sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

PAGAMENTO POR CONTA (PC) - NO PAÍS DOS SILVAS, COELHOS, PAULOS, BARROSOS, COSTAS, ALBUQUERQUES, ESPIRITOS SANTOS E OS 400 LADRÕES

O PC pagamento por conta tem duas vertentes.
O PC que incide sobre o rendimento das pessoas (IRS)e o PEC que incide sobre o rendimento coletivo (IRC).
O PC ou o PEC é calculado sobre os rendimentos que o contribuinte particular ou as empresas tiveram no ano fiscal ao anterior.
O Estado Português entende que no ano em curso o contribuinte vai ter um rendimento hipoteticamente igual ao ano anterior. exemplo.
Então, aplica o PC ou o PEC.
O PC e o PEC são adiantamentos ou financiamentos que os contribuintes são obrigados a conceder ao Estado que não lhes paga juros.
Se o contribuinte se recusar a financiar o Estado, este aplica-lhes uma multa.
É como se um cidadão fosse a uma entidade bancaria pedir um financiamento.
O Banco recusa.
O cidadão manda que seja aplicada uma multa ao Banco.
Claro que é surrealista mas é assim que funciona o sistema fiscal em Portugal  
No caso do contribuinte adoecer, falecer ou a empresa encerrar, certamente que no ano fiscal em curso o rendimento tributável é menor que o do ano anterior.
Entretanto, se o contribuinte financiou o Estado com valores superiores ao imposto (IRS ou IRC) o valor excedente não lhe é devolvido.
Para ser devolvido, o contribuinte ou os seus herdeiros terão de fazer requerimentos que após ser "analisado" será ou não devolvido sem juros e na maioria dos casos só ao fim de cinco anos.
O caricato do PC e PEC é que contraria a Constituição da Republica Portuguesa que diz que um cidadão só pode pagar impostos sobre o rendimento ou lucro REAL. e não sobre hipotéticos rendimentos.
é do conhecimento público que os impostos pagos pelos cidadãos portugueses se destinam:
27 milhões de comissões pagos ao Banco Espirito Santo pela compra dos submarinos aos alemães.
120 milhões pagos por estudos do Trem de Grande Velocidade (TGV).
32,9 milhões em estruturas da RAVE.
7,2 milhões pagos ao consorcio Altavia do Tejo para o TGV
4,9 milhões pagos à Elos por encargos por ter feito o caderno de encargos para o TVG.
10,6 milhões em débito por indemnizações à Tave Tejo por suspensão do TGV.
168,7 milhões pedidos pelo consórcio ELOS como indemnização.
152,9 milhões é o valor negativo que em Junho de 2014 tinham os contratos SWAPS transferidos da ELOS para a Parpública.
Um gestor privado "montou" um negócio de financiamento para o TGV de 690.000.00 milhões de euros que passava pelo Banco Espirito Santo (BES), entre outros bancos.
Esse mesmo gestor foi nomeado secretario de Estado pelo atual governo entrando novamente no "negócio" agora como representante do Estado.  
897 milhões da Portugal Telecom "investidos na Rio Forte do senhor Espirito Santo.
Com se não bastasse, um "sem abrigo" residente numa mansão para os lados de Cascais, dá um "golpe bancário no valor de 7,6mil milhões de euros.
Triste e abatido pelo crime cometido, em 31 de Março e 06 de Maio de 2014,vai a uma reunião com o senhor Presidente da Republica.
Em 07 de Abril e 14 de Maio de 2014 vai a outra com o senhor Primeiro Ministro.
Em 08 de Abril e 14 de Maio de 2014, vai a outra com a senhora Ministra das Finanças.
Em 22 de Abril de 2014, vai a outra com o senhor Presidente da União Europeia.
Em 02 de Maio de 2014, tem mais uma com o senhor Carlos Moedas, e com o senhor vice Primeiro Ministro.
A todos eles narrou a sua triste sina e "desgraça."
Todos eles, incluindo o senhor presidente do Banco de Portugal vem a publico "tranquilizar" os seus concidadãos que o BES é um Banco Seguro no qual se deve investir.
O BES em junho de 2014 faz um aumento de capital fictício o que faz com que grande e pequenos investidores comprem ações do Banco.
Esses pequenos investidores, como eu, ficaram sem o seu dinheiro.
Muitos estão falidos e não tem dinheiro nem para se alimentarem.
Ora, parte dos impostos (IRS, IRC, IVA, IMI, IC, IA, coimas) são destinado a financiar o fundo de resolução, como quem diz para financiar as burlas dos banqueiros e das negociatas levadas a efeito pelos gestores nomeados pelos que gerem o Pais.
Contas feitas, só nestes casos já lá vão 9,0232 mil milhões de euros.
Por tais razões é que os portugueses são obrigados a financiar o estado através do PC e do PEC.
Não se entendem porque razão estes burlões não são constituídos arguidos e remetidos para ELVAS.
O senhor Primeiro Ministro e Vice Primeiro Ministro não se "cansam" de dizer que Portugal não é a Grécia.
Pois não é!
Percebemos porquê.
Acusam os Gregos de não pagarem impostos.
E deviam pagar?
Dizem eles que os portugueses são humildes e pacíficos.
Será por isso que apesar de seremos burlados pagamos impostos?