terça-feira, 17 de novembro de 2015

TERRORISMO

Terrorista não é exclusivamente aquele que comete homicídio  sobre centenas de inocentes, jovens, desarmados que pretendiam passar uma noite divertida na cidade do AMOR - PARIS.
Terrorista também é um Estado que sobrecarrega os seus cidadãos  com impostos e taxas para os distribuir por bancos falidos, banqueiros e dirigentes políticos corruptos que aprovam leis na Assembleia da Republica para dar continuidade a crimes "legais"de extorsão como Portugal é um óptimo exemplo.
Terrorista é um Estado que tem uma em cada quatro crianças a passar fome.
Terrorista é um Estado que nos últimos cinco anos obrigou milhares de jovens a emigrar.
Terrorista é um Estado que sobrecarrega as empresas com impostos provocando falências fomentando o desemprego dos seus cidadãos que em Portugal são aproximadamente setecentos e cinquenta mil. 
Terrorista é um Estado que sobrecarrega os idosos com impostos, cortes nas pensões de reforma, permitindo que vivam em condições sociais desumanas e de miséria. 
Terrorista é um Estado que permite a existência de milhares de sem abrigo.
Terrorista é um Estado onde as Leis são elaboradas para ilibar alguns e condenar milhares.
Terrorista é um Estado que provoca a falência económica das famílias.
Terrorista é um Estado em que as Leis de Protecção de Crianças e Jovens em Risco são feitas para proteger algumas mães e os seus "supostos companheiros," obrigam o pai a pagar seiscentos euros de pensão de alimentos, lesando gravemente os Direitos das Crianças.
Terrorista é um Estado em que os Tribunais demoram dezenas de anos a solucionar uma querela causando graves danos materiais e psíquicos nos cidadãos que recorrem à "justiça" .
Terrorista é um Estado onde os Tribunais impunemente condenam inocentes.
Terrorista é um Estado que em razão dos factores acima transcritos conduzem dezenas de cidadãos ao suicídio.
Contra este tipo de Estado que assassina de forma lenta milhares de cidadãos não há condenações, represálias, não se enviam bombardeiros nem porta aviões.
Não há solidariedade Universal para com as famílias dos assassinados, não se depõem flores, não se acendem velas e as bandeiras dos Países não ficam a meia haste.
Sendo-me permitida a escolha, preferia ser assassinado rapidamente por um jihadista do que morto lenta e sadicamente pelos corruptos que tem gerido o País do qual sou cidadão sem Direitos.