quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. PARTE IV

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE IV
A crise faz disparar homicídios porque em Portugal existem 2,9 milhões de pessoas a viverem no limiar da pobreza.
Um psicólogo forense associa o aumento dos crimes à crise que atinge Portugal, referindo que a crise financeira e social está associada aos crimes.
O Ministério Público diz que a crise produz uma maior conflitualidade e dá como exemplo as pessoas que se querem separar, mas não tem condições nem dinheiro para o fazer e acabam "amarradas" a conviverem com a pessoa que não querem.
A Associação para a Intervenção Juspsicológica estabelece uma ligação clara entre o aumento do crime violento, de uma forma geral, e a crise do País.
O Presidente da Associação Sindical dos Juízes admite que o acréscimo de violência pode estar associado à crise.
A Dra. Sónia da Associação da Apoio à Vitima (APAV), à qual pertence o senhor Daniel, considera que o fenómeno "tem de nos fazer pensar a todos e às Instâncias Superiores que é preciso apostarem na prevenção que passa por aumentar o numero de psicólogos nas escolas, centro de saúde e nos tribunais."
A Dra. Sónia entende que aumentar o numero de psicólogos faz parte da prevenção.
Sendo certo que a crise é a causa que faz disparar o numero de homicídios e suicídios não é necessário aumentar o numero de psicólogos, mas sim acabar com a crise.
Seguindo o raciocínio da Dra. Sónia e de outros psicólogos à procura de "tachos" propõem-se que se elimine de todos os maços de cigarros as palavras "o cigarro mata".
Os fumadores devem continuar a fumar, aumenta-se o numero de pneumologistas, cirurgiões, oncologistas nas escolas, centro de saúde, e hospitais como forma de prevenção.
Em processos de regulação do poder paternal, as mulheres, sistematicamente utilizam e abusam dos meios processuais, denunciando hipotéticos crimes de violência domestica, com a finalidade de que contra os progenitores sejam instaurados procedimentos criminais.
Destas formas ilícitas obtêm a guarda dos menores e o consequente enriquecimento que lhes advêm da pensão de alimentos.
As crianças são entregues às progenitoras sabendo-se que são abandonadas ou entregues a terceiros, porque não podem, nem são obrigadas a estar com elas 24 horas.
Terceiros que frequentemente são “supostos companheiros” alcoólicos, consumidores, traficantes ou ex. alcoólicos, ex. consumidores ou ex. traficantes de estupefacientes cujos vícios são sustentados através da pensão de alimentos a que as crianças têm direito e que é paga pelos seus progenitores.  
A Dra. Sónia, o Ministério Público, Psicólogo Forense, o Presidente da Associação Sindical dos Juízes, a Associação para a Intervenção Juspsicológica, contrariam a opinião do Dr. Daniel.