quinta-feira, 24 de julho de 2014

RICARDO SALGADO, O BANCO ESPÍRITO SANTO, O HOMEM QUE ROUBOU 075€

Desde há uns tempos que tenho vindo a avisar que investir em Portugal é muito arriscado dado ao imenso numero de corruptos, burlões e vigaristas.
Pelo que me é dado entender poucos leram o que escrevi sobre este assunto.
Portanto proponho que passem um olhar atento sobre o blog onde encontrarão as explicações para o que neste momento ocorrer com Ricardo Salgado e o Banco Espírito Santo.
Mas não se preocupem que o Governo Português já veio dizer, ainda que veladamente, que tem um fundo de seis mil milhões de euros que pode "emprestar" ao dito Banco caso seja necessário.
O Governo Português, mais uma vez entende que lhes é permitido utilizar dinheiros emprestados pelo FMI para subsidiar a Banca privada. Dinheiro e juros que tarde ou cedo  os contribuintes portugueses serão chamados a pagar.
UMA AUTÊNTICA VERGONHA.
O senhor Ricardo Salgado, requereu a insolvência das empresas que geria por não ter dinheiro para devolver aos accionistas.
O que não se entende é como que o senhor Ricardo Salgado, insolvente, tem três milhões de euros para prestar como caução que o liberta da prisão.
Como em Portugal a justiça é isenta e célere, à semelhança dos banqueiros anteriores o senhor Ricardo Salgado nunca será julgado nem irá para a prisão.
Entretanto o homem que roubou 075€ foi julgado rapidamente e condenado.
ESTE PAÍS É SIMPLESMENTE UMA VERGONHA .

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A PORTUGUESA ENQUANTO HINO NACIONAL PORTUGUÊS - HERÓIS DE QUÊ?

A PORTUGUESA ENQUANTO HINO NACIONAL
HERÓIS DE QUÊ?
"A Portuguesa" foi composta em 1890, portanto há 124 anos, como forma de reação contra os Ingleses e contra a Monarquia.
Letra de Henrique Lopes de Mendonça, que foi capitão-de-mar-e-guerra da armada portuguesa, e música de Alfredo Keil.
Em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado, aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional,
Após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, há 104 anos, a Assembleia Nacional Constituinte consagrou-o como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911.
Em 1956 existiam várias versões, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de elaborar uma proposta de alteração que foi aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.
Na música nota-se uma influência da Marselhesa.  
A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais na constituição de 1976,
VERSÃO ORIGINAL DE 1890
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de
Portugal!
Entre as brumas da memória,
Oh Pá
tria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o
mar,
Às armas, às armas!
Pela Pá
tria lutar!
Contra os BRETÕES
marchar, marchar!
VERSÃO ALTERADA EM 1957
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os CANHÕES
marchar, marchar!


Como se observa o poema tem um conteúdo bélico, incita e apela à violência o que contaria o Principio de que os Portugueses eram ou são um Povo de brandos costumes.

Não se questiona o heroísmo, a nobreza, a valentia, a imortalidade, dos egrégios (distintos, insignes, ilustres, notáveis, admiráveis) avós portugueses.

O simbolismo revolucionário e bélico de outrora foi-se diluindo ao longo dos anos pelo que no contexto atual em nada se relaciona nem se adapta ao pacifismo, seguidismo, carneirismo e cobardia, características atuais da grande maioria do povo português.
Os Portugueses não se encontram disponíveis para “pegar em armas” e muito menos de “marchar contra os Bretões ou contra os canhões” e por via disso é que têm os governantes que merecem.
Não seria muito plausível observar os portugueses ou outro povo consciente a “marchar contra Bretões e muito menos contra “canhões.”  
Como o Fado é uma forma de música que canta e conta as desgraças do povo português, considerado um património da humanidade e a Amália Rodrigues uma heroína com lugar de destaque no Panteão Nacional, entende-se que o poema e a música do Hino deviam ser alterados sugerindo-se “Povo que lavas no Rio”; “Mãe Preta”; Casa da Mariquinhas”; ou então para um qualquer de autoria do Quim Barreiros como por exemplo a “Garagem da Vizinha”; “Quero Mamar na Cabritinha”; ou “Mariazinha deixa-me ir à Cozinha” o que seria muito mais agradável, ponha todos os Portugueses a dançar e a cantar acabando com a tristeza, os estados depressivos esquecer a fome e miséria que em nome da Troika lhes tem sido imposta.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

DESDE O DIA 02.07.2014 QUE A MINHA IMBECILIDADE TEM AUMENTADO.

A MINHA IMBECILIDADE TEM AUMENTADO.
Depois do senhor Coelho, dito o Primeiro, ter dito o que disse sobre a diminuição do desemprego em Portugal, ontem foi a vez do Vice Primeiro, mas conhecido pelo Paulinho das Feiras, de verter faladura sobre o assunto.
Mas deixei-me explicar:
Na minha ignorância politica, quiçá intelectual, ainda não entendi a razão de Portugal ter um primeiro ministro e um vice primeiro ministro quando é sabido que os portugueses não são, em termos populacionais, mais que 10 milhões de habitantes em termos populacionais. 
Presumo que a designação de Vice disto e daquilo é um "trauma" herdado desde os tempos dos descobrimentos onde havia o Vice Rei das Índias, de Angola, de Moçambique, etc.. 
Dirigindo-se à Assembleia da República, dizia, então, o Paulinho das Feiras, que a oposição criticava e contestava que:
"Se o desemprego sobe a culpa é do Governo"
"Se o desemprego desce a culpa é da emigração"
"Se a crise económica aumenta a culpa é do Governo"
"Se a crise económica diminui é graças à União Europeia" 
Como todos os portugueses, também não sei a quem cabe as culpas, o que não é relevante para o caso em questão.
Relevante seria que o senhor Primeiro, ou senhor vice primeiro dissessem aos seus concidadãos que há um aumento dos postos de trabalho e que em consequência o EMPREGO AUMENTOU.
Se assim fosse eu não me sentiria um imbecil porque entenderia perfeitamente que aumentando o emprego diminui o desemprego. Então não haveria culpados, (governo ou emigração).
Conheço o Paulinho das Feiras desde os tempos em que era director de um jornal semanário "O Independente." Tinha-o como um homem inteligente e por via disso em elevada consideração.
Desconheço o que passa na "cabeça" do homem mas presumo que a sua "inteligência" superou o seu raciocínio transformando-o num sobre dotado que pensa que de facto os seus concidadãos são uns imbecis.



quarta-feira, 2 de julho de 2014

SINTO-ME UM IMBECIL

Hoje sinto-me um imbecil, assim como todos os Portugueses se devem sentir.
O senhor Primeiro Ministro de Portugal, utilizando a elevada inteligência que a natureza lhe conferiu e só por via disso é que chegou a Primeiro, acabou de afirmar que EM PORTUGAL O DESEMPREGO DIMINUI.
Plenamente de acordo.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística, só no mês de Junho 300 mil portugueses tinham emigrado.
Excluindo que os faleceram de morte natural e os que se suicidaram mau era se o desemprego não tivesse diminuído.
No raciocínio brilhante do senhor Primeiro o emprego aumentou em função do numero de mortos e de emigrantes o que, provavelmente, se encontra relacionado com as novas tecnologia ou seja: Foi dado emprego aos mortos e aos emigrantes.
Brilhante por ridículo.
Será que alguém acredita?