quinta-feira, 8 de maio de 2014

O HOMEM QUE MATOU A ADVOGADA

O HOMEM QUE MATOU A ADVOGADA 
Antes de explanar o raciocínio deixa-se explicito que a pratica de homicídio deve ser entendida como o que de mais perverso existe na mente humana, seja ela praticada em qualquer circunstancia.
Mesmo em tempo de guerra é perverso matar. 
Mais perverso se torna quando o "inimigo" nos é desconhecido, e por conseguinte nunca nos causou qualquer dano.
Em nome da "LIBERDADE" da "INDEPENDÊNCIA" DEUS, ALA, BUDA, outros deuses ou "razões" desconhecidas, os políticos mobilizam e exaltam os seus concidadãos à pratica de verdadeiros homicídios e genocídios.
Os homicidas são reconhecidos como heróis e condecorados em função do numero de vítimas.
No reverso do anterior temos o tipo de homem que matou a Advogada que, segundo se crê pela noticia publicada, era a assistente num processo entre o homicida e a sua esposa.
Facilmente se presume que o homicida tinha inimizade grave com a vítima. 
Para uma melhor compreensão do "caso", seria de toda a importância e relevante, conhecer as razões  que motivaram a pratica de acto tresloucado e repugnante.
Em Portugal, durante os processos, nas salas de audiências, é prática comum dos advogados, impunemente, com o beneplácito dos juízes,  injuriarem, humilhar os litigantes das partes.

Citamos a título de exemplo o comportamento de uma advogada da parte num processo de regulação do Poder Paternal.
No dia 28 de Agosto de 2008, pelas 15,15 horas M. Leitão no interior do Posto Policial, onde se deslocou-se propositadamente para tratar assunto da sua cliente, segundo a sua justificação, mais uma vez e na presença dos agentes da autoridade injuriou o ora requerente chamando-lhe demente; esquizofrênico; ladrão; desequilibrado mental,
No dia 15 de Setembro de 2008, pelas 21,00 horas M. Leitão, acompanhada pelo seu filho C. F. P. Leitão C., residente em Vila Nova de Gaia, fazendo-se transportar no veículo Volkswagen matricula 00-00-00, deslocou-se para a residência do denunciante.
Quando o denunciante procedia à entrega do menor seu filho à sua progenitora, conforme o determinado pelo Tribunal de Família e Menores, processo nº 0000/000, em plena via pública e na presença de quantos a quiseram ouvir, M. Leitão, injuriou-o de demente; esquizofrênico; ladrão; desequilibrado mental, paga a pensão de alimentos porque preciso que a C. me pague.
No dia 17 de Janeiro de 2012, M. Leitão em plena via pública e nas proximidades da Câmara de V. N. de G., na presença de quantos a quiseram ouvir, injuriou o ora denunciante chamando-lhe demente; esquizofrênico; ladrão; desequilibrado mental.
Ao longo do processo nº 0000/000, que decorre termos no Tribunal de Família e Menores, transcreve em peças processuais de sua autoria expressões que configuram ilícitos como crime de injúria e difamação, que aqui se dão por integralmente reproduzida: - demente; esquizofrênico; ladrão; com delírios e delírios psicóticos; insana audácia; inexplicável; inteligível; instabilidade emocional e mental; desequilibrado mental e emocional; afetado no seu discernimento; prepotente; violento; agressivo; instável; intranquilo; ansioso; portador de psicose; comportamentos exóticos; mente perversa e angulosa; não se encontra em pleno uso das suas faculdades mentais.
Por tais ilícitos M. Leitão foi constituída arguida nos processos 0000/00.0, Tribunal Judicial, 4.ª Juízo Criminal; 0000/00.0, Tribunal Judicial, 3.º Juízo Criminal; 0000/00.0 Tribunal Judicial de, 2.º Juízo Criminal,
Pese embora as denúncias na Ordem dos Advogados, no Ministério Público e sendo do conhecimentos dos Tribunais esta senhora nunca foi chamada à razão, punida pelos seus actos e actividade ilícita, pelo que não se inibe de dar continuidade à mesma.
O caricato é que numa das sentenças o juiz despacha dizendo que a actuação da dita é desculpável por "usa" o método no "interesse da defesa da sua cliente"
Sendo verdade que na "defesa dos interesses das partes aos advogados é-lhes conferido o direito de injuriar, difamar, humilhar, mentir em Tribunal, ofender a dignidade humana em plena sala de audiências sem que os juízes ou os magistrados do Ministério Público defendam os interesses juridicamente protegidos dos cidadãos é perfeitamente admissível que o ofendido encete medidas não consentâneas com o Direito. Direito esse que é Portugal é para uns e não para outros.
De forma consciente, muitos advogados passam os limites do bom senso e a linha que divide a defesa dos interesses dos seus clientes ofendendo de forma grosseira a contra parte.
Só se expõem quem quer e quem se expõem arrisca-se a sofrer as consequências.

A MINISTRA DA JUSTIÇA "CHOCADA"
A senhora Ministra não tem porque ficar "chocada." Deve ficar "chocada" com o comportamentos dos juízes que nas salas de audiências permitem e "apadrinham" que os advogados usem práticas abusivas, injuria gratuita, humilhação e ilícitas.

Para que se saiba o ESTADO DA JUSTIÇA PORTUGUESA, cita-se o Exmo. Sr. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça:
"Sobreposição de ordenamentos concorrentes que transformou o Direito numa manta de retalhos"
"A lei  tornou-se destinada mais à comunicação politica do que à aplicação judicial expondo-se à insegurança"
"A Lei perdeu prestígio, adensado cada vez mais a responsabilidade do Supremo Tribunal de Justiça como criador de jurisprudência."
São verdades que os Portugueses bem conhecem.
Não são suficientes as palavras do Exmo. Senhor Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Os Portugueses necessitam urgentemente de uma justiça isenta, igualitária, célere, independente, competente, respeitável, que respeite, e não de palavras.
Também se espera que o Supremo Tribunal de Justiça crie jurisprudência no sentido de tornar a LEI apolítica e igualitária.
A Lei ganhará prestígio quando for célere, isenta, equitativa, igualitária e os juízes responsabilizados quando deliberadamente atrasam os processos, violam o dever de isenção, o Direito de Defesa, a liberdade de expressão, o Direito de Igualdade e condenam inocentes.