domingo, 7 de junho de 2015

PORTUGAL – DEMOCRACIA DE DIREITA? DE ESQUERDA? CENTRO DIREITA? CENTRO ESQUERDA? FASCISTA?

PORTUGAL – DEMOCRACIA DE DIREITA? DE ESQUERDA? CENTRO DIREITA? CENTRO ESQUERDA? FASCISTA?
Desde os meus tempos de criança que se dizia que Portugal era um País Salazarista, depois Marcelistas.
Com o advento do 25 de Abril de 1974, já um jovem, tomei conhecimento que Salazar implementou um sistema político de cariz fascista que foi seguido por Marcelo Caetano.
Como não entendia nada de política encontro-me impedido de disserta sobre os regimes anteriores ao 25 de Abril.
Lembro-me que os meus avós tinham um “pedacinho” de terra onde cultivavam umas batatinhas, hortaliças, uns franganitos, umas galinhas poedeiras, uns coelhos, um porquito para a matança, uns cabritos e umas cabras que me devam um leite saboroso, meia dúzia de oliveiras e videiras que produziam azeite e vinho para consumo até à próxima colheita, uma macieira, uma cerejeira, uma nespereira, uma laranjeira, uma tangerineiras e um pessegueiro.
A vida era simples e bela!
Não havia fome!
A minha avó paterna e materna até tinham um forno onde cozinham pão de milho e de centeio.
Depois veio o euro e o senhor Silva que distribuindo euros, a torto e a direito, determinou que tudo havia de ser destruído e reconstruído.
Desde há cerca de quinze anos passou a haver:
Os sem-abrigo.
Desempregados.
Os desempregados jovens licenciados.
Crianças com fome.
Famílias na miséria.
Numero elevado de pedintes.
Numero tão elevado de suicídios.
Numero tão elevado de homicídios
Numero tão elevado de crimes sexuais.
Numero tão elevado de pedófilos.
Numero tão elevado de violência doméstica.
Numero tão elevado de assaltos e roubos.
Numero tão elevado de vigaristas e burlões fora e dentro do próprio Estado.
Numero tão elevado de empresas falidas.
Numero tão elevado de associações de luta contra a fome.
Numero tão elevado de distribuidores de sopas dos pobres.
Era impensável os dirigentes, Salazar ou Marcelo, venderem os bens do País ( EDP, CTT, TAP, REFER, ESTRADAS, TELECOMUNICAÇÔES, ESTALEIROS, ETC) ao desbarato e muito menos aos que eles apelidavam e apelidam de regimes comunistas e exploradores do seus cidadãos.
Era impensável um Banco falir.
Era impassável após a falência de um Banco o Estado apropriar-se dos bens restantes e “investir” num “Banco Novo” e não devolver os bens aos clientes do Banco falido.
Após uma qualquer falência, onde se inclui os bancos, (BES, PPN, BPN) era impensável que fossem os contribuintes a pagar essas falências através dos seus impostos.
Era impensável que após a falência fraudulenta de uma empresa ou de um banco os seus autores se encontrassem em liberdade, a sorrir na cara dos seus concidadãos e passando férias em MIAMI.
Era impensável a existência de corruptos entre os dirigentes e funcionários da administração pública onde se inclui Tribunais, Autoridade Tributária, Policia, ASAE, e outras.
Era impensável a existência de corruptos entre os deputados das múltiplas assembleias sejam elas da Assembleia da Republica e das Camaras Municipais.
Era impensável a existência de corruptos entre Presidentes de Camaras Municipais, Ministros, ex. ministros, secretários de Estado, ex. secretários de Estado e assim sucessivamente.
Hoje tudo é possível e tudo tem acontecido.
Os portugueses aguentam, “ai não que não aguantam” como teve a desfaçatez de afirmar um senhor Banqueiro.
É por isso que o senhor Paulo Portas, que se diz vice primeiro-ministro afirma que os portugueses são um Povo Moderado.
Moderado?
Eu diria que por enquanto e um Povo masoquista.
Mas não acredite muito porque um dia o Povo vai querer vingança.
Do exposto resulta que Portugal não tem uma política fascista, de direita, de centro direita, de esquerda, de centro esquerda, de social-democracia, de socialismo ou de outra porcaria qualquer.
Portugal mais não é que um País “governado” por facínoras sem escrúpulos que tem destruído a dignidade dos seus concidadãos enviando-os para a fome e pobreza.
Tem de ser corridos urgentemente e responsabilizados pelos seus atos criminosos.
TODOS TEMOS A OBRIGAÇÃO E DEVEMOS VOTAR PARA MUDAR PORTUGAL.