quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.PARTE III

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
PARTE III
O Sr. Daniel Cotrim assessor técnico da APAV, Instituição Portuguesa de Solidariedade Social (IPSS) que os contribuintes Portugueses são obrigados a subsidiar através dos seus impostos, afirmou, em entrevista a um diário, publicada em 14.07.2013, que não há uma correlação directa entre as crises económicas e a violência.  
Presumindo-se que não há, o senhor Daniel deveria fundamentar a sua afirmação e explicar a existência das múltiplas formas de violência onde um dos intervenientes tem por objectivo a libertação e o outro a opressão.
Diz o senhor Daniel que o oprimido se mantem sob o domínio do opressor porque não arranja emprego, casa, forma de se automatizar, que não tem dinheiro para se deslocar à APAV e que por tais razões fica onde está.
Há ou não uma correlação directa entre a crise económica e a violência?
Refere a existência de um serviço de chamadas de apoio continuado, que depois faz uma avaliação do risco e estabelece um plano de segurança pessoal.
Não se vislumbra a razão pela qual as vítimas podem telefonar para o dito serviço de apoio continuado da APAV quando podem e devem comunicar às autoridades Policiais ou ao Ministério Público.
Desconhece-se qual é o método utilizado pelo senhor Daniel que lhe permite fazer uma avaliação do risco por via telefónica quando há supostas vítimas que mentem e até conseguem que muitos inocentes se encontrem na prisão.
Quanto ao plano de segurança pessoal que o senhor Daniel estabelece, todos gostaríamos de saber se é pela contratação de "guardas- costas."
Assim sendo, o senhor Daniel está a dizer que a APAV tem funções Policiais.
Admira-se a estratégia de defesa do senhor Daniel que devia ser adoptada pelo exercito dos Estados Unidos e pelos Russos.
Diz ele que a vitima não se deve fechar na Casa de banho porque aí não existem janelas e assim fica encurralada. 
Presumindo-se que todo o cidadão é uma vitima potencial, o senhor Daniel sugere que todos devemos defecar ou urinar na via publica porque assim não se corre o risco de ficar encurralado.
Aconselha a vitima a não fugir para a cozinha onde há facas.
Mais fácil seria eliminar as facas ou as cozinhas e assim as potenciais vitimas passariam a fazer as suas refeições nos restaurantes ora em crise.
Sugere que as vitimas também não devem fugir para as varandas porque podem ser empurradas.
Propõem-se que os novos planos urbanísticos e arquitectónicos eliminem as varandas dos edifícios ou na melhor hipótese se construam unicamente casas térreas, de preferência sem janelas.
Finalizando, aconselha a vitima a gritar por "fogo" e não por socorro.
Elimina as casas de banho que diz que não tem janelas, elimina a cozinha por causa das facas, elimina as varandas, portanto só resta o quarto de dormir e a sala de jantar ou estar.
O senhor Daniel entende que se a vitima berrar por fogo no quarto de dormir ou na sala será ouvida e ajudada por algum vizinho mais curioso.
Ouvir uma vizinha a gritar que há fogo no quarto de dormir poder-se-á entender que ela está a “arder.”
Qual será o plano do senhor Daniel se o opressor e o oprimido viverem entre o terceiro e o vigésimo andar?
O senhor Daniel deveria ser entrevistado sobre a violência contra às crianças, mas a APAV não está interessada nesse assunto porque económica e publicitariamente não é rentável.
Nunca algum português presenciou pósteres publicitários de crianças agredidas, violadas, assassinadas, violentadas psíquica e afectivamente.
Diz o senhor Daniel que existem 37 casas de "abrigo" e que não há vagas.

Pergunta-se se nessas casas de "abrigo" existem crianças e homens violentados pelas suas mães e ex. esposas?