quinta-feira, 17 de abril de 2014

OS "CIENTISTAS" E AS VACINAS CONTRA A GRIPE A (H1N1)

GRIPE A

Um artigo publicado num jornal diário português e sob o título CIENTISTAS PÕEM EM CAUSA AS VACINAS CONTRA A GRIPE A, refere que um grupo de investigadores não confirma que as vacinas contra o H1N1 não diminui as complicações nem impede a ocorrência de uma pandemia.
Pior ainda é que foram desvalorizados os efeitos secundários provocados.
Dizem os cientistas que “a ideia de um fármaco é de que os benefícios devem ser superiores aos custos e à eficácia” o que aliás é ou deveria ser a regra inerente a todos os medicamentos.
Diz a empresa produtora de uma das marcas de vacinas que se encontram no mercado que “só em 2009 as vendas do produto atingiram os três mil milhões de dólares.”
Em Portugal foram gastos quarenta e cinco milhões de euros pela aquisição de seis milhões de doses o que equivale a 75,00€ por dose, o que é uma gota no oceano da crise económica que Portugal atravessa.
Os dados revelam que nos encontramos na presença de grandes negócios.
Não sendo um cientista, sem encetar qualquer investigação, desde há muitos anos que na minha qualidade de médico e prática clinica, nunca defendi, prescrevi ou administrei vacinas contra a gripe pelas razões que se descrevem,

Vírus são seres vivos?
vida é um complexo e estado dinâmico de interacções bioquímicas, bioeléctricas e biofísicas.
Sob esta perspectiva, são citadas duas propriedades básicas de sistemas vivos:
(a) São capazes de produzir e utilizar energia química para a síntese de macromoléculas por meio de uma variedade de proteínas, sendo a maior parte delas enzimas, as quais de maneira coordenada actuam nestes processos biossintéticos.
(b) possuem ácido nucleico que carrega em sua estrutura os mecanismos essenciais à codificação e descodificação das informações necessárias para a produção das macromoléculas.
Há grande debate na comunidade científica sobre se os vírus devem ser considerados seres vivos ou não.
Esse debate é um resultado de diferentes percepções sobre o que vem a ser vida e o que a define.
Os que defendem a ideia que os vírus não são seres vivos argumentam que organismos vivos devem possuir determinadas características como a habilidade de importar nutrientes e energia do ambiente metabolizando-as.
Os organismos vivos fazem parte de uma linhagem contínua, sendo necessariamente originados de seres semelhantes e, através da reprodução, gerar outros seres semelhantes.
Os vírus preenchem alguns desses critérios.
São parte de linhagens contínuas, reproduzem-se e evoluem em resposta ao ambiente, através de variabilidade e selecção, como qualquer ser vivo.
Não são cultiváveis in vitro.
Multiplicam somente em tecidos ou células vivas, não tendo qualquer actividade metabólica quando fora da célula hospedeira.
Sem as células nas quais se replicam, os vírus não existiriam.
Outro aspecto que distingue vírus e organismos vivos baseia-se no fato dos vírus possuírem consideráveis quantidades de apenas um tipo de ácido nucleico, DNA ou RNA, enquanto todos os organismos vivos necessitam de quantidades substanciais de ambos.
Por estes motivos, os vírus são considerados "agentes infeciosos"
Muitos, não concordam com esta teoria, e argumentam que uma vez que os vírus são capazes de reproduzir-se, são organismos vivos.
Dependem do metabolismo da célula hospedeira, mas todos os seres vivos dependem de interacções com outros seres vivos,
Diferentemente destes elementos genéticos, os vírus possuem uma forma extracelular por meio da qual o material genético viral é transmitido de um hospedeiro a outro.
Em função da existência deste estádio independente das células no ciclo biológico viral, algumas pessoas consideram os vírus como "organismos vivos" ou "formas de vida". 
Outros ainda levam em consideração a presença maciça de vírus em todos os reinos do mundo natural.

Os vírus são pequenos agentes infecciosos que apresentam um genoma constituído de uma ou várias moléculas de ácido nucleico (DNA ou RNA), as quais possuem a forma de fita simples ou dupla. 
Os ácidos nucleicos dos vírus geralmente apresentam-se revestidos por um invólucro proteico formado por uma ou várias proteínas, o qual pode ainda ser revestido por um complexo envelope formado por uma dupla camada lipídica.
Os vírus apresentam estruturas simples, que não possuem organelos ou ribossomas, nem estrutura bioquímica necessária à produção de sua própria energia metabólica, não sendo por tais razões considerados organismos.
Incapazes de crescer em tamanho e de se dividir dependem das células para se replicarem pelo que são considerados parasitas intracelulares.
A partir das células hospedeiras obtêm: aminoácidos e nucleosídeos; para a síntese de proteínas (ribossomas) e energia metabólica (ATP).
São inertes fora do ambiente intracelular.

A origem dos vírus, não é totalmente clara, sendo propostas algumas hipóteses.
Evolução química.
Os vírus podem representar micróbios extremamente reduzidos.
Formas primordiais de vida que apareceram separadamente e que deu origem às primeiras células. Com base nisto as diferentes variedades de vírus teriam tido origens diversas e independentes.
Esta hipótese tem pouca aceitação.
Evolução retrógrada.
Os vírus ter-se-iam originado a partir de microrganismos parasitas intracelulares que ao longo do tempo perderam partes do genoma responsáveis pela codificação de proteínas envolvidas em processos metabólicos essenciais, mantendo-se apenas os genes que garantiriam aos vírus sua identidade e capacidade de replicação.
DNA autorreplicante. 
Originaram-se a partir de sequências de DNA autorreplicante que assumiram uma função parasita para sobreviverem na natureza.
Origem celular.
Podem ser derivados de componentes de células de seus próprios hospedeiros que se tornaram autônomos, comportando-se como genes que passaram a existir independentemente da célula.
Algumas regiões do genoma de certos vírus assemelham-se a sequências de genes celulares que codificam proteínas funcionais.
Hipótese apontada como a mais provável para explicar a origem dos vírus.
Origem da diversidade genética viral.
Diversos são os processos responsáveis por gerar variabilidade genética dentro de uma população viral.
Entre tais processos, estão mutações, recombinações, rearranjos genéticos em co-infecções.
A fidelidade e a frequência dos processos de replicação, as taxas de ocorrência de coinfecções, o modo de transmissão, o tamanho e a estrutura das populações são fatores que influenciam a geração da variabilidade genética viral.
Quando os vírus se reproduzem no interior de uma célula, o material genético viral pode sofrer mutações, originando uma grande diversidade genética a partir de um único tipo de vírus.
Vírus de RNA, que dependem das enzimas RNA polimerase ou transcriptase reversa para se replicar, apresentam taxas de mutação mais elevadas, se comparados a vírus de DNA.
Isto ocorre porque tais enzimas não são capazes de corrigir os erros provocados no decorrer da replicação.
Vírus de DNA que usam a maquinaria enzimática celular, apresentam taxas reduzidas de mutações genéticas, pois utilizam enzimas celulares que possuem a habilidade de reparar os erros gerados durante a síntese de DNA.

Classificação
À semelhança dos seres vivos, os vírus são classificados dentro de grupos seguindo uma regra particular de classificação.
Classificação de Baltimore
O Sistema de Classificação de Baltimore, criado por David Baltimore, ordena os vírus em sete grupos, com base na característica do genoma viral e na forma como este é transcrito a mRNA. Neste sistema, os vírus são agrupados em grupos de I a VII.
Genoma
Ao contrário das células, que apresentam genoma constituído por DNA e RNA, os vírus possuem DNA ou RNA como material genético, e todos os vírus possuem apenas um ou outro no virion.
No entanto, existem vírus que possuem ambos em estádios diferentes do ciclo reprodutivo.
As moléculas de ácido nucleico dos vírus podem ser fita simples ou dupla, linear ou circular, segmentadas ou não.
O genoma dos vírus de RNA tem a característica de possuir senso positivo que atua como mRNA funcional no interior das células infectadas.
Ou senso negativo que serve de molde para uma RNA-polimerase e transcrevê-lo dando origem a um mRNA funcional.
A quantidade de material genético viral é menor que o da maioria das células. 
No genoma estão contidas todas as informações genéticas necessárias para programar as células hospedeiras, induzindo-as a sintetizar todas as macromoléculas essenciais à replicação.

Estrutura
Dentre os vários grupos de vírus, não existe um padrão único de estrutura viral.
A estrutura mais simples apresentada por um vírus consiste de uma molécula de ácido nucleico coberta por muitas moléculas de proteínas idênticas.
Os mais complexos podem conter várias moléculas de ácido nucleico assim como diversas proteínas associadas, envoltório proteico com formato definido, além de complexo envelope externo com espículas.
A maioria dos vírus apresentam conformação helicoidal ou isométrica.
Dentre os isométricos, o formato mais comum é o de simetria icosaédrica.

Partícula
Os vírus são formados por um agregado de moléculas mantidas unidas por forças secundárias, formando uma estrutura denominada partícula viral.
Uma partícula viral completa é denominada virion.
O virion é constituído por diversos componentes estruturais.
Ácido nucleico: molécula de DNA ou RNA que constitui o genoma viral.
Capsídeo: envoltório proteico que envolve o material genético dos vírus.
Nucleocapsídeo: estrutura formada pelo capsídeo associado ao ácido nucleico que ele engloba.
Capsômeros: subunidades proteicas (monômeros) que agregadas constituem o capsídeo.
Envelope: membrana rica em lipídios que envolve a partícula viral externamente.
Deriva de estruturas celulares, como membrana plasmática e organelos.
Peplômeros ou espículas: estruturas proeminentes, geralmente constituídas de glicoproteínas e lipídios, que são encontradas ancoradas ao envelope, expostas na superfície.

Ciclo de replicação
Ao processo de reprodução de um vírus dá-se o nome de replicação viral.
O tempo de duração do ciclo de replicação viral varia entre as diversas famílias de vírus, podendo levar poucas horas ou até dias.

Absorção do vírus à célula
Uma etapa essencial à reprodução viral é a adsorção do virion a uma célula suscetível.
A adsorção viral dá-se por meio da interação entre proteínas virais, presentes no envelope ou no capsídeo, e receptores celulares que se encontram ancorados a membrana plasmática, expostos ao ambiente extracelular.
A ligação entre alguns vírus e células também pode envolver a participação de receptores secundários.
A especificidade destas interacções é alta, como em um modelo chave-fechadura, e determina o tropismo viral para infectar determinadas células e tecidos específicos. 
Ligações químicas não covalentes, tais como pontes de hidrogênio, atracções iônicas e forças de van der Waals, são responsáveis pela adesão entre as proteínas virais e os receptores celulares.
Nos momentos iniciais da absorção, a partícula viral interage com um ou poucos receptores, caracterizando uma ligação reversível.
Na medida que mais receptores se associam ao virion, esta ligação passa a ser irreversível, possibilitando a posterior entrada do vírus na célula.
Os receptores em geral são proteínas ou carboidratos presentes em glicoproteínas e glicolipídios. Muitas das proteínas receptoras são imunoglobulinastransportadores transmembrana e canais, ou seja, são estruturas produzidas pelas células para executar funções comuns e essenciais ao bom funcionamento celular.
Muitas funcionam como receptores de quimosinas e fatores de crescimento, ou são responsáveis pelo contato e adesão célula a célula.
Os vírus subvertem o papel primordial destas moléculas, utilizando-as como meio para adentrar nas células hospedeiras.

Entrada no citosol
Uma vez aderidos à membrana celular, os vírus introduzem seu material genético no interior da célula, a fim de que seja transcrito, traduzido, replicado.
Este processo envolve a penetração do virion no citosol e posterior desmontagem do capsídeo para liberação do genoma viral. 
Para alcançar o ambiente intracelular, cada vírus utiliza um mecanismo particular.

Principais Mecanismos
Endocitose:
Após a adsorção, a partícula viral penetra no citoplasma por meio de um processo denominado endocitose mediada por receptores, pela formação de endossomas.
Quando um vírus entra por endocitose, o seu virion encontra-se envolto pela membrana vesicular. Vírus capsulados liberam os nucleocapsídeos de dentro dos endossomas promovendo a fusão entre a capsula viral e a membrana da vesícula.
Os vírus não capsulados provocam a lise do endossoma, enquanto outros, como os poliovírus, geram poros na membrana vesicular e injectam o genoma viral directamente no citosol. 
Fusão:
Neste mecanismo, executado apenas por vírus capsulados, o nucleocapsídeo é liberado no interior da célula mediante a fusão entre a capsula viral e a membrana celular.
A entrada por fusão pode ocorrer diretamente, pela fusão do envelope viral com a membrana plasmática, a partir do meio extracelular, ou indiretamente, sofrendo uma endocitose inicial com posterior fusão já no interior da célula.
Translocação:
Por ação de uma proteína receptora, o virion atravessa a membrana do ambiente extracelular para o citosol.
Desnudamento do ácido nucleico
Após o processo de penetração, assim que os nucleocapsídeos alcançam o citosol, estes são transportados pelo cito esqueleto em direção ao local específico de processamento do genoma viral, que pode ser no próprio citosol ou no núcleo celular.
Para que o genoma possa ser transcrito, traduzido, e replicado, o material genético do vírus deve ser previamente liberado e exposto no ambiente intracelular.
A este processo dá-se o nome de desnudamento. Um procedimento no qual o capsídeo é desmontado completamente ou parcialmente.
O desnudamento pode ocorrer simultaneamente à entrada do vírus, ou em instantes posteriores. O sítio celular de desnudamento é bastante variável entre as diversas famílias de vírus, podendo ocorrer no citosol, no interior do endossomo, nos poros nucleares, no interior do núcleo ou simplesmente pode não ocorrer.

Transcrição e tradução da informação genética
Síntese de mRNA
Os vírus podem ter genoma constituído por dsDNA, ssDNA, dsRNA, ssRNA, além de alguns serem capazes de realizar a transcrição reversa (ssRNA-RT e dsDNA-RT).
Outra propriedade notável dos ácidos nucleicos virais é a polaridade das fitas de DNA e RNA.
Fitas senso positivo apresentam sequência idêntica à do mRNA,
As de senso negativo apresentam sequência nucleotídea complementar.
Diante desta complexidade de características, as estratégias de transcrição do genoma viral são tão variadas quanto os mecanismos de entrada, e podem envolver mais de uma etapa, as quais levam à conversão da informação genética viral em mRNA.

Síntese de proteínas
As proteínas virais são sintetizadas pelos ribossomas, tRNAs.
O processo de tradução ocorre no citosol, em ribossomas livres ou associados ao retículo endoplasmático.
Algumas das proteínas sintetizadas em ribossomas livres são transportadas para o núcleo. Proteínas produzidas em ribossomas associados ao retículo são transportadas para o complexo de Golgi, onde podem sofrer glicosilação e fosforilação.
Muitas destas proteínas aderem em regiões específicas da membrana celular.
Em estádios finais da infeção, estas proteínas farão parte do invólucro de partículas virais que sairão por brotamento nessas regiões.
Dentro do ciclo de replicação, os primeiros produtos gênicos sintetizados são proteínas não-estruturais, como proteínas de ligação ao DNA e enzimas.
Entre estas enzimas estão as polimerases e outras moléculas catalíticas, as quais são componentes essenciais à replicação do genoma viral.
As proteínas estruturais, que formarão as novas partículas virais, normalmente são sintetizadas tardiamente no ciclo de infeção.
As novas cópias de material genético sintetizado são utilizadas para a síntese de mRNAs, os quais codificarão proteínas estruturais que a partir de então serão produzidas em grandes quantidades para compor os vírus em formação.
Os diferentes vírus de DNA e RNA possuem mecanismos próprios de regulação da expressão gênica, os quais controlam a produção de proteínas em momentos e quantidades apropriadas às necessidades virais.

Replicação do genoma viral
Na maioria dos casos, o genoma é replicado no citoplasma ou no núcleo. 
Assim como ocorre na transcrição, o processo de replicação de genomas virais envolve a participação de polimerases.
Vírus de fita simples precisam produzir uma fita complementar ao genoma, que posteriormente servirá de molde para a síntese do material genético.
Vírus de fita dupla utilizam cada uma das duas fitas para gerar suas respetivas cópias complementares.
Em geral, moléculas de DNA são sintetizadas a partir de outras moléculas.
O mesmo acontece com moléculas de RNA.
Na transcrição reversa os vírus replicam o seu genoma a partir de um intermediário de DNA enquanto outros replicam o seu genoma a partir de um intermediário de RNA.

Montagem do virion
A montagem corresponde ao processo de formação das partículas virais inafetivas (virion).
Neste estádio do ciclo de infeção, as proteínas estruturais sintetizadas em etapas anteriores associam-se para constituir o capsídeo.
Os capsídeos com formato helicoidal são formados em torno da superfície da molécula de ácido nucleico.
Os capsídeos de simetria icosaédrica são montados previamente e depois preenchidos com o genoma viral, através de um poro na estrutura pré formada denominada pró-capsídeo.
O pró-capsídeo de alguns vírus pode sofrer modificações que levam a formação do capsídeo maduro.
O sítio de montagem dos capsídeos depende do local de replicação viral na célula, e varia entre as diversas famílias de vírus.
O procedimento de montagem de vírus sem invólucro resume-se a formação dos nucleocapsídeos, enquanto para vírus com invólucro a montagem só se finaliza depois da aquisição do invólucro viral.
A membrana lipídica do invólucro origina-se a partir de estruturas celulares, como membrana plasmática, compartimentos membranosos intracelulares como complexo de Golgi, retículo endoplasmático, e núcleo
Outro mecanismo de aquisição de invólucro é a denominada “síntese de novo” de membranas, no qual o invólucro é gradualmente construído em volta do nucleocapsídeo.  

Liberação de novas partículas virais
A liberação dos vírions do citosol pode se dar por lise celular ou brotamento.
A liberação por lise celular é mais comum aos vírus sem invólucro, e ocorre quando a membrana plasmática da célula infetada se rompe, levando-a morte celular.
Porém, nem todo processo de liberação viral causa danos a célula hospedeira.
O brotamento é um mecanismo de liberação que pode provocar pouco ou nenhum prejuízo à célula.
Vírus que obtém invólucro a partir da membrana plasmática saem da célula por meio de brotamento direto do nucleocapsídeo em contato com a face interna da membrana, em regiões específicas, onde se localizam as glicoproteínas virais sintetizadas em momentos prévios da infeção.
Vírus com invólucro originado de compartimentos intracelulares (organelos) são liberados da célula por meio de vesículas que se fundem com a membrana plasmática.
Após a liberação, quando os vírions se encontram no meio extracelular, a maioria deles permanece inerte até que outra célula hospedeira seja infetada, reiniciando o ciclo de replicação viral.

Doenças Virais Humanas
Ao invadirem as células de um indivíduo prejudicam o normal funcionamento dessas células provocando doenças.
Entre as principais viroses humanas estão a gripehepatite A, B e C, caxumbasarampo, Aids raiva, denguefebre amarela, polimielite, rubéolameningiteencefaliteherpespneumonia, etc. Recentemente foi mostrado que os cancros do colo do útero é causado ao menos em partes pelo papiloma vírus (HPV)  que causa papilomas, ou verrugas, representando a primeira evidência significativa em humanos para uma ligação entre cancro e agentes virais.

Prevenção e tratamento de doenças virais
Os vírus tornam-se difíceis de se combater.
Como os tratamentos quimioterápios para a infecções virais são limitados, os tratamentos sintomáticos, como descanso, hidratação e analgésicos, são as alternativas mais comuns para reduzir os incomodos causados pela maioria das doenças virais, principalmente infecções respiratórias. 
Pesquisas realizadas com camundongos infetados com o vírus coxsackie B demonstraram que esforços físicos severos, repetitivos e exaustivos prolongaram a infeção e provocaram o retardo do início da resposta imune via interferões e anticorpos.
Quando as células são atacadas por vírus, o sistema de defesa do organismo parasitado passa a produzir anticorpos específicos que combatem o vírus invasor.
Isso ocorre porque os vírus são formados por proteínas diferentes das do organismo parasitado.
Estas proteínas são reconhecidas como não-próprias do organismo e são neutralizadas pelos anticorpos.
Assim, caso o mesmo vírus invada o organismo novamente, a memória imunológica desencadeará rapidamente uma resposta imune específica contra o vírus, e a doença não se instalará.

Vacinas
Algumas vacinas são soluções médicas eficazes para prevenir algumas infecções virais.
Elas podem ser produzidas a partir de vírus inactivados ou atenuados, ou a partir de subunidades de proteínas virais.
Uma vez introduzidos num indivíduo, os componentes das vacinas são capazes de estimular o organismo a produzir uma resposta imunológica humoral e/ou celular. 
O indivíduo desenvolve memória imunológica quando é exposto uma ou algumas vezes aos antígenos presentes na vacina.
A vacinação é empregue com o objectivo de prevenir a manifestação de doenças virais futuras.
As vacinas não são aplicadas com o intuito de curar viroses já instaladas, mas sim para evitar o desenvolvimento da doença.

Drogas antivirais
As drogas antivirais são substâncias utilizadas no tratamento específico contra determinados vírus.
Entre as principais substâncias antivirais, estão o aciclovir, contra o herpes vírus; a ribavirina, contra o vírus da hepatite C; o ritonavir, oindinavir, a zidovudina, entre outras, contra o vírus da AIDS. 
Diferentemente do que ocorre nos casos de infeções bacterianas, os antibióticos não são úteis contra infeções virais.
O uso abusivo e inadequado de antibióticos, contra infeções virais, tem-se tornado um grave problema de saúde pública por ser uma das causas do recorrente surgimento de bactérias resistentes a múltiplos antibióticos.

A RETER.
1.      O material genético viral sofre mutações, originando uma grande diversidade genética a partir de um único tipo de vírus.
2.      Não existe um padrão único de estrutura viral.
3.      O tempo de duração do ciclo de replicação viral varia entre as diversas famílias de vírus, podendo levar poucas horas ou até dias.
4.      Quando as células são atacadas por vírus, o sistema de defesa do organismo parasitado passa a produzir anticorpos específicos que combatem o vírus invasor.
5.      Caso o mesmo vírus invada o organismo novamente, a memória imunológica desencadeará rapidamente uma resposta imune específica contra o vírus, e a doença não se instalará.
6.      As vacinas não são aplicadas com o intuito de curar viroses já instaladas, mas sim para evitar o desenvolvimento da doença.
7.      Diferentemente do que ocorre nos casos de infeções bacterianas, os antibióticos não são úteis contra infeções virais.
8.      O uso abusivo e inadequado de antibióticos, contra infeções virais, tem-se tornado um grave problema de saúde pública por ser uma das causas do recorrente surgimento de bactérias resistentes a múltiplos antibióticos.

DOS PONTOS 1;2;3; RESULTA QUE AS VACINAIS ANTI GRIPAIS NÃO SÃO EFICAZES OU SÃO DE EFICÁCIA DUVIDOSA.

OS ANTIBIÓTICOS NÃO DEVEM SER ADMINISTRADOS CONTRA AS INFEÇÕES VIRAIS PORQUE NÃO TEM QUALQUER EFICÁCIA.

OS DADOS REVELAM QUE AS VACINAS ANTI GRIPAIS SÃO UM NEGÓCIO QUE ENVOLVE MILHÕES.