quarta-feira, 25 de novembro de 2015

HOMICÍDIO SEGUIDO DE SUICÍDIO

HOMICIDIO


INTRUDOÇÃO
Não é de minha intenção ilibar o acto hediondo e tresloucado.
Tenho por finalidade contestar alguns dos “opinantes de serviço” que mais não fazem que “condenar” na “Praça Pública”.
Ao desde já “condenado” não é facultado o Direito de defesa, de resposta e da contradita.
Entendo por condenável a total ausência de ética, de sentimentos humanos e que a comunicação social utilize a “desgraça” alheia e os crimes de sangue com objectivos claros de promover as audiências e consequentemente a publicidade da qual sobrevive.
Ao vulgar cidadão, que reprime e controla, ao longo dos tempos, as suas angústias e conflitos sociais graves, proponho que solicite ajuda junto da Comunicação Social na divulgação do seu “caso”.
Terá da parte dos jornalistas um sorriso, uma “palmadinha” nas costas, um que sim…, que vão “apreciar” que mais tarde telefonam, etc.
Decorridas algumas semanas e após insistências do “doente” informam, quando o fazem, que “compreendem muito bem o problema”, mas que e infelizmente não é oportuno e a Direcção não se encontra disponível para a divulgação do seu “caso”.
Não é de interesse público mediático, não cativa as audiências nem fomenta a clientela publicitária e consequentemente o consumismo.
No meu modesto entender a Comunicação Social tem o dever ético, moral, cultural, social, e humano de exercer uma divulgação educativa idêntica à medicina preventiva.
É do conhecimento comum e da minha triste experiência, que a Justiça Portuguesa não exerce cabalmente as funções inerentes a um Estado de Direito. Constantemente viola os Direitos Humanos e das Crianças.
Ora, se a Comunicação Social exercesse uma “medicina preventiva” escutando e dando a oportunidade ao cidadão comum, que recorre aos seus serviços, de divulgar publicamente os graves problemas de angústias, conflitos e stress que afectam a sua personalidade, sou convicto de que o homicídio e o suicídio que diariamente grassam por este País poderiam ser evitados.
A minha proposta é que os meios de comunicação social, visual e escrita, instituam um “gabinete do cidadão” apoiado por psicólogos, psiquiatras e jornalistas, ao qual o cidadão comum possa recorrer e “divulgar o seu caso”, ser “aconselhado”, sentir-se apoiado e principalmente ficar de consciência tranquila porque alguém escutou e vivenciou as suas angústias, medos e conflitos.
Para estes indivíduos, o mais importante é que alguém os ouviu! 




MECANISMOS MENTAIS
A personalidade adquire-se ao longo do desenvolvimento e vai adquirindo técnicas psíquicas com as quais o indivíduo tenta defender-se do que lhe é hostil.
Estabelece compromissos entre impulsos conflituantes e tensões internas numa tentativa, muitas vezes frustre, de “controlar” comportamentos sociais e legalmente condenáveis.
A personalidade desenvolve defesas para manusear a ansiedade, a angústia e o stress delas decorrentes.
Reprime os impulsos agressivos, as hostilidades, os ressentimentos e as frustrações.
Diariamente, todos nós fazemos uso dos mecanismos de defesa que não são obrigatoriamente patológicos.
A vida seria insustentável sem que recorrêssemos à racionalização e à protecção psíquica.
A racionalização e a protecção psíquica é necessária porque promove a capacidade individual de se viver em paz consigo mesmo e constitui um objectivo para fortalecer a personalidade.
A saúde mental é determinada pelo grau, extensão, utilização e ajustamento de um mecanismo motivador selecionado inconscientemente que satisfaz as necessidades, combate as tensões emocionais, proporciona uma defesa eficaz contra a angústia, a ansiedade e o stress.
A personalidade é distorcida, o comportamento é perturbado, quando o grau, a extensão, a utilização de tal mecanismo domina o ajustamento. Isto é:
- O individuo não se ajusta, a personalidade distorce-se, o comportamento perturba-se
As defesas para combater as tensões emocionais contra a angústia, a ansiedade e o stress deixam de ser eficazes e podem conduzir o indivíduo à depressão, ao homicídio e ao suicídio.
Processos similares têm lugar em indivíduos “normais” e “anormais”
O controle consciente exige uma capacidade realista e eficiente de perceber, decidir e regular os mecanismos de fuga e de defesa, ou seja, um ego forte.
CONCLUINDO
Não sendo psicólogo, psiquiátrica ou psíquico analista de “serviço”, pergunto-me se os actos praticados por um homicida serão, ou não, característicos de um indivíduo que excedeu os limites, o grau, extensão e a utilização dos mecanismos de ajustamento que o transportaram para uma personalidade desajustada e distorcida.
Fundamentado nos antecedentes pessoais de alguns homicidas não tenho dúvidas em classificar o comportamento como o de um individuo perigosamente perturbado.
Questiono-me sobre os fundamentos que o levaram a cometer homicídio excluindo-se do suicídio que é comum em casos semelhantes.
Tendo um homicida uma doença grave que o obriga a quimioterapia e com uma esperança média de vida de três meses, o homicídio seguido de suicídio defenderia a tese de que matou para poupar a família à vergonha das dívidas.
Tal tese é pouco ou nada credível, mas que se explica pela sua capacidade realista de compreensão dos mecanismos de defesa e da lei de sobrevivência, inerente a todos os animais.
(Nelson de Brito)
“Durante o desenvolvimento do humano, a mera individualidade torna-se personalidade.
A personalidade individual desenvolvida é o mais complexo sistema de organização conhecido demonstrado pela enorme diversidade entre os seus membros e pelo elevado produto da evolução que conhecemos.”
(JULIAN HUXLEY)
   Adaptado   
   


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

EM PORTUGAL ALIMENTA-SE O SIRIOS E DÁ-SE FOME AOS PORTUGUESES


Em Ovar, sentem-se abençoados pela "oportunidade de viver uma vida nova", depois de mais de um ano a sobreviver numa cidade tomada pelo autodenominado Estado Islâmico.

http://www.jn.pt/storage/JN/2015/boxhp/ng5195695.jpg

Imagem publicada pelo Jornal de Noticias do Porto em 18 de Novembro de 2015.
Neste mesmo dia, o mesmo jornal pública na página 32º NORTE-SUL
BRAGA - MAIS 12 (DOZE) FAMILÍAS NA SOPA DOS POBRES
NÃO SOU XENOFO! Sou português e entendo que o dinheiro dos meus impostos deve ser investido nos meus concidadãos mais carenciados, não em sírios que desconheço e que por muito “bonzinhos” que o sejam causam desconfiança e provocam o medo.
Alimentamos os Sírios e enviamos os nossos concidadãos para a SOPA DOS POBRES.
A ISTO É O QUE EM PORTUGAL SE CHAMA SOLIDARIEDADE HUMANA.
NOTA: O autor do blog limitou-se a copilar a foto em epigrafe que se encontra publicada no Jornal de Noticias de 18 de Novembro 2015. Vide página 08 do mesmo Jornal.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

TERRORISMO

Terrorista não é exclusivamente aquele que comete homicídio  sobre centenas de inocentes, jovens, desarmados que pretendiam passar uma noite divertida na cidade do AMOR - PARIS.
Terrorista também é um Estado que sobrecarrega os seus cidadãos  com impostos e taxas para os distribuir por bancos falidos, banqueiros e dirigentes políticos corruptos que aprovam leis na Assembleia da Republica para dar continuidade a crimes "legais"de extorsão como Portugal é um óptimo exemplo.
Terrorista é um Estado que tem uma em cada quatro crianças a passar fome.
Terrorista é um Estado que nos últimos cinco anos obrigou milhares de jovens a emigrar.
Terrorista é um Estado que sobrecarrega as empresas com impostos provocando falências fomentando o desemprego dos seus cidadãos que em Portugal são aproximadamente setecentos e cinquenta mil. 
Terrorista é um Estado que sobrecarrega os idosos com impostos, cortes nas pensões de reforma, permitindo que vivam em condições sociais desumanas e de miséria. 
Terrorista é um Estado que permite a existência de milhares de sem abrigo.
Terrorista é um Estado onde as Leis são elaboradas para ilibar alguns e condenar milhares.
Terrorista é um Estado que provoca a falência económica das famílias.
Terrorista é um Estado em que as Leis de Protecção de Crianças e Jovens em Risco são feitas para proteger algumas mães e os seus "supostos companheiros," obrigam o pai a pagar seiscentos euros de pensão de alimentos, lesando gravemente os Direitos das Crianças.
Terrorista é um Estado em que os Tribunais demoram dezenas de anos a solucionar uma querela causando graves danos materiais e psíquicos nos cidadãos que recorrem à "justiça" .
Terrorista é um Estado onde os Tribunais impunemente condenam inocentes.
Terrorista é um Estado que em razão dos factores acima transcritos conduzem dezenas de cidadãos ao suicídio.
Contra este tipo de Estado que assassina de forma lenta milhares de cidadãos não há condenações, represálias, não se enviam bombardeiros nem porta aviões.
Não há solidariedade Universal para com as famílias dos assassinados, não se depõem flores, não se acendem velas e as bandeiras dos Países não ficam a meia haste.
Sendo-me permitida a escolha, preferia ser assassinado rapidamente por um jihadista do que morto lenta e sadicamente pelos corruptos que tem gerido o País do qual sou cidadão sem Direitos. 

domingo, 15 de novembro de 2015

PARTO DISTÓCICO DE OMBROS ACTOS MÉDICO-CIRÚRGICOS E O MINISTÉRIO PÚBLICO PORTUGUÊS

PARTO DISTÓCICO DE OMBROS
ACTOS MÉDICO-CIRÚRGICOS E O MINISTÉRIO PÚBLICO PORTUGUÊS

Em Portugal é comum o Ministério Público acusar, constituir arguido, decretando medidas de coação de termo de identidade e residência quando um inocente cidadão é acusado, sem que para o efeito tenha processado as competentes investigações e ou provas.
Parto eutócico é o parto efectuado sem intervenção instrumental com ou sem episiotomia, ou seja, o parto perfeitamente normal.
Parto Distócico caracteriza-se pelas dificuldades encontradas na evolução do trabalho do parto que obriga a intervenção instrumental ou cirúrgica tendo por objetivo a salvaguardada do bem-estar e da vida materno-fetal.
DISTOCIA DE OMBRO
Quando o feto apresenta um quadro clínico de distocia, em que após a expulsão do polo cefálico, manifesta dificuldades para libertação do ombro, pode causar sequelas irreversíveis, embora o médico tome de imediato todas as providências necessárias e recomendáveis ao caso. 
Certo é que as distocias desta são imprevisíveis durante a gravidez e o trabalho de parto.
A DISTOCIA DE OMBRO é uma complicação incomum que ocorre em aproximadamente 1 de cada 1.000 apresentações cefálicas, na qual o ombro do feto aloja-se contra o osso púbico materno e fica aprisionado no canal do parto. 
Quando a cabeça fetal se apresenta, parece estar sendo tracionada para trás contra a parede vaginal.
O tórax fetal é comprimido pelo canal do parto e a boca é mantida fechada pela pressão contra a parede vaginal, tornando difícil para o médico colocar um tubo respiratório. 
O feto não pode respirar e a concentração de oxigênio pode cair em 4 a 5 minutos. 
Esta complicação é mais comum com os fetos grandes.
No entanto, nem todos os fetos grandes apresentam distocia de ombro. 
O médico tenta rapidamente várias técnicas para liberar o ombro, de modo que o feto possa ser extraído através da vagina. 
Quando essas técnicas fracassam, o feto raramente pode ser empurrado de volta para o interior da vagina e ser removido através de uma cesariana.
Os principais fatores de risco para distocia de ombro são diabetes materno, obesidade, ganho ponderal excessivo, mais de 20kg durante a gravidez, macrossomia fetal.
A distocia de ombro é geralmente imprevisível, e pode ocorrer em bebés com peso normalíssimo. 
Cerca de 50% dos casos de distocia de ombro na ausência de diabetes ocorrem com bebés pesando menos de 4000g, 
O tamanho do bebê, especialmente nos casos de fetos grandes, não induz à previsão de complicações durante o parto, já que nem todos os fetos grandes apresentam distocia de ombros.
Nesta orientação, pode-se concluir que "nem todos os fetos grandes são sinonimo de complicações, e podem nascer por via vaginal, sem problemas”. 
Não há evidências para apoiar a indução do parto ou a cesariana eletiva em mulheres sem diabetes, com gestação a termo e suspeita de macrossomia fetal, independente da estimativa de peso pela ecografia. 
Estudos randomizados não demonstram melhora dos resultados perinatais com esta prática. 
A predição do peso fetal pela ecografia tem valor limitado, e são frequentes os resultados falso-negativos e falso-positivos.
Diversos estudos demonstram que não há benefícios em se realizar indução ou cesariana eletiva quando o bebé de uma gestante pesa entre 4500g e 5000g, aguardando-se a evolução do trabalho de parto. 
Acima de 5000g, discute-se a possibilidade de uma prova de trabalho de parto, desde que a parturiente e o obstetra aceitem um risco aproximado de 10% de distocia de ombros no parto vaginal. 
Admite-se que fetos 'extremamente grandes' acima de 5700g podem beneficiar de uma cesariana, uma vez que a distocia de ombros complica cerca de 40% desses casos. 
Os limites para o parto vaginal de acordo com o peso fetal são desconhecidos, porque bebés 'extremamente grandes' são extremamente raros.
A cesariana eletiva tem sido advogada para mulheres com diabetes e fetos macrossomicos, visando à prevenção da distocia de ombros. 
Como não existem estudos randomizados, esta é uma recomendação baseada em meras opiniões.
Estudos estimam que, mesmo em fetos de mães diabéticas, para evitar um caso de distocia de ombro, se for usado o limite de peso de 4500g, seriam necessárias 443 cesarianas para prevenir um único caso de lesão permanente do plexo braquial.
Mesmo assim, a maioria dos autores recomenda a cesariana em casos de bebés de mães diabéticas pesando mais de 4250g. 
Claramente, esta é uma recomendação que deve ser discutida com a gestante, obtendo-se o consentimento pós-informação para a decisão em relação à via de parto.
Vantagens do parto normal.
Inexistência de dor no pós-parto, rápida recuperação que deixa a mãe mais tranquila e favorece a lactação. A alta é mais rápida, o que possibilita à mãe retomar seus afazeres profissionais precocemente. Cada parto normal, o trabalho de parto é mais fácil do que no anterior. Se a mulher vir a sofrer de mioma a eventualidade de uma operação, esta será mais fácil. O relaxamento da musculatura pélvica não altera em nada o desempenho sexual. A mulher participa ativamente do nascimento do filho.
Desvantagens do parto normal
Possíveis lesões da pelve, períneo, uretra e ânus. Incontinência urinária e fecal. Dor no períneo, em casos de episiotomia e laceração.
A maior parte dos danos ocorridos durante o parto normal é causado pela má condução do mesmo, especialmente quando são utilizadas manobras e intervenções desnecessárias, muitas das quais condenadas pela Organização Mundial de Saúde:
Como episiotomia, manobra de kristeller ou toco braçal, quando o médico ou enfermeiro pressiona a barriga para forçar a expulsão do bebê, o uso frequente de ocitocina (hormônio que acelera as contrações).
Um parto natural, realizado sem intervenções e preferencialmente em posição que ajude à saída do bebê, dificilmente causará qualquer tipo de consequência negativa.
Três fatores devem ser levados em consideração para determinar a possibilidade ou não do parto normal:
Bacia ou canal do parto estreito.
Força das contrações uterinas e o próprio feto.
Caso não haja nenhuma intercorrência na gestação, pré-parto e trabalho de parto.
Se estes fatores forem bem proporcionados, a probabilidade de parto normal é grande.
Riscos do parto normal
Risco de rotura do útero durante o trabalho de parto caso este tenha sido submetida a uma cirurgia anteriormente - como cesariana ou miomectomia (cerca de 0,5% de risco).
Mortalidade materna que é menor do que na cesariana.
Mortalidade neonatal que é menor que na cesariana.
Prolapso anal;
Topoalgia perineal.
Quando ocorre distocia de ombro, existem várias manobras sendo as mais frequentes. 
Manobra de Rubin-Mazzanti - Pressão supra púbica. 
Manobra de Mc Robertis - hiperflexão das coxas da parturiente sobre o abdómen. 
Manobra de Woods - movimentos rotatórios do feto para liberar o ombro posterior. 
Manobra de Rubin-Woods - rotação de 180 graus do feto e nova tentativa de libertação do ombro. 
Manobra de Jacquemier -  tentativa de retirar o ombro posterior pela introdução de uma das mãos no interior da vagina. 
Manobra de Zavanelli - reintrodução do polo cefálico na vagina, empurrá-lo o mais alto possível e realizar uma cesariana. 
Vantagens da cesariana:
- O nascimento é menos demorado.
- A Mãe pode decidir quando será o nascimento.
- É realizada no mesmo dia do internamento.
- A Parturiente não sente dores durante o processo devido à anestesia.
- Ter a disponibilidade do médico que a acompanhou durante o período pré-natal.
Desvantagens da cesariana:
- Recuperação mais lenta do que no parto normal.
- Os pontos internos são absorvidos, entretanto os externos precisam ser retirados, demanda um retorno ao serviço de saúde;
- No puerpério a puérpera sente dores, ao rir, chorar, ficar de pé, espirrar, tossindo, amamentar, ao se movimentar, receio de evacuar e os pontos se abrirem.
- A gravida não participa ativamente do nascimento.
- Atraso na lactação. 
- Risco de morte materna é 16 vezes maior do que no parto normal. 
- Dobro na permanência hospitalar. 
- Risco de infeção, inflamação, perda do útero, hemorragia no pós-parto.
- Aumentam as probalidades de novas cesarianas.
- O útero fica com uma cicatriz.
- Pode haver perda da sensibilidade, dor, queloides e aderências. 
- A rotura uterina acontece em 0,2 a 1,3% das mulheres que tiveram uma a três cesarianas e pode representar risco de morte materno-fetal.
- O pulmão fetal não é comprimido durante a cesariana e o feto corre um risco maior de ter dificuldades em respirar e pneumonia.
- Os fetos que nascem de cesariana passam por mais intervenções como aspiração nasogastrica, reanimação, entubação e respiração artificial.
- As mulheres devem ficar inativas pelo menos 2 meses após a cirurgia.
- As cirurgias pélvicas posteriores complicam-se devido às aderências e às cirurgias anteriores.
- Qualquer operação cirúrgica pode trazer complicações de saúde, e prejudicar a atividade sexual.
- Interfere com o estabelecimento do vínculo com a criança e atrasa a primeira amamentação.
Riscos
- A probabilidade de haver uma hemorragia é 10 vezes maior do que em um parto normal.
- O risco de morte materna pode ser 16 vezes maior do que no parto normal. - A possibilidade de depressão pós-parto da mulher é 30 a 40 vezes maior do que no parto normal.
- Problemas com a incisão cirúrgica e anemia.
- Aumenta a probabilidade de outra cesariana.
- Riscos de choque anafilático durante a anestesia.
- Morbidade materna sete a vinte vezes maior do que no parto normal.
- Riscos maiores de doenças respiratórias do RN.
- Aumento da mortalidade neonatal.
- Risco de rotura uterina em partos subsequentes.
- Risco de trombose em membros inferiores.
- Riscos de paragem intestinal.
As manobras descritas embora não garantam a viabilidade fetal são as únicas condutas que o obstetra pode realizar no momento da distocia de ombro, e devem aplicar aquela que em é maior a sua experiência. 
A literatura mundial relata altos índices de mortalidade e sequelas. 
Quando o médico adota uma de entre as manobras indicadas e não lhe é possível exigir conduta diversa.
Assim, torna-se insustentável a tese de que há inobservância do tempo adequado ou violação da “LEGIS ARTIS” para aplicação da técnica, permitindo-se concluir, daí, que também não agiu com culpa na modalidade de imperícia.
Tão pouco é exigível o emprego de técnica diversa daquela utilizada no momento da ocorrência da complicação.
Levando-se em conta que nos serviços de urgência de obstetrícia dos Hospitais Públicos não há identificação de uma gestação de risco, com a presença de anormalidades durante o pré-natal que exija cuidados especiais à gestante, e que a evolução do parto, desde o momento do internamento, decorreu regularmente, não se pode concluir que a opção pela realização do parto normal, e não a cesariana, seja desaconselhável, nem que o médico aja com culpa porque não é previsível a ocorrência de distocias.
“O dever, cujas violações a negligência supõem, consiste em o agente não ter usado aquela diligência que lhe era exigida segundo as circunstâncias concretas para evitar o evento.
Dever esse decorrente das normais legais e do uso da experiência comum.
É fundamental que a produção do resultado seja previsível e que o simples facto de se ter omitido aquele dever tenha impedido a sua previsão ou a sua justa previsão, previsibilidade e dever de prever estes, que como e refere Eduardo Correia (Direito Criminal, I, Vol., pág.426) “não são, todavia, uma previsibilidade absoluta, mas uma previsibilidade determinada de acordo com as regras da experiência dos homens, ou de certo tipo profissional”
Presume-se que deve haver um dever de prever, e, portanto, a objetiva possibilidade de negligência, sempre uma conduta em si, sem as necessárias cautelas e cuidados, seja adequada a produzir um evento, o que quer dizer, que é um nexo de casualidade adequada que vem afixar objetivamente os deveres de previsão, os quais quando violados, podem dar lugar à negligência, ou seja, que vem dizer quando se deve prever um resultado como consequência duma conduta, em si ou na medida em que se omitem as cautelas e os cuidados a evitá-los.
Nestes termos, ter-se-á de concluir que, para que o resultado em se materializa o ilícito típico possa fundamentar a responsabilidade, não basta a sua existência fáctica, sendo necessário que possa imputar-se objetivamente à conduta e subjetivamente ao agente, significando isto que a responsabilidade apenas se verifica se existir um nexo de causalidade entre a conduta do agente e o resultado ocorrido”. (Branco, Tomé – Homicídio por Negligência – Nexo de causalidade – Intervenção Médica – Tratamento Médico/cirúrgico violando LEGIS ARTIS – Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães).
A responsabilidade do médico, subsiste somente se comprovada sua culpa e desde que sua conduta tenha resultado em prejuízo ao assistido.
Culpa que não se verifica porque é imprevisível a ocorrência da distocia mesmo que na presença de fetos grandes, e não é um fator indicativo à realização de cesariana.
As intercorrências intraparto não podem ser evitadas com a aplicação da técnica obstétrica adequada ou com a realização de cesariana mesmo nos casos em que são realizados exames pré-parto.
Não se pode provar e consequentemente acusar um obstetra por imprudência, imperícia ou negligência, ou mesmo erro grosseiro no exercício da sua atividade profissional, diante da imprevisibilidade do ocorrido. 
Não comprovada a imprudência, imperícia, negligência, ou erro grosseiro do médico no exercício da sua atividade, afasta-se a obrigação de indemnizar, porque as complicações no parto que acarretaram sequelas no feto, não são previsíveis.
Também não se pode esquecer que os médicos e enfermeiros obstetras, em serviço de urgência nos Hospitais Públicos, limitam-se a acompanhar o trabalho de parto, não tendo acompanhado o evoluir das gestações  
Para a comprovação da responsabilidade do médico é imprescindível que tenha existido culpa, ou seja, um comportamento anormal do agente reprovado pelo direito.
O comportamento do agente merece censura ou reprovação quando, em face das circunstâncias concretas do caso, se verifica que ele podia e deveria agir de outro modo, o que não ocorre quando utiliza as técnicas adequadas para salvaguardar a saúde materno fetal.
Os tribunais têm dificuldades em abordar questões científicas, ou mesmo examinar se o médico se afastou das regras de sua profissão, não sendo correto e tão pouco aconselhável decidir sobre a oportunidade de uma intervenção cirúrgica, sobre o método preferível em empregar, ou sobre o melhor tratamento a seguir, senão através de prova técnica esclarecedora de questões específicas.
É relevante para a uma maior credibilidade da justiça portuguesa que o Ministério Publico encete investigação e reúna provas periciais antes de constituir arguidos cidadãos inocentes, causando estigmas sociais, danos morais, profissionais, patrimoniais e não patrimoniais irreparáveis a profissionais cuja missão é salvaguarda da vida e da saúde dos seus concidadãos.


sábado, 14 de novembro de 2015

A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO - PARTE II - O ATAQUE TERRORISTA EM PARIS.

A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO – PARTE II

Em 29 de Agosto de 2015, publiquei o “artigo” em epigrafe que segundo creio poucos o leram.
Publico agora, mas em nova versão.
Há 10 anos a esta parte, os corruptos que tem "gerido" o País e a UE, em nome da Troika e dos mercados entraram-nos pela casa e pelas nossas contas bancarias sobrecarregando-nos de impostos, para pagar as dividas que eles contraíram e que os fizeram enriquecer....
Desta forma desumana destruíram completamente a nossa estrutura familiar, atiraram-nos para a miséria social. 
Muitos de nós, em especial os mais novos, foram e são obrigados a emigrar.
Outros, mais do que se pensa, não há estatísticas, decidem-se pelo suicídio. 
Os que vão ficando ou são obrigados a ficar vão sobrevivendo.
De seguida, os mesmos que nos roubam descaradamente os rendimentos do nosso trabalho de muitos anos destruindo as nossas vidas, num laivo de cinismo "humanístico" de "bondade" e "heroísmo" dão-nos as sopas dos pobres, os bancos alimentares contra a fome, os institutos de luta contra a pobreza, os rendimentos mínimos garantidos, os miseráveis subsídios de desemprego.
Entretanto a fome e a miséria continua a alastrar.
Os refugiados que atravessam e morrem no Mediterrâneo fogem da guerra militar, da miséria social e da fome em que os ocidentais os lançaram.
A diferença é que eles podem fugir, tem o estatuto de refugiados e nós nem a isso temos direito.
Por princípios económicos e ganancia do dinheiro atiram-se milhões de seres humanos para a morte.
Investidos de humanistas e solidários vão acudir aos coitadinhos dos denominados refugiados. 
Esta "merda" faz algum sentido?
Estes imbecis ainda não entenderam que enquanto houver um milhão de indivíduos com fome para um único muito rico a revolta vai alastrar.
O Estado Islâmico, e as outras organizações ditas terroristas vão a avançar até à queda da nossa civilização. 
Há dúvidas?
Texto Publicado em 08.11.2015
Desde tempos imemoriais que os Povos árabes não conhecem nenhuma forma de viverem em Paz e que ao longo dos séculos e da sua história as tribos sempre se guerrearam.
Em 08 de Novembro de 2015, a imprensa Portuguesa publicou que em Portugal há 35 famílias que diariamente vão à falência com todas as suas consequências onde se inclui a fome nas crianças e a miséria social dos sem abrigo.
Na página seguinte do mesmo diário pode-se ler:
Cito: “Vida nova para 22 refugiados que chegaram hoje a Portugal e foram instaladas em Penela”.
Uma senhora que se diz Ministra da Cultura, Igualdade, e Cidadania, disse e Cito:
- "A nossa expectativa é que as pessoas encontrem em Portugal um porto seguro. Encontrem em Portugal condições de estabilidade e de Paz para uma integração plena na sociedade portuguesa”. Fim de citação.
Somos obrigados a deduzir que na perspetiva da senhora Ministra os Portugueses que nasceram em Portugal não têm direito a um Porto Seguro, viver em condições de estabilidade, e a plena integração social.
Sou populista? Provavelmente.
Sou nacionalista? Provavelmente.
Mas sou pai.
É mau Pai o que dá miséria ao seu agregado familiar e alimenta desconhecidos que certamente lhes irão causar graves problemas num futuro muito próximo.
O Futuro chegou!
13. 11.2015 – França.
14. 11.2015 – Dizem os Fariseus:
Cito: “Este não foi um ataque só contra a França, mas contra a humanidade e contra os valores que partilhamos. Trata-se de uma tentativa de aterrorizar civis. Estamos juntos na luta contra o terrorismo” (Barack Obama).
Cito: “Estou chocado com os acontecimentos de hoje em Paris. Os nossos pensamentos e orações estão com o Povo Francês. Faremos o que for preciso para ajudar” (David Cameron)
Cito “Portugal repudia firme e veemente toda a forma de terrorismo, que tem como único propósito colocar em causa a segurança e a estabilidade das nossas sociedades e dos nossos povos” (Pedro Passos Coelho) Esta é demais estupida para que me mereça qualquer comentário. Como é que este individuo pode falar em segurança e estabilidade da sociedade e do povo português?
Cito: “A evidências de atentados terroristas em Paris deixam-me profundamente chocada” (Ângela Merkel). Chocada? Esta mulher “bate mal” da cabeça! A palavra mais acertada deveria ser PREOCUPADA.
Cito: “Estou profundamente chocado com os acontecimentos de Paris. A nossa solidariedade com o povo Francês é total” (Jean-Claude Juncker). Outro chocado e não PREOCUPADO.
Cito: “Só podemos condenar estes desprezíveis ataques terroristas que põem em causa a liberdade (Ban Ki-Moon)
Há outras citações que me recuso a transcrever, como uma de uma tal Dilma presidente de um País muito rico onde 80% da população vive a baixo do limiar da pobreza.
Cito: “Sírios não são um fardo e podem beneficiar Portugal” (Jorge Sampaio, ex. presidente da Republica Portuguesa). Se não são um fardo e podem beneficiar Portugal estamos a falar de exploração humana.
Não sendo um fardo e não sendo humanamente explorados quem garante a sobrevivência dos sírios? Só vejo através dos impostos dos Portugueses.
Por outro lado, os sírios podem beneficiar Portugal e os Portugueses são obrigados a emigrar para sair da miséria com que Portugal se depara.
“Eles” vieram, abrimos as fronteiras, alimentamos, vestimos, demos habitação, saúde, ensino tudo em nome da solidariedade, mas não somos solidários com os nossos concidadãos.
Agora, “eles” aí estão! Bem nutridos, bem vestidos e muito bem ARMADOS”
Estes políticos de caca ainda não entenderam que o Civilização Ocidental entrou numa guerra de guerrilha permitida pelos dirigentes políticos da França, da Alemanha, de Portugal e da própria UE.
A EU enfrenta uma guerra de guerrilha.
Ninguém ganha uma guerra de guerrilha.
Perderam os americanos no Vietname e os Portugueses em Africa.
Não devemos esquecer a Queda do Império Romano ao que se seguiu o obscurantismo da Idade Média. 
A cultura Ocidental está em crise e dentro em breve cairá.