sábado, 25 de junho de 2016

BREXITE A VONTADE POLITICA

BREXITE A VONTADE POLITICA
Múltiplos partidos. Vários lideres políticos com a sua própria ambição de Poder.
Cada um deles tem a sua própria vontade politica que erradamente pensa ser a melhor para todos os seus concidadãos.
O Politico propõe determinado objectivo politico que vai a votos.
Os votos dividem-se em 52% a favor.
Portanto são 48% contra.
Se ganhar o a favor, que dizer que a vontade dos que são contra ficou prejudicada.
Se ganhar o contra, a vontade dos que são a favor prejudicada fica.
Ora isto desencadeia fracturas na sociedade e por vezes sentimentos de revolta.
O que não se compreende é porque razão os que votam a favor são considerados esquerdistas, xenófobos, nacionalistas, populistas, independentistas, fundamentalistas equiparados aos nazis, e ameaçados com os “mercados”, com as descidas das acções e crises económicas.
Se ganhar o contra os adjectivos são os mesmos.
A favor ou contra é irrelevante porque quem decide o que é bom ou mau para um Povo são os “mercados”, os investidores e os accionistas.
Assim a vontade de um Povo, os interesses de um País, são irrelevantes desde que “prejudiquem” os interesses económicos.
As Nações que aderiram à EU e à moeda única perderam, o seu passado histórico, a sua cultura, a sua identidade, o seu poder de decisão e de decidir o seu destino, em suma a sua independência.
Quem verdadeiramente manda é o Banco Central Europeu, o Fundo Monetário Internacional e meia dúzia de “senhores”, não eleitos, mas colocados em Bruxelas na defesa dos interesses económicos.
Entretanto, a pobreza, a mendicidade, a fome, o desemprego, aumentam de forma assustadora.
Uma quantidade imensurável de oportunistas, parasitas, que constituem o Parlamento Europeu, enriquecem desmesuradamente, enquanto o mais comum dos cidadãos é sobrecarregado de impostos, que em Portugal, os impende de respirar economicamente.
Os Dinamarqueses aos gregos, passando pelos franceses, são cada vez mais os europeus a desconfiar da EU.
Afirma-se que os resultados do referendo de 23 de junho, ameaçam agravar ainda mais os problemas do Velho Continente e criar uma nova vaga de NACIONALISMOS, mas aceita-se que os NACIONALISTAS da Escócia, Irlanda, e Catalunha, deixem de fazer parte integrante da Inglaterra e Espanha para se subjugarem aos interesses económicos dos mercados económicos da EU liderada pela Alemanha.
Não implica que os países que geograficamente ficam na Europa constituam a uma Nação, semelhante aos Estados Unidos da América, da qual todos tenhamos obrigatoriamente de ser cidadãos.
Não sou eurocético porque nunca me revi como europeu, nem fui questionado se queria ser ou não cidadão europeu.
Os mais interessados nesta salgalhada, a que chamam EU, são os MERCADOS financeiros que mais não fazem que extorquir, enviando milhões para a fome, a miséria e destruindo a dignidade humana.
Se falamos de FUTEBOL os NACIONALISMOS tem justificação, são enaltecidos, louváveis e patrióticos, onde até se canta o Hino de cada Nação, como agora estou a ouvir o da Croácia.
VENHA DAÍ UM REFERENDO! JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!