sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS, O BANCO PRIVADO PORTUGUÊS, O CIDADÃO ANÍBAL CAVACO


Em Portugal só é permitido andar na via pública em meios de transportes públicos ou de bicicleta.
Se um funcionário das finanças observar que um cidadão circula num automóvel de gama média ou alta toma-lhe a matricula, consulta o sistema informático para saber se os rendimentos do condutor ou do proprietário estão de acordo com as declarações do Imposto de Rendimento Singular (IRS).
Não importa saber se o condutor do veículo é um simples condutor ou se o seu proprietário o adquiriu em segunda mão.
O fundamento é que o funcionário das finanças entendeu que o dito veículo é um sinal exterior de riqueza e como tal o seu proprietário é suspeito de fuga aos impostos ainda que seja inocente.
Em analise, depreende-se que em Portugal só se pode ser pobre, de preferência muito pobrezinho ou "sem abrigo".
Portanto há que "sugar" o máximo aos contribuintes até que se tornem uns sem abrigo.
A pobreza em Portugal já atinge quase um milhão
Este tipo de vigilância nem na RÚSSIA da era soviética existiu.
Entretanto os dinheiros provenientes dos impostos dos pobres servem para subsidiar submarinos, e Bancos Privados falidos ou semi falidos como o Banco Espírito Santo, o Banco Privado Português, ( mais 400 milhões) o BPN, O BANIF entre ouros que os portugueses desconhecem.
No meio de todas estas burlas, veio a Público que o cidadão Aníbal Cavaco Silva, recebeu 253.600€ do senhor Ricardo Espírito Santo para subsidiar a sua candidatura a Presidente da República.
Três funcionários das finanças foram submetidos a processos disciplinares porque andaram a investigar as declarações do Imposto de Rendimento Singular (IRS) do cidadão Pedro Passos Coelho.
Estes tipos não tem qualquer sentido mínimo de vergonha nem de pudor e os portugueses honestos que ainda restam, perguntam-se em que País vivem.
Certamente que não é no País de ALICE,
dizem mesmo que é o País dos "IRMÃOS METRALHA" ou no País do ALI BABA E OS  400.00 LADRÕES.