quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A MERITISSIMA JUIZA JOANA ANDRADE/ APMJ - VIOLÊNCIA DOMÉSTICA-PARTE IX

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
PARTE IX
A comunicação social tem vindo a denegrir a imagem da meritíssima Juíza Joana Ferrer Andrade, divulgando que estudou História, Filosofia e Francês, fascínio pela língua alemã, que estuda há mais de seis anos, paixão, adoração, que nunca escondeu, pela história da Alemanha e pelo período nazi, algo que os colegas veem como o lado mais “esotérico” da magistrada.
Que sente um fascínio pelas figuras que nesse tempo tentaram derrubar o regime nazi, mantendo intocável a “homenagem a todos aqueles que se opuseram” a Adolf Hitler.
Que no seu gabinete existiam imagens de algumas personagens Nazis que causaram incómodo entre alguns colegas conduzindo a uma inspecção do Conselho Superior da Magistratura e que se viu obrigada a retirar os quadros da parede.
A imbecilidade jornalística é de tal forma grave quando transcrevem que a meritíssima juíza “gosta de assistir aos jogos da selecção de futebol alemã no Goethe-Garten,”que há anos aprende a língua de Wagner,” sonha com o dia em que possa voltar à Alemanha,” “sente que transporta em si algo muito próprio que a liga àquele país do norte da Europa,” porque propositadamente induz a erros de interpretação, e a juízos de valor, “NAZISMO,” configurando crime de difamação e injuria,
Em manifesta contradição e má qualidade jornalística “acusam” a meritíssima juíza Joana Ferrer Andrade, de ser particularmente sensível a questões que envolvam a violação de “direitos humanos,” defensora da “disciplina” e do “rigor” frontalidade, que na sua pequena e humilde escala, não veio trazer paz, mas a espada, contra a soberba, o abuso, a ignorância e o preconceito que existem até onde seria suposto não existirem.”
A opinião pública portuguesa toma conhecimento que para a boa decisão da causa, que envolvam crimes de violência doméstica contra os homens, os juízes ficam rigorosamente proibidos de estudar História, Filosofia, Francês, Alemão, paixão, adoração pela história da Alemanha e período nazi, e pelas figuras que nesse tempo se opuseram” a Adolfo Hitler. Impedidos de assistir aos jogos da selecção de futebol alemã, aprender a língua de Wagner, sonhar ir à Alemanha, sentir que algo os liga àquele país do norte da Europa, sob pena de suspeição de serem considerados “NAZIS,” sujeitos a processos disciplinares e aos consequentes pedidos de escusa dos processos por violação do dever de imparcialidade e isenção.
As mais duras criticas vieram da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, instituição presidida pela juíza desembargadora Teresa Féria e de que Cândida Almeida é presidente da assembleia geral, que em comunicado, os seus membros mostraram “preocupação” face às expressões usadas pela juíza, “pelo que estas revelam sobre a persistência de pré-juízos desconformes com o legalmente estipulado sobre o modo de agir com vítimas de violência doméstica.”
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, informa publica a sua preocupação porque a meritíssima juíza Joana Ferrer Andrade, exigiu que Bárbara Guimarães apresenta-se provas dos factos pelos quais acusa o seu ex. marido.
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas informa publicamente que os meritíssimos juízes estão impedidos de agir em conformidade com o Código Penal Português, mas segundo o “estipulado sobre o modo de agir com vítimas.”
Segundo a presume-se a existência de critérios de acção diferenciado (VIP) para as vitimas do sexo feminino que se resumem a condenar o arguido mesmo sem provas.
Na “censura” que fez a Bárbara Guimarães em pleno julgamento, tal como na incredulidade pelos anos que a apresentadora levou a apresentar queixa, a meritíssima juíza estaria a “testar” o testemunho da vítima, que é usada pelos magistrados para perceber quem está a “inventar” ou a “empolar” realidades.
Associação Portuguesa de Mulheres Juristas a vem a publico manifestar a sua “preocupação” porque alguns meritíssimos juízes utilizam “tácticas” para “testar” o testemunho das supostas vitima, ou seja, a descoberta da verdade.
Facilmente se depreende que a Associação Portuguesa da Mulheres Juristas pretende que os meritíssimos juízes fiquem impedidos de utilizar “tacticas,” para perceber quem está a “inventar” ou a “empolar” realidades e proibidos de exigir provas, ás supostas vitimas de violência doméstica.
Partem da premissa que que todo o homem acusado de violência doméstica é culpado violando o Direito de presunção de inocência a que todo o ser humano tem direito.
Diz o senhor Daniel da APAV que as mentalidades devem ser mudadas.
As mentalidades da APAV, da Associação Portuguesa da Mulheres Juristas, da GAV, da UMAR, dos juízes, dos magistrados, dos Tribunais de Família, dos Tribunais criminais, devem ser mudadas.
Os hipotéticos crimes de violência doméstica, à semelhança de qualquer crime, devem ser investigados e as provas apresentadas, com exigiu a meritíssima juíza Joana Ferrer Andrade, descobrir-se-á que as supostas vitimas não são tão vitimas como se pensa.
Os agentes da justiça devem defender, com a mesma isenção e dever, os direitos juridicamente protegidos dos seus concidadãos, homens ou mulheres, em especial os direitos das crianças como é da sua obrigação.
Como contribuinte, no pleno gozo dos meus direitos, no exercício do Direito de Cidadania, proponho a extinção das IPSS e que os casos de violência doméstica passem a ser da única e exclusiva competência e responsabilidade dos agentes policiais e judiciais.
A maioria dos Portugueses não acredita na JUSTIÇA de um País onde dezenas de dirigentes políticos, alguns magistrados e desembargadores, alguns agentes das forças policiais, guardas prisionais e BANQUEIROS são corruptos e burlões. 

Amem as crianças que sofrem quando são obrigadas a ficarem separadas dos progenitores.

Aconselhado:
Homens vítima de violência doméstica. Cláudia Morais – Psicóloga.
Sexo, Mentira e Feminismo – Peter Zohrab
Violência Doméstica contra os Homens – Barão Kageyme
Violência Doméstica Contra Homens – Rosélia Santos.
Número de mulheres presas por violência contra Homens sobe 169% no Reino Unido – Hayley e Rachel Fursman
130 Homens vítimas de violência doméstica em GAZA.