terça-feira, 27 de maio de 2014

JUÍZES PORTUGUESES CLASSIFICADOS DE MEDÍOCRES E INSUFICIENTES

JUÍZES PORTUGUESES CLASSIFICADOS DE MEDÍOCRES E INSUFICIENTES

O Conselho Superior da Magistratura, fez publicar num Jornal Diário de Portugal (JN) que num Universo de 379 juízes, 23 (VINTE E TRÊS) foram classificados com insuficiente e 4 (QUATRO) como medíocres.
Segundo o gráfico, ora publicado e emitido por um organismo oficial, observa-se que em 2012, o numero de juízes existentes em Portugal era de 1803.
Se em 379 juízes 23 são classificados de insuficientes, em 1803 serão 104.
Se em 379 juízes 04 são classificados de medíocres, em 1803, serão 18
Isto quer dizer que um cidadão português tem cerca de 8% de ser julgado por um juiz insuficientemente preparado ou até por um medíocre. 
Aos juízes é conferida a decisão segundo a sua livre convicção.
Na livre convicção o "arguido" pode ser condenado ainda que não existam provas de ter cometido o ilícito e até pode estar inocente que é na mesma condenado.
Analise-se o que acontecerá se um "arguido" inocente se for julgado por um juiz mal preparado ou medíocre que lá do alto da sua convicção o condena.
Dizem eles, mais elas, os juízes que abaixo de Deus só eles ou elas, o que é de difícil compreensão.
Nem todos somos crentes mas mesmo os que não são pensarão que Deus não é bom, suficiente, insuficiente ou medíocre. 
Tanto quanto se sabe e crê Deus é Muito BOM.
Só agora entendi porque razão um juiz disse que determinado "arguido" era muito inteligente.
Das duas, uma: Ou o homem era mesmo muito inteligente, que modéstia à parte, não o era e até era suspeito se o fosse, ou então o juiz era um insuficiente ou medíocre.
Sendo que a avaliação dos juízes portugueses é feita por juízes a avaliação é suspeita por não isenta e por corporativista.
Em todo o caso é ASSUSTADOR saber-se que podemos ser julgados por insuficientes e medíocres.
Mais grave ainda é que se um cidadão for condenado inocentemente por um insuficiente ou medíocre, a esse insuficiente ou medíocre nada acontece porque os juízes portugueses não são responsabilizados pelos seus actos e é por isso que existem muitos inocentes detidos.
Dizem eles que Portugal é um bom País para se viver.
De facto é mas nunca se metam com a justiça à portuguesa quer seja na qualidade de ofendidos e muito menos como "arguidos"        




quinta-feira, 22 de maio de 2014

PRESERVATIVOS MASCULINOS E FEMININOS

PRESERVATIVOS MASCULINOS E FEMININOS
Consta-se que o Ministério da Saúde Português tem um "projecto" da tutela (Desde a sua fundação, em 1143, que Portugal é um País de projectos) que estabelece um código de ética.
Esse código de ética estabelece que os colaboradores, (desconhece-se a que colaboradores se refere) "não podem aceitar directa ou indirectamente, dádivas e gratificações em virtude das suas funções" e que "todos os bens recebidos deverão ser entregues à Secretaria Geral do Ministério para doação."
Entende-se que se um colaborador for "presenteado" com uma garrafa de vinho tinto, aguardente, cebolas, couves, batatas, nabos ou outros produtos não os pode aceitar.
Prevê o dito "despacho" que se o "colaborador" aceitar dos representantes das industrias farmacêuticas, esferográficas, porta chaves, livros, postites, revistas cientificas da sua especialidade também os deve recusar.
Atente-se: "NÃO PODEM ACEITAR" e "TODOS OS BENS RECEBIDOS"
Se estão impedidos de aceitar como podem receber?
Partindo da premissa que viola o despacho e recebe os bens qual o sistema de envio para a Secretaria Geral do Ministério? 
Por via aérea ou marítima?, no caso de colaborador ser dos Açores ou da Madeira.
Por via terrestre?, comboio, automóvel ou camião TIR?
Quem paga os transportes? o doador, o receptor ou a Secretaria Geral? 
No caso das ofertas em bebidas alcoólicas, comum em Portugal, a Secretaria Geral irá doa-las a Instituições de Solidariedade Social, conhecidas por IPSS?
E se for em ovos, hortaliças, presuntos, queijos, cabritos, leitões como se processará o envio sem que os produtos se deteriorem?
E se for lubrificantes vaginais, cremes, comprimidos, estrófitos para a menopausa como é frequente na especialidade de ginecologia?
Há dias, no meu consultório, um técnico de informação médica ofereceu-me duas caixas de preservativos masculinos com sabor a morango e outras duas de preservativos femininos com sabor a chantilli.
DILEMA: Não sei para onde os enviar: Para a Secretaria Geral?
Os masculinos, embora me façam alguma falta porque ainda "funciono", posso dividir com o Paulo ou com o Coelho que os podem usar em "alternância."
Os femininos estou a pensar em enviá-los para o Aníbal introduzir na língua sendo convicto que lhe dará muito bom uso.
Não restam dúvidas que de facto, os que nos "gere" são inteligentes e preocupados com os destinos do País e daí os PROJECTOS.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

O HOMEM QUE MATOU A ADVOGADA

O HOMEM QUE MATOU A ADVOGADA 
Antes de explanar o raciocínio deixa-se explicito que a pratica de homicídio deve ser entendida como o que de mais perverso existe na mente humana, seja ela praticada em qualquer circunstancia.
Mesmo em tempo de guerra é perverso matar. 
Mais perverso se torna quando o "inimigo" nos é desconhecido, e por conseguinte nunca nos causou qualquer dano.
Em nome da "LIBERDADE" da "INDEPENDÊNCIA" DEUS, ALA, BUDA, outros deuses ou "razões" desconhecidas, os políticos mobilizam e exaltam os seus concidadãos à pratica de verdadeiros homicídios e genocídios.
Os homicidas são reconhecidos como heróis e condecorados em função do numero de vítimas.
No reverso do anterior temos o tipo de homem que matou a Advogada que, segundo se crê pela noticia publicada, era a assistente num processo entre o homicida e a sua esposa.
Facilmente se presume que o homicida tinha inimizade grave com a vítima. 
Para uma melhor compreensão do "caso", seria de toda a importância e relevante, conhecer as razões  que motivaram a pratica de acto tresloucado e repugnante.
Em Portugal, durante os processos, nas salas de audiências, é prática comum dos advogados, impunemente, com o beneplácito dos juízes,  injuriarem, humilhar os litigantes das partes.

Citamos a título de exemplo o comportamento de uma advogada da parte num processo de regulação do Poder Paternal.
No dia 28 de Agosto de 2008, pelas 15,15 horas M. Leitão no interior do Posto Policial, onde se deslocou-se propositadamente para tratar assunto da sua cliente, segundo a sua justificação, mais uma vez e na presença dos agentes da autoridade injuriou o ora requerente chamando-lhe demente; esquizofrênico; ladrão; desequilibrado mental,
No dia 15 de Setembro de 2008, pelas 21,00 horas M. Leitão, acompanhada pelo seu filho C. F. P. Leitão C., residente em Vila Nova de Gaia, fazendo-se transportar no veículo Volkswagen matricula 00-00-00, deslocou-se para a residência do denunciante.
Quando o denunciante procedia à entrega do menor seu filho à sua progenitora, conforme o determinado pelo Tribunal de Família e Menores, processo nº 0000/000, em plena via pública e na presença de quantos a quiseram ouvir, M. Leitão, injuriou-o de demente; esquizofrênico; ladrão; desequilibrado mental, paga a pensão de alimentos porque preciso que a C. me pague.
No dia 17 de Janeiro de 2012, M. Leitão em plena via pública e nas proximidades da Câmara de V. N. de G., na presença de quantos a quiseram ouvir, injuriou o ora denunciante chamando-lhe demente; esquizofrênico; ladrão; desequilibrado mental.
Ao longo do processo nº 0000/000, que decorre termos no Tribunal de Família e Menores, transcreve em peças processuais de sua autoria expressões que configuram ilícitos como crime de injúria e difamação, que aqui se dão por integralmente reproduzida: - demente; esquizofrênico; ladrão; com delírios e delírios psicóticos; insana audácia; inexplicável; inteligível; instabilidade emocional e mental; desequilibrado mental e emocional; afetado no seu discernimento; prepotente; violento; agressivo; instável; intranquilo; ansioso; portador de psicose; comportamentos exóticos; mente perversa e angulosa; não se encontra em pleno uso das suas faculdades mentais.
Por tais ilícitos M. Leitão foi constituída arguida nos processos 0000/00.0, Tribunal Judicial, 4.ª Juízo Criminal; 0000/00.0, Tribunal Judicial, 3.º Juízo Criminal; 0000/00.0 Tribunal Judicial de, 2.º Juízo Criminal,
Pese embora as denúncias na Ordem dos Advogados, no Ministério Público e sendo do conhecimentos dos Tribunais esta senhora nunca foi chamada à razão, punida pelos seus actos e actividade ilícita, pelo que não se inibe de dar continuidade à mesma.
O caricato é que numa das sentenças o juiz despacha dizendo que a actuação da dita é desculpável por "usa" o método no "interesse da defesa da sua cliente"
Sendo verdade que na "defesa dos interesses das partes aos advogados é-lhes conferido o direito de injuriar, difamar, humilhar, mentir em Tribunal, ofender a dignidade humana em plena sala de audiências sem que os juízes ou os magistrados do Ministério Público defendam os interesses juridicamente protegidos dos cidadãos é perfeitamente admissível que o ofendido encete medidas não consentâneas com o Direito. Direito esse que é Portugal é para uns e não para outros.
De forma consciente, muitos advogados passam os limites do bom senso e a linha que divide a defesa dos interesses dos seus clientes ofendendo de forma grosseira a contra parte.
Só se expõem quem quer e quem se expõem arrisca-se a sofrer as consequências.

A MINISTRA DA JUSTIÇA "CHOCADA"
A senhora Ministra não tem porque ficar "chocada." Deve ficar "chocada" com o comportamentos dos juízes que nas salas de audiências permitem e "apadrinham" que os advogados usem práticas abusivas, injuria gratuita, humilhação e ilícitas.

Para que se saiba o ESTADO DA JUSTIÇA PORTUGUESA, cita-se o Exmo. Sr. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça:
"Sobreposição de ordenamentos concorrentes que transformou o Direito numa manta de retalhos"
"A lei  tornou-se destinada mais à comunicação politica do que à aplicação judicial expondo-se à insegurança"
"A Lei perdeu prestígio, adensado cada vez mais a responsabilidade do Supremo Tribunal de Justiça como criador de jurisprudência."
São verdades que os Portugueses bem conhecem.
Não são suficientes as palavras do Exmo. Senhor Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Os Portugueses necessitam urgentemente de uma justiça isenta, igualitária, célere, independente, competente, respeitável, que respeite, e não de palavras.
Também se espera que o Supremo Tribunal de Justiça crie jurisprudência no sentido de tornar a LEI apolítica e igualitária.
A Lei ganhará prestígio quando for célere, isenta, equitativa, igualitária e os juízes responsabilizados quando deliberadamente atrasam os processos, violam o dever de isenção, o Direito de Defesa, a liberdade de expressão, o Direito de Igualdade e condenam inocentes.  
  

domingo, 4 de maio de 2014

ONTEM TIVE UM SONHO

ONTEM TIVE UM SONHO

Encontrava-me numa sala de audiências a prestar declarações perante uma magistrada de cerca de 55/60 anos de idade, de aspecto "sopeiral", com o respeito que é devido às "sopeiras", e fisionomia semelhante a Ângela Merkel..
"Sopeira" - designação de empregada doméstica ou criada de servir utilizada no século passado
Actualmente denominadas "mulher a dias", técnica de higiene ou assistentes técnicas operacionais se for funcionário público.
Frequentemente tenho ouvido que alguns juízes, essencialmente juízas, se afirmam como secundárias a Deus.
Dizem abaixo de Deus só eles ou elas.
Presumindo-se da existência de Deus sabemos que se encontra em toda a parte, que é Justo, que condena mas também perdoa o pecador e que enaltece e "senta", à Sua Direita, o justo.
Todos os Portugueses sabem que os juízes e as juízas não reúnem aquelas características, que frequentemente se movimentam em "jogos de Poder", interesses económicos e políticos que em nada se relaciona com os Juízos de Deus.
Voltando ao meu sonho.
A certa altura das minhas declarações, a dita juíza, levanta-se da sua cadeira. Pálida, leva a mão direita ao peito esquerdo, solta um gemido, "revira os olhos" e cai desamparada no pavimento da sala de audiências.
Na minha qualidade de médico, segundo o juramento de Hipócrates, Código Deontológico e o Penal sou "obrigado" à prestação de assistência médica numa tentativa de salvar a vida. 
Avalio o pulso e nada... Os batimentos cardíacos e nada...
A cianose começa a surgir nos seus lábios o que me levou a concluir que me encontrava perante uma doente com enfarto de miocárdio. 
Ainda que exalasse um hálito "alimentar", penso que tal se relacionava com o almoço e ter vomitado, sem qualquer repulsa, inicio respiração boca a boca e processo massagem cardíaca.segundo as normas e o que me foi ensinado.
A juíza recupera.
Entretanto chega a VMER, não daquelas que se encontram estacionadas por falta de médicos, a juíza foi entubada, ligada ao ventilador, medicada e transportada para uma Unidade Hospitalar onde existem Unidade de Cuidados Intensivos.
Entretanto acordei!
Já acordado reflecti sobre "semelhante" sonho.
Não passou de um sonho mas na realidade teria salvo uma vida.
Na minha humildade e como humano pensei que numa hipotética escala Divino/social nunca poderia estar a "seguir" a Deus porque antes de mim estaria o Espírito Santo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e a Sua Mãe, Virgem Maria, o seu Pai , São José, os Anjos, os Querubins e os Serafins, os Santos, o Papa Francisco e por fim os Juízes que só vão para o Céu ou para o Inferno depois de os médicos verificarem e emitirem a certidão de óbito.
NÃO FOI UM SONHO MAS UM PESADELO.  
PORTUGAL ATÉ NISTO É SUIS GENERIS.