisboa, Daniel Kambou de Lille, Luís Miguel de Viseu, Sérgio do sexo tântrico, Márcio de Felgueiras), enquanto a criança dorme ou simula, num quarto ao lado.   
Mais uma que “está referenciada” até ao dia em que “aconteça alguma coisa à criança”.
Mais um caso onde não se vislumbra qualquer actuação da justiça Portuguesa, presumindo-se que tal se deve ao facto de não ter sido publicado no youtube.
Poder-se-á entender que o texto tem por objectivo denunciar, o que não corresponde à verdade.
Não se refere a alguém em particular e qualquer ilação retirada é de quem a fizer, não cabendo ao autor qualquer responsabilidade.
Os factos narrados, sendo até mais graves, correspondam à verdade, mais não visam que denunciar a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco e todas as entidades que tem a obrigação judicial de defender os interesses e direitos juridicamente protegidos das crianças, mas que ficam na expectativa “que aconteça alguma coisa” para depois actuar.