quinta-feira, 27 de março de 2014

INFANTICIDO

INFANTICÍDIO
Não é intenção chocar.
Mais não se pretende que interrogar.
Onde estavam as APAVS, AS UMAR, as não sei quantas das mulheres juristas, as Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em risco, CPCJ, a Segurança Social, o Ministério Público, MP, os Tribunais de Família e Menores e outros que por aí andam disfarçados de feministas, defensores das igualdades de género e de juízes do Povo?
Pois! 
O problema é que estás crianças NÃO foram enforcadas (assassinadas) pelo seu Pai. Logo não é um casos de violência doméstica com direito a outdoor.

segunda-feira, 24 de março de 2014

O HOMEM QUE EXIBIU O PÉNIS A MULHERES.

O homem que exibiu o pénis a mulheres
É mais uma das histórias surrealistas da justiça e da imprensa portuguesa.
Alguma da imprensa portuguesa tem dificuldades económicas e para sobreviver publica "casos" macabros e outros ridículos.
Este tipo de histórias para além de vender jornais, tem por objectivo de "alegrar" o dito povo para que esqueça a crise e a miséria social em que se encontra mergulhado.
Em Janeiro de 2011, há três anos, um mecânico de 57 anos de idade, exibiu o seu "robusto?" pénis num café da sua terra. 
Em a Abril desse mesmo ano, repetiu a façanha numa esplanada e desta feita, porque se encontrava na Primavera, masturbou-se.
Em 2013, decorridos dois anos, o homem foi condenado, em Primeira Instância, a cinco meses de cadeia pelos seus actos "depravados" 
Recorreu para Tribunal Superior, no caso em questão para o Tribunal da Relação, tendo-lhe sido confirmado a pena com o fundamento jurídico dos meritíssimos juízes desembargadores de que "ultrapassou, com a sua conduta, a mera imoralidade."
Nas notícias descreve-se que o homem tem antecedentes criminais, uma condenação por abuso sexual de menor.
Diz ainda que o homem foi emigrante nos Estados Unidos da América, e que vive em condições económicas e sociais muito precárias.
A reter:
A justiça Portuguesa é célere. (três anos para sentenciar um caso muito simples “O homem mostrou o pénis”.
A justiça Portuguesa teve, neste caso, uma preocupação mórbida com o pénis dos Portugueses, o que permite questionar se o homem teria ou não um pénis demasiado grande.
Presumindo-se que teria é-nos permitido deduzir que foi condenado por "inveja."
Na hipótese remota de ter um pénis pequeno foi muito bem condenado porque não se deve exibir aquilo que não se tem. Na psicologia chama-se exibicionismo. 
Dizem os meritíssimos juízes desembargadores que a conduta do homem é imoral.
Não se nos vislumbra onde e com que fundamento se pode condenar o homem pelo seu comportamento dito imoral, pelo simples facto de mostrar o pénis e masturbar-se.
Segundo a teoria da igualdade de género, muito na moda em Portugal, o homem que mostrou o pénis, não mostrou nada que as mulheres ofendidas não conhecessem porque é suficiente ir a uma cidade Portuguesa chamada Caldas da Rainha, onde existem expostos em montras e à venda pénis de barro de todos os tamanhos e feitios.
Numa exposição de erótica (“Eros 2014”) realizada na EXPONOR, exibiram-se pénis, vaginas, "aparelhos" para práticas sado/masoquistas, perfumes, vibradores, etc. e onde se simulava sexo ao vivo. 
Não se consta que os seus mentores, organizadores, comerciantes, e praticantes ou actores de filmes pornográficos, tenham ultrapassado, com a sua conduta a mera imoralidade.
Também é sabida a existência, na internet, de sites pornográficos que são diariamente consultados por milhões de homens, mulheres e até crianças. 
O próprio jornal, de onde colhi a notícia, na sua edição de hoje publica três páginas completas denominado relax, que podem ser consultadas por homens, mulheres e crianças desde os 3 aos 100 anos e onde se exibi mulheres nuas e seminuas. 
Não se me consta que tenham sido processadas pelos homens por terem ultrapassado, com a sua conduta, a mera imoralidade.
Além do anteriormente dito, todos sabemos da existência de revistas femininas e de "cadernos" jornalísticos onde centenas de mulheres ligadas à moda, à TV, ao cinema, etc. que de uma forma exibicionista e narcisista exibem os seus corpos nus ou seminus. 
Não se consta que ultrapassem a mera imoralidade.
Ora, no meu modesto entender, os meritíssimos juízes, ao condenarem o homem que mostrou o pénis, violaram o dever de isenção, o direito à diferença, o direito de igualdade, o direito de igualdade de gênero.
Posso ainda presumir que se o homem que mostrou o pénis, tivesse usado na sua defesa que até era gay, provavelmente teria sido absolvido.
o governo português castrou os portugueses, cortando-lhes os testículos. 
agora, na defesa ridícula de uma falsa moralidade, pretendem corta-lhes os pénis.
O Xavi (nome fictício) foi denunciado, ao Tribunal de Família e Menores, e ao Ministério Público, por exibir o pénis a uma criança de 7 anos.
Desde há 7 anos que tem vindo a dar continuidade ao seu acto criminoso. No entanto e apesar de denunciado pelo pai da criança, não é acusado nem julgado
O que incomoda no meio não é o pénis do homem que mostrou o pénis. 
Incomoda é o tempo e o dinheiro, pago pelos contribuintes, que a justiça perde com os pénis de alguns dos seus concidadãos quando há "casos" muito mais importantes, pela sua gravidade, e que demoram dez anos, ou mais, a decidir.
Mais grave ainda é quando envolve crianças como o meu filho que completa hoje 14 anos.
Quero sair deste país como refugiado, migrante, emigrante, antes que seja politicamente perseguido ou “abatido” por causa do meu pénis.

  

segunda-feira, 17 de março de 2014

TEORIAS - II

AMOR PRÓPRIO.
Transcrevo a definição tendo por base a teoria de PASCAL, à qual procurei dar um cunho mais pessoal, actual aplicando-o à minha própria personalidade e pensamento.
O amor próprio não impede que o objecto que se ama, nós próprios ou eu próprio, seja repleto de defeitos e misérias.
Sendo "feridos" no nosso amor próprio pela descoberta da essência do que na verdade somos, concebemos um ódio mortal a essa verdade porque não a queremos aceitar.
É-nos impossível aniquilar a verdade do que na verdade somos, procuramos encobri-la aos olhares dos outros.
O ser humano encobre constantemente a verdade dos seus defeitos e exalta a mentira das suas virtudes. (Nelson de Brito)
O defeitos são males que nos provocam angústias mas a maior angústia é não aceitar a verdade dos defeitos.
Detestamos ser enganados e entendemos como injusto que os outros queiram ser amados mais do que merecem.
Do anterior subentendo que não é justo enganar os demais e querer que nos estimem mais do que merecemos devido à mentira da nossa imagem.
Quando vêem em nós imperfeições e vícios devemos entender tal como um bem porque nos ajudad a corrigir e livrar-mos do mal da imperfeição.
Não nos devemos zangar quando conhecem as nossas imperfeições.
É justo que nos conheçam por aquilo que na verdade somos e não por aquilo que aparentamos ser.
Que nos amem se merecemos amor e que nos desprezem se somos desprezíveis.
Isto traduz na perfeição o meu pensamento e o meu conhecimento em relação às coisas e aos outros.
Concluo que não há malícia nem cinismo no meu pensamento.
Sou voluntarioso, directo, e verdadeiro.
Sou convicto da minha equidade e do meu sentido de justiça, coisa rara em Portugal.
O problema humano é odiar a verdade e por isso gosta de ser enganado para seu proveito.
O humano quer ser estimado tal qual não é. Isto é: NÃO QUER SER ESTIMADO PELA VERDADE DOS SEUS DEFEITOS MAS ANTES PELA MENTIRA E OMISSÃO DA SUA VERDADEIRA ESSÊNCIA.
A aversão à verdade é inseparável do AMOR PRÓPRIO.
É errada a delicadeza da mentira porque obriga os que se encontram na necessidade de criticar os outros, a escolherem rodeios e precauções para evitar choca-los. 
se alguém tem interesse em ser amado evita ser desagradável para com aquele que provavelmente ama, tratando-o como ele ou ela pretende ser tratado. Omite a verdade, lisonjeia e engana.
No entanto, no meu modesto entender este amor não irá perpetuar-se. 
A verdade é útil a quem se lha diz, mas é prejudicial para quem a diz porque certamente se fará odiar.
HÁ SEMPRE UM INTERESSE EM FAZER-MOS AMOR E POR ISSO OMITIMOS A VERDADE. DAÍ QUE A VIDA HUMANA É UMA PERPETUA MENTIRA E UMA ILUSÃO, JÁ QUE NÃO FAZEMOS OUTRA COISA QUE NÃO SEJA ENGANAR-MOS UNS AOS OUTROS E LISONJEAR-MOS.
Ninguém fala de nós na nossa presença como fala na nossa ausência.
A UNIÃO QUE EXISTE ENTRE AS PESSOAS BASEIA-SE APENAS NO LOGRO MUTUO.
POUCAS OU NENHUMAS AMIZADES SUBSISTIAM SE CADA UM SOUBESSE O QUE O SEU AMIGO DIZ DELE NA SUA AUSÊNCIA.
O homem não senão um disfarce e uma mentira.
Hipócrita para consigo mesmo e para com os outros.

DEMASIADA VERDADE ABALA-NOS! 
Entendo que ela é necessária ao equilíbrio psíquico porque elimina a neurose da angústia.

DEMASIADOS PRAZERES ABORRECEM! DEMASIADOS FAVORES IRRITAM!

Quando recebemos favores partimos da premissa que teremos a necessidade e a obrigação de retribuir.
Por vezes temos que sobre pagar as dívidas do favor o que nos angustia.

Um favor será tanto mais agradável quando pensamos em poder retribui-lo na medida da nossa vontade, desejo e possibilidade.

Na retribuição, o sentido da obrigação deve ser excluído porque é angustiante.

A ANGUSTIA DA GRATIDÃO DÁ LUGAR AO ÓDIO

SOMOS FERIDOS PELAS QUALIDADE EM EXCESSO.

AS QUALIDADES EM EXCESSO FEREM OS DEMAIS E COLOCA-OS CONTRA NÓS
A ISTO CHAMO INVEJA.





   

sexta-feira, 14 de março de 2014

TEORIAS.

REBUSCANDO OS MEUS PAPEIS ENCONTREI UMA QUANTIDADE DE TEORIAS ESCRITAS HÁ JÁ ALGUNS ANOS QUE POR ACTUALIZADAS NÃO ME INIBO DE AS PUBLICAR.
É UM ERRO DEPLORÁVEL PRETENDER QUE OS FILHOS SIGAM OS RASTOS DOS SEUS PAIS PORQUE SE CORRE O RISCO DE SE CONDICIONAR O DESENVOLVIMENTO DA SUA PERSONALIDADE.
IMAGINAÇÃO
É decepcionante porque é não traduz uma verdadeira realidade. Tanto serve como verdadeiro como falso.
É nela que muitos se apoiam para enganar e ou intimidar.
Incute-se a imaginação de "o diferente", "o superior", "o mítico", etc. como é o caso dos Tribunais e do seu aparato, Das mulheres de virtude. Dos parapsicológicos. De alguns médicos.
Se os médicos tivesse a verdadeira arte de curar não necessitariam do "APARATO" e da menos verdade das coisas (o principio de anemia; princípios de de pneumonia, etc.)
É necessário criar nos outros a imaginação do aparato, do mítico, do irreal para se conseguirem impor.
O militar impõem-se pela força ou exibindo a força criando a imaginação de força que por vezes não tem.
A imaginação faz do "belo" o que não é. Do justo o que é injusto. Toma de felicidade o que por vezes é infeliz.
Os sentidos das falsas aparências enganam a razão.
As paixões da alma perturbam os sentidos e produzem-lhe falsas impressões.
Aquilo que muitas vezes queremos é com frequência um quase nada mas a nossa imaginação pode transformar em uma montanha.

NADA HÁ DE MAIS INFELIZ QUE UM HOMEM DOMINADO PELA IMAGINAÇÃO (PLÍNIO).

Temos um desejo infinito de encontrar uma base para a construção dos nossos anseios e desejos.
No entanto não há alicerce que perdure pelo que, a todo o momento tudo pode ruir.
Não devemos buscar pontos de fixação porque haverá sempre uma desilusão provocada pela inconstância das aparências.
Se as aparências fossem eliminadas não haveria desilusões.
Poderia desejar, construir e atingir a plenitude dos meus desejos para minha satisfação e sem a angustia que tudo possa ruir.
Fico com a tranquilidade de espírito porque sei qual o lugar em que me encontro na natureza.
Partindo da premissa que sou mais inteligente que alguns, na analise das coisas, reconheço que me encontro muito longe dos extremos.
NÃO HÁ OS INFINITAMENTE SÁBIO NEM OS INFINITAMENTE BURROS.
Fazendo uma auto análise e auto crítica veremos que estamos limitados e que não conseguimos ir muito longe.
Para se conhecer o todo implica conhecer a parte.
Em ciência médica é mandatório conhecer parte por parte, já que se encontram em interligação, afim de chegar ao todo.
EXEMPLO: Um ser humano tem relação com tudo o que conhece. Precisa de um local para viver. Calor e alimento.Tempo para durar. Movimento para ser. Ar para respirar.
Para conhecer-mos o Homem necessitamos de saber as suas origens, ver os seus movimentos, saber das suas necessidades, numa cadeia infinita do conhecimento.
A incapacidade para conhecer-mos as coisas deve-se ao facto de elas serem simples.
A nossa diferença deve-se ao facto de sermos compostos de duas naturezas totalmente opostas. A ALMA E O CORPO..
NESTA REALIDADE DA NATUREZA RESIDE A NOSSA ANGUSTIA.
A alma rege-se por pensamentos sublimes incompatíveis e muitas vezes inteligíveis pelo corpo.
O corpo não se sublima, antes prende-se com motivações materiais que lhe são inerentes e muitas vezes não necessárias. 
EXEMPLO: se tenho um só corpo porque tenho cinco camisas?
A alma pode controlar o corpo e subordiná-lo às suas necessidades mínimas e indispensáveis. Aí a Alma pode sublimá-lo e limitar o seu desejo e angústia. Assim sendo, o homem será feliz já que não irá mais além das suas necessidade básicas.
SE SOMOS SÓ NATURALISTAS NADA EXISTE NO NOSSO SABER.
SE SOMOS MATERIALISTAS OU ESPÍRITO NÃO CONHECEMOS PERFEITAMENTE A SIMPLICIDADE DAS COISAS. 
O homem é o maior prodígio da natureza, no entanto ele não sabe o que é o corpo e o que é o espírito.
Desconhece como um corpo contêm um espírito ou um espírito um corpo.
Transcende a compreensão humana como o espírito contêm o corpo ou este o espírito. No entanto, o homem é a soma de ambos. (Santo Agostinho). 

domingo, 9 de março de 2014

A VERDADE DE LA PALICE

Hoje fui confrontado com a seguinte frase:
Muito Obrigado pela sua opinião.
“O senhor tem o direito de ter a sua e eu tenho o direito de ter a minha.”

Tal frase recorda-me aquelas afirmações estúpidas dos treinadores de futebol:
“Jogamos para ganhar”
“Vamos levantar a cabeça”
“O campeonato ainda não chegou ao fim”
“Há muitos jogos para ganhar” “Continuamos a trabalhar” e outras tantas que não me recordo.

Pensei: Estou a ser confrontado com uma verdade. A verdade de La Palice.
Desta feita fui consultar quem foi La Palice e qual a razão da frase.

A verdade de la Palice é uma expressão de origem francesa.
Criada a partir da canção "La Mort de la Palice", que homenageia a coragem, de Jacques II de Chabannes, senhor de la Palice, Marechal de Francisco I (1470/1525, durante a Batalha de Pavia e na qual perdeu a vida.  
Para perpetuar a sua memória, os soldados escreveram a canção que contém um verso onde enuncia algo que já era evidente no verso anterior.

La Palice est mort.
Est mort devant Pavie.
S`il n`était pas mort,
Il ferait encore envie

Traduzido para Português:
La Palice morreu.
Morreu em frente a Pavia.
Se ele não fosse morto. (verdade de La Palice)
Ainda faria inveja.

Trata-se, portanto, de um truísmo.
O que é um truísmo?
Truísmo é aquilo que é mais que óbvio.
É uma verdade que salta aos “olhos”

No francês antigo, assim como no português, o S possuía duas grafias, uma das quais era ſ.
Esta última era muito semelhante à de um f, razão pela qual a última frase da estrofe, Il ſerait encore en vie, acabou sendo lida, erradamente, como Il serait encore en vie. "Ele ainda estaria vivo".
A grafia lapalissada vem do nome moderno da cidade francesa de Lapalisse, onde se situa o histórico castelo de Jacques de la Palice.

Exemplos da verdade de La Palice:
“A Lei revoga a anterior no que lhe for incompatível” - Diário da Republica Portuguesa.
"Um quarto de hora antes de morrer, ele estava vivo" - Canção satírica Francesa.
"Aquilo que escrevi, escrevi-o"Pôncio Pilatos.
"Homem do sexo masculino apareceu morto"Título do Jornal Público em 1993.
"Estar vivo é o contrário de estar morto" - Lili Caneças.
"A maior parte das nossas importações, provém de países estrangeiros" - George W. Bush.
"Comemora-se em todo o país uma promulgação do despacho número cem [...], a que foi dado esse número, não por acaso, mas porque ele vem na sequência de outros noventa e nove anteriores promulgados."- Américo Tomás (último Presidente da Republica Portuguesa antes do 25 de Abril)
"O ano de 2015 é o ano imediatamente consecutivo a 2014" - Vítor Gaspar, Ministro das Finanças português, num debate parlamentar em abril de 2012.
“Morreu na sexta-feira. Morto na flor da idade. Se tivesse morrido no sábado, teria vivido até mais tarde"
E agora esta: “O senhor tem o direito de ter a sua opinião e eu tenho o direito de ter a minha.”
Por razões de ética e de respeito omito o seu autor, mas que tem um lugar de destaque na sociedade portuguesa é verdade que o tem.
Boa semana de trabalho para todos e que a verdade de La Palice não vos perturbe o pensamento.


sexta-feira, 7 de março de 2014

O TREINADOR - REGULAÇÃO DO PODER PATERNAL E ALIENAÇÃO PARENTAL

O TREINADOR
REGULAÇÃO DO PODER PATERNAL
ALIENAÇÃO PARENTAL

TRIBUNAL DE FAMÍLIA E MENORES
PROCESSO Nº 0000/07.6
 N.Requerente no processo ora identificado vem, mais uma vez, denunciar.
Dando cumprimento ao determinado pela meritíssima juíza do Tribunal de Família e Menores, no dia um de Março de 2014, pelas 11,30h, de acordo com as indicações da progenitora, N, foi recolher o seu filho na entrada do Centro Comercial Arrábida, por quanto correspondia ao fim-de-semana que a criança tem o direito “gozar” a companhia do seu pai.
Embora não tenha sido informado, conforme o determinado pelo Tribunal da Relação do Porto, quanto ao desenvolvimento educacional e vida do menor, o progenitor sabia que praticava futsal.
Assim, perguntou-lhe se tinha jogo e em que local o mesmo se realizava.
O menor informou que o jogo se realizava em Leça mas que não queria ir porque não gostava de frequentar o futsal e porque o treinador nunca o ponha a jogar.
Na sua expressão: “Ficava no “banco.”
O progenitor manifestou algum agrado porque tem presenciado as características e o ambiente degradado do local são semelhantes a um outro denominado Footspace, localizado em Rio Tinto, encerrado por ordem judicial.
O progenitor desconhece o nome do atual clube mas sabe que os locais frequentados são impróprios para o são desenvolvimento educacional de crianças já que aí é prática comum as injúrias aos árbitros, os palavrões e as ofensas à integridade física entre os adversários adultos.
Pelas 15,11h o progenitor recebe uma mensagem no telemóvel proveniente do número 00006000, que presumiu ser dirigida ao seu filho e cujo conteúdo se transcreve:
- “Vais faltar ao jogo? Porquê? Estás bem?
A primeira questão que se levanta é a presumida “vítima de violência doméstica” ter o número do telemóvel e enviar mensagens para o seu hipotético agressor.
O progenitor passou o telemóvel ao menor que respondeu à sua progenitora, presume-se, com e nos seguintes termos:
- “Não me apeteceu” “Também ia ficar no banco”
Pelas 15,30h, o progenitor recebe um telefonema proveniente do número 000007900, cujo presumido proprietário se lhe dirige nos seguintes termos:
- Ouça lá!
- Porquê é que você não trouxe o menino ao jogo?
De seguida instala-se o seguinte diálogo:
- Quem fala?
- Sou o treinador.
- Não levei o menino porque ele disse que não queria ir, até porque o senhor o põem ao banco.
- Diz que não gosta muito desse ambiente.
- Mas isso não é nada! O senhor tinha de o trazer.
- Peço desculpa!?
- Quem é o senhor para me dizer o que devo ou não devo fazer com o meu filho?
- De resto não fui eu que o inscrevi nem foi colhida a minha opinião se devia ou não ser inscrito.
- São assuntos da mãe, é com ela que deve falar e não comigo.
- Da parte que me diz respeito eu limito-me a levar o menino.
- Se ele quer ir, vai.
- Se não quer não vai.
- Na minha opinião, não defendo a ideia de ele frequentar esse ambiente, mas isso é outra questão.
- Ouça lá ó meu “amigo” o senhor julga-se quem?
- O R. ocupou o lugar de outro e agora?
- Em primeiro lugar não sou seu “amigo” porque nem sequer o conheço.
- Em segundo lugar, as vezes que fui levar o meu filho nunca o vi jogar.
- Fica sentado no banco de suplentes.
- Não me julgo ninguém.
- Não entendo como é que o senhor tem o meu número de telemóvel.
- Não entendo com que direito me está a incomodar.
- Penso haver alguma confusão.
- Olhe vá-se foder! Desligando a chamada.
Decorrida aproximadamente uma hora, proveniente do mesmo número, progenitor recebe a seguinte mensagem:
“DESCULPE MAS NÃO PRECISO DE BAIXA E SE PRECISSASSE NÃO ERA CONSIGO QUE IA TER E LEMBRECE QUEM SOFRE É O R. E ATÉ TINHA VERGONHA DE TER UM COLEGA MÉDICO COMO VOCÊ E TENHO MAIS QUE FAZER PARA O ESTAR A ATURAR FUI E QUEM É VOCÊ PARA ME ENSINAR ALGUMA COISA VOCÊ NÃO DEVE SABER PARA QUEM ESTÁ A FALAR.”
Pelo discurso incoerente e aberrante facilmente se depreende do grau cultural manifestado pelo referido individuo.
Não se entende como é que tal individuo tem acesso ao número do telemóvel do progenitor do menor.
As suas expressões: NÃO PRECISO DE BAIXA, QUEM SOFRE É O R., TINHA VERGONHA DE SER SEU COLEGA MÉDICO, associado ao facto de ser portador do número de telemóvel e telefonar para o progenitor do menor configura crime de invasão e devassa da privacidade.
A expressão: NÃO DEVE SABER PARA QUEM ESTÁ A FALAR, tendo em consideração o tom empregue e o contexto em que foi proferida configura o crime de ameaça.
Posteriormente, o progenitor tomou conhecimento que o menor foi inscrito neste clube pelo “suposto amigo” da sua progenitora, à semelhança do que aconteceu no Footspace.

Mais uma vez denuncia, ao douto Tribunal, o Xavi, portador do BI nº 0000000, emitido em 26.08.05, filho de Y., e de X, casado, técnico operacional antes designado por auxiliar de ação médica, vulgo maqueiro, residente que foi na Rua nº 0, casa nº 0 da Escarpa da Serra do Pilar, atualmente a residir na Rua Dr., A4, 3º, apartamento 6, como um individuo perigoso e que deve ser afastado urgentemente do seu filho.
Desde Setembro de 2008 que Xavi, progenitor de uma menor, importuna, viola, ofende gravemente a dignidade do menor com a conivência da sua própria progenitora.
No dia 09 de Dezembro de 2008, o menor contou que no dia 08 de Dezembro de 2008, foi a Guimarães ver o Vitoria de Guimarães vs Leixões, com a sua progenitora e com o senhor “António” que era enfermeiro de vacinas no Hospital de S. João e que também exercia a atividade de segurança nos estádios de futebol enquanto ele a sua mãe assistiam ao jogo.
No dia 10 de Dezembro de 2008, Quarta-feira, o menor informou que não era a primeira vez que a sua mãe introduzia “senhores” na residência que foi comum e que o atual não era “senhor António enfermeiro de vacinas”, mas sim um Xavi, funcionário de uma empresa de segurança dos estádios de futebol.
Disse que não gostava do indivíduo, porque em “conversas” com a sua mãe afirmava:
“O gajo é um velho” “Queres que lhe dê uma tareia?” “Um dia mato o filho da puta” “Um dia tenho de foder o focinho a alguém” “Quando é que ele te dá a nota?
No dia 11 de Dezembro de 2008, o progenitor identificou o  Xavi, auxiliar de ação médica, com antecedentes a requerer investigação policial.
Tomou conhecimento que tal indivíduo é de baixo nível cultural, educacional, económico e social.
No dia 17 de Dezembro de 2008, pelas 13,00h, o progenitor encontrava-se no hall do Hospital em conversa com um colega de profissão e do serviço, que foi seu superior hierárquico quando inesperadamente é abordado por um individuo que batendo no ombro do se identificou como sendo o Xavi.
Visivelmente transtornado, sem motivo aparente, em altos berros, na presença de quem o quis ouvir, colocando a mão na face do progenitor do menor afirmava:
És um porco! És um velho! Devias ter vergonha! Comigo não brincas! Não sabes onde te meteste! Dou-te uma tareia que te mato! Vou-te dar um tiro nos cornos! Filho da puta! Boi!
O filho não é teu! Deves pedir o teste da paternidade! Tem muito cuidado porque nem sequer sabes o que te pode acontecer! Vê mas é se paga a pensão de alimentos porque preciso de dinheiro!
O progenitor do menor não sabia o que estava a acontecer porque não conhecia pessoalmente o indivíduo.
Desvalorizou as ofensas e as ameaças, não procedendo criminalmente contra o senhor Xavi e requereu ao douto Tribunal as diligências necessárias decorrentes do divórcio litigioso entre o senhor Xavi e sua esposa.
No dia 21 de Dezembro de 2008, o menor informou o progenitor que o senhor Xavi o tinha ameaçado fisicamente nos seguintes termos: “Se contas alguma coisa ao teu pai, levas”.
No dia 27 de Dezembro de 2008, o menor perguntou ao progenitor como é que se fazia sexo.
No dia 30 de Dezembro de 2008, o menor narrou que em dia incerto, encontravam-se os três deitados na mesma cama, (o seu filho, a sua progenitora, o dito Xavi) a assistir a um programa denominado “Liberdade XXI” que focava temas sobre pedofilia.
O progenitor manifestou angústia exacerbada dizendo ao menor que tal “assunto” era impróprio para a sua idade.
O menor respondeu que não entendia a razão por que o pai estava tão “zangado” porque o senhor Xavi lhe disse que pedofilia era “fazer sexo.”
O menor refere que o senhor Xavi diariamente se “passeia” desnudado pela residência que foi comum, que o “obriga” a ir para a piscina do condomínio desnudando-se na sua presença.
No dia 11 de Junho de 2009, o menor revelou que no dia 07 de Junho de 2009, Domingo, fim-de-semana que a sua progenitora foi trabalhar o turno da tarde deixando o filho aos “cuidados” do senhor Xavi.
Durante essa tarde o senhor Xavi esteve deitado na mesma cama com o menor a jogar playstation e a ver filmes, um dos quais “sexo forte”
Afirmou que o senhor Xavi. lhe tirava fotografias com o seu telemóvel, que é portador de um PC portátil e que a TMN lhe cancelou o contrato.
Nos dias 26, 27 e 28 de Junho de 2009, o menor espontaneamente confessou que num sábado cuja data não sabe precisar, a sua progenitora, após ter trabalhado o turno da noite, foi dormir, entregando-o aos “cuidados” do senhor Xavi que o levou a um “restaurante” próximo da Ponte do Infante, Porto -Vila Nova de Gaia.
De seguida, foi transportado para uma residência muito suja e muito escura, situada na Rua nº 0, casa nº 0 da Escarpa da Serra do Pilar, Vila Nova de Gaia.
Identificou uma senhora, pessoa muito “mal-encarada” que dizia muitos palavrões, que apresentava umas “bolhas na face.”
Disse que teve muito medo, que queria vir embora mas que o senhor Xavi o ameaçou.
É do conhecimento público que em termos sociais a Escarpa da Serra do Pilar é um “bairro” referenciado como problemático, que indubitavelmente se equipara á Vila D`Este e ou ao “Bairro do Aleixo.”
O menor refere que frequentemente fica sozinho com o senhor Xavi pelo que o progenitor entende que o seu filho se encontra em situação de perigo.
Maior é o risco quando se sabe que o senhor Xavi encontra-se juridicamente impedido de pernoitar com a sua filha,
A progenitora expõem o menor a situações de elevado risco que ele só por si não é capaz de se defender, do que tem resultado ofensas á sua integridade física e psíquica.
De modo reiterado inflige e consente que terceiros inflijam maus tratos psíquicos, físicos e ofensas sexuais ao menor.
O menor vive aterrorizado e evita narrar outros acontecimentos porque o senhor Xavi o ameaça e afirma frequentemente que “Quero ir ao Tribunal contar tudo ao Juiz”
O senhor Xavi tem a obrigação moral de respeitar uma criança que não é seu filho, bem com o seu progenitor que para além de ser a sua fonte de rendimento é mais velho 26 anos.
Pese embora o facto de o senhor Xavi ter sido advertido de que o seu comportamento é ilícito, amoral, não se abstêm de dar continuidade aos mesmos.
Na Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco, a progenitora frequentemente recusa a intervenção e os processos são arquivado embora conste do relatório que o menor se encontra em situação de risco.
Dia 15 de Fevereiro de 2009,
RELATÓRIO DAS AUTORIDADES POLICIAIS
“O pai do menor encontrava-se no departamento policial a tratar de um assunto relacionado com o poder paternal do seu filho quando entretanto surgiu nesta esquadra, o Xavi, que se fazia transportar no veículo mencionado (00-00-00), e o ameaçou nos seguintes termos: Vou-te dar uma tareia! Tu vais ver! Vou-te foder o focinho! Vou-te matar! Porco! Filho da puta!
Ficando o pai do menor com receio e temendo pela sua integridade física.
Suspeita que a sua comparência nesta esquadra tenha sido originada por um telefonema da progenitora do menor, que também se encontrava neste local, devido ao mesmo assunto.
A entrada do suspeito neste departamento, foi impedida de forma a evitar possíveis agressões entre ambas as partes pelas testemunhas referidas.
Testemunhas:
 Agente sã autoridade, matricula 000000.
 Agente da autoridade, matricula 000000.
NPP 000000/200 - Processo nº 000000/09.
O senhor Xavi tem dado continuidade as ameaças sobre o menor com e nos seguintes termos: “Pai o “amigo da mãe disse-me que te ia matar.” “Vai-te dar uma tareia que te parte todo.”
NPP 000000/2009.
24 de Novembro de 2011, cerca das 19,15h. O menor foi retirado da escola de futebol do Futebol Clube do Porto e transportado pelo senhor Xavi para uma escola de footsall denominada Footspace, existente em Rio Tinto – Gondomar, atualmente encerrada pelas autoridades policiais.
Manifestou desagrado por ser transportado e o terem retirado da escola do Porto.
O progenitor foi observar o que se passava.
O menor encontrava-se no recinto do jogo e a sua progenitora não se encontrava no local, surgindo decorridos trinta minutos.
Inesperadamente é abordado pelo senhor Xavi que exalando um forte hálito etílico proferiu as seguintes expressões: Oh Baby! Tás fodido comigo! Vou-te foder o focinho! Paga o que deves! Nem és homem nem és nada! Eu é que sou muito homem! Tens a mania que és o Rei! Não vales um “caralho”
Ao mesmo tempo que tentava agredir fisicamente.
No exterior pronunciou as expressões: Velho, Porco, Filho da puta, Vou-te dar uma tareia, Não sabes se o filho é teu! Tás fodido comigo! Assim que te apanhar sozinho vou-te foder os cornos! Cabrão! Passa para cá a massa! Deves pedir o teste da paternidade! Vou-te dar um tiro nos cornos! Levaste o miúdo para as obras! Eu e três amigos bem vimos!
O senhor Xavi não tem legitimidade para acompanhar o menor sem autorização do progenitor.
Nem para se dirigir ao pai do menor seja a que título for para proferir ameaças.
Foi requisitada a presença das autoridades policiais que elaboraram os respetivos autos e os remeteram para o Ministério Público e para o Tribunal de Família.
Na fase de inquérito e na sua qualidade de arguido o senhor Xavi, sem autorização, fundamentos, legitimidade utilizou e obrigou uma criança de 10 anos de idade a depor falsamente como sua testemunha contra o seu próprio pai e utiliza o menor como veículo de transmissão de ameaças.
A distinta procuradora e a meritíssima juíza permitiram que o senhor Xavi depusesse, em sede de audiência, contra o progenitor do menor, a quando da reunião de progenitores para a regulação do Poder Paternal, bem sabendo que têm interesses diretos na causa porque a sua qualificação profissional não lhe permite auferir um vencimento mensal superior a 500€.
Sabendo que ele entende que o pai do menor é “obrigado” a sustentar o seu “nível de vida,” os seus vícios e que tem processado tentativas de extorsão.
A distinta magistrada e a meritíssima juíza tendo conhecimento da existência de “participações e processos crimes contra os amigos da progenitora que convivem naturalmente com o menor”, e sendo que o senhor Xavi é um desses amigos, estava juridicamente impedido de prestar testemunho.
Não foi inquirido sobre os factos de que vem sendo acusado e que constam dos processos nºs 0000/09.06; 0000/09.7; 0000/09.7; 000/09; 000/102.
Livremente, desencadeou um “chorrilho” de inverdades porque bem sabia que o progenitor não podia exercer o seu direito de contraditório, o senhor Xavi inverteu, com consciência de falsidade, a verdade dos factos.
Impune, com desfaçatez mentiu deliberada e conscientemente ao Tribunal.
Não questionando o conceitos de idoneidade, um individuo que foi ou é consumidor de estupefacientes, que foi ou é traficantes de estupefacientes, que foi ou é alcoólico, que fotografa o menor e publica as fotografias no seu PC, que diz ao menor que é sexy, que tem um pénis grande, que pedofilia é sexo, que passa uma tarde a ver um filme titulado a branca de neve e os sete matolões, que se encontra juridicamente inibido de estar com a sua filha, que ameaça o menor e o pai do menor que lhe fode o focinho, que o parte todo, que o mata e que transporta o menor para a Escarpa da Serra do Pilar, Vila D`Este e Bairro do Aleixo e outros locais impróprios, Não é idóneo!
Mais informa o douto Tribunal que o menor ora com treze anos, fase de adolescência, continua a dormir num divã desmontável na sala de jantar.
Não tem um espaço, quarto de dormir ou divisão que lhe esteja destinado, enquanto o senhor Xavi continua a residir na residência materna, um T1, sem condições de habitabilidade para três adultos.
Sabendo-se que o exercício do poder paternal é regulado de harmonia com os interesses do menor, que a progenitora não cumpre nem nunca cumpriu com o que foi acordado ou decidido, infringe culposamente os deveres para com o menor, com grave prejuízo destes, que a sua permanente ausência a impede de cumprir os seus deveres.

REQUER
1.      Ao abrigo do artigo 194º que seja inibida parcialmente do exercício do poder paternal.
2.      Que o tribunal determine as diligências necessárias para o seu cabal cumprimento.
Que o senhor Xavi seja urgentemente afastado do menor, antes que “aconteça qualquer coisa” segundo a expressão do distinto procurador.
3.    Inquérito, ao abrigo do artigo 178º nº 3, sobre a situação social, moral e económica, bem como exames médicos e psicológicos que o tribunal entenda necessários para esclarecimento da personalidade e do carácter do senhor Xavi.
4.     Que a progenitora venha ao processo declarar com que fundamento obriga o menor a pernoitar na sala de jantar e não tem condições habitacionais que lhe garanta um espaço independente uma vez que o progenitor está a contribuir com 600.00€ de pensão de alimentos e que não devolve os 12.500.00€ a que foi condenada por sentença transitada em julgado.  
5.   Embora tenham sido oferecidos meios de prova, múltiplas vezes contestado, de que o valor de 500.00€ mensais, que se mantêm desde há cinco anos, é incomportável com a situação económica do requerente em consequência dos aumentos sucessivos de impostos fiscais determinados pelo Governo, ao que acresce que parte dessa mesma quantia é repartida e tem por finalidade a manutenção dos vícios do suposto amigo da progenitora, requer audiência, discussão, que o Tribunal mande proceder às diligências necessárias, ao inquérito sobre os meios económicos do requerente, da requerida, do seu suposto companheiro e às necessidades do menor, porque não foi realizada conferência de progenitores.
6.      As providências previstas no n.º 2 do artigo 1920.º do Código Civil ou outras que se mostrem necessárias para averiguação da má administração que põem em perigo o património do menor pelo simples facto da progenitora ter de sustentar o seu suposto companheiro, e o menor ser obrigado a pernoitar na sala de jantar.
7.      Ao abrigo do artigo 182º nº 1, nova regulação do poder paternal, porque não tem sido cumpridos o acordo e a decisão final e porque as circunstâncias supervenientes tornam necessário e mandatório alterar o estabelecido,
Os factos aqui narrados correspondem à verdade, podem ser provados e é do conhecimento dos Tribunais em especial do Tribunal de Família que não se digna a defender os direitos juridicamente protegidos da criança.
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