terça-feira, 8 de dezembro de 2015

CRÓNICA DO DIA DA MÃE

CRÓNICA DO DIA DA MÃE
Aquela criança com 7/8 anos de idade era obrigada a percorrer algumas ruas da cidade deixando sacos de pão fresco dependurados nos batentes das portas dos clientes da padaria da sua mãe.
Pelas 06,00 h da manhã o dia estava ameno e o Sol brilhava por entre frondosos castanheiros que cresciam no jardim.
De repente, sob a sombra relaxante de um dos castanheiros aquele menino depara-se com a sua mãe em pleno acto sexual com um individuo que não era seu pai.
O menino, ali ficou como que com que petrificado, enquanto a sua mãe “gemia” de prazer. Chorando convulsivamente o menino assistiu até à consumação do acto.
Por fim, ambos se levantaram, não observando que estavam a ser observados.
Ele faz a pergunta do costume: - Foi bom?
Ela responde da mesma forma: - Foi!
A mãe do menino veste a cueca, o homem urina, sacode o pénis e retira-se apresentando elevada satisfação como se tivesse realizado um feito “glorioso” e do tipo “macho latino”
Fortuitamente, a mãe retira-se do local e regressa ao seu local de trabalho, como se nada tivesse acontecido, onde se encontrava o pai do menino.
A criança guardou para si todo o sofrimento que aquela “cena” desencadeou na sua pequena e inocente mente.
Claro está que aquela mãe teve mais casos até ao dia em que o pai do menino os descobriu e a abandonou.
Retirou-se simplesmente, não exercendo qualquer tipo de violência.
Por causa de umas “fodas”, a que hoje em dia chamam direito de liberdade sexual das mulheres    e igualdade de género aquele menino ficou órfão de pai vivo e a sua vida nunca foi a vida a que tinha direito, porque o seu pai era um homem de elevadas posses económicas e saber cultural.
O menino também ficou órfãos de mãe porque ela deixou de prestar os cuidados devidos.
Destruindo por completo a vida económica, social e cultural do pai, aquela mãe, por inerência, destruiu a sua própria vida e a do menino.
Há para aí uma psicóloga chamada Marta, que manda uns “palpites” na revista de um jornal, sobre direitos, liberdades sexuais e violência sobre as mulheres e com a qual estou completamente de acordo.
No entanto no meu modesto entender de médico ginecologista/obstetra, perito médico legal tenho que dizer que sendo a liberdade sexual um direito que assiste a ambos os sexos e que os homens e as mulheres andam nas redes sociais ao “engate” devem ter procedimentos minimamente honestos.
Não se casarem, não terem um praceiro fixo ou viverem em união de facto.
Não terem ou evitarem ter filhos.
Tendo filhos não devem darem “quecas” na sua presença das crianças nem os introduzirem na residência do casal. Há motéis.
Se querem andar ao engate nas redes sociais antes de o fazer devem explicar a situação mais ou menos assim:
Querido/a quero conhecer uns “gajos” na net para dar umas “quecas”! Aceitas?
Se ele/a não aceitar separam-se, indo cada um dar as “quecas” que quer e com quem quer.
Mas, em nome de Deus preservem as crianças que não tem culpa dos tarados que por aqui andam.
Crianças que tarde ou cedo se irão revoltar contra o progenitor que as traiu, porque como sabem há traumas que marcam para toda a vida e em especial os causados pelas mães.
Da parte que me cabe não desejava ter uma mãe como a que me descreveram e por isso, neste dia, felicito todas as mães e os pais que se respeitam porque ao se respeitarem respeitam os seus filhos, evitando os traumas de infância que tem repercussões no futuro das relações amorosas dos adultos que quando crianças que foram submetidas a este tipo de ofensas à sua dignidade, o que os podem transformar em tarados sexuais.
A vida não vale uma “queca” e muito menos um orgasmo de segundos que não pode nem deve ser uma alternativa ao amor de uma mãe/pai pelos seus filhos.