sábado, 13 de dezembro de 2014

O SENHOR RICARDO SALGADO (BES) E OS DEPUTADOS DO INQUÉRITO PARLAMENTAR

Os portugueses não entendem porque razão o senhor Ricardo Salgado é inquirido pelo grupo Parlamentar e o senhor José Sócrates esta detido e é inquirido pelo sistema judicial.
Mas não é isso que é interessante neste momento.
Interessante é a sobranceria do senhor Ricardo Salgado quando inquirido responde ás perguntas dos senhores deputados.
Olha para eles com desprezo e o caso não é para menos.
Na mente do senhor Ricardo Salgado passa-se o seguinte:

- AFINAL O QUE É QUE ESTES "PALHAÇOS" QUEREM DE MIM?
- ESTÃO ALI SENTADOS A FAZER PERGUNTAS QUANDO SABEM, MAS QUEREM ESQUECER,  QUE SE NÃO FOSSE O MEU DINHEIRO NÃO ESTARIAM NO PODER

No meio daqueles "treteiros" há um que sobressai pelas suas perguntas imbecis, e pelo qual tenho um especial afecto.
Deixa-me triste porque o imbecil é meu conterrâneo.

Este País é um atoleiro.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O SISTEMA TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS, O BANCO PRIVADO PORTUGUÊS, O CIDADÃO ANÍBAL CAVACO


Em Portugal só é permitido andar na via pública em meios de transportes públicos ou de bicicleta.
Se um funcionário das finanças observar que um cidadão circula num automóvel de gama média ou alta toma-lhe a matricula, consulta o sistema informático para saber se os rendimentos do condutor ou do proprietário estão de acordo com as declarações do Imposto de Rendimento Singular (IRS).
Não importa saber se o condutor do veículo é um simples condutor ou se o seu proprietário o adquiriu em segunda mão.
O fundamento é que o funcionário das finanças entendeu que o dito veículo é um sinal exterior de riqueza e como tal o seu proprietário é suspeito de fuga aos impostos ainda que seja inocente.
Em analise, depreende-se que em Portugal só se pode ser pobre, de preferência muito pobrezinho ou "sem abrigo".
Portanto há que "sugar" o máximo aos contribuintes até que se tornem uns sem abrigo.
A pobreza em Portugal já atinge quase um milhão
Este tipo de vigilância nem na RÚSSIA da era soviética existiu.
Entretanto os dinheiros provenientes dos impostos dos pobres servem para subsidiar submarinos, e Bancos Privados falidos ou semi falidos como o Banco Espírito Santo, o Banco Privado Português, ( mais 400 milhões) o BPN, O BANIF entre ouros que os portugueses desconhecem.
No meio de todas estas burlas, veio a Público que o cidadão Aníbal Cavaco Silva, recebeu 253.600€ do senhor Ricardo Espírito Santo para subsidiar a sua candidatura a Presidente da República.
Três funcionários das finanças foram submetidos a processos disciplinares porque andaram a investigar as declarações do Imposto de Rendimento Singular (IRS) do cidadão Pedro Passos Coelho.
Estes tipos não tem qualquer sentido mínimo de vergonha nem de pudor e os portugueses honestos que ainda restam, perguntam-se em que País vivem.
Certamente que não é no País de ALICE,
dizem mesmo que é o País dos "IRMÃOS METRALHA" ou no País do ALI BABA E OS  400.00 LADRÕES.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

RICARDO SALGADO (BES) VS PASSOS COELHO, VS CAVACO SILVA; VS JOSÉ SÓCRATES

Sabe-se que o senhor Ricardo Salgado, conduziu o Banco Espírito Santo à falência lesando milhares de pequenos e médios accionistas.
Sabe-se que um "amigo" do senhor Ricardo Salgado lhe ofereceu 14 milhões de euros que depositou em offshores.
Sabe-se que o senhor Ricardo Salgado transferiu 3,6 mil milhões de euros do Banco Espírito Santo para destino incerto.
Sabe-se que o senhor Ricardo Salgado apresentou uma caução de 1,5 milhões de euros para não ser detido.
Ora se o senhor Ricardo Salgado disponibilizou 1,5 milhões de euros para não ser preso, os Portugueses interrogam-se porque razão o meritíssimo juiz não deteve o senhor Ricardo Salgado e reservou os 1,5 milhões de euros para pagar aos accionistas.
Sabe-se que o senhor Ricardo Salgado pediu ao senhor Pedro Passos Coelho, 2,5 mil milhões de euros para recapitalizar o Banco Espírito Santo.
Duas questões se colocam:
Se o senhor Ricardo Salgado pediu ao cidadão Pedro Passos Coelho, 2,5 mil milhões de euros não é do interesse dos contribuintes portugueses.
Seria mais um caso de investigação judicial porque não nos parece que os rendimentos do cidadão Pedro Passos Coelho não lhe permitiriam dispor de tão elevada quantia para emprestar ao senhor Ricardo Salgado.
Se o senhor Ricardo Salgado pediu ao senhor Primeiro Ministro, Pedro Passos Coelho 2,5 mil milhões de euros para recapitalizar o Banco Espírito Santo o caso é bem diferente, porque implica os interesses dos contribuintes.
Interessa saber qual a relação de amizade entre o senhor Primeiro Ministro de Portugal e o senhor Ricardo Salgado que permita a este último pedir dinheiros Públicos para subsidiar bancos privados.
É que sendo verdade que o senhor Ricardo Salgado pediu ao senhor Primeiro Ministro 2,5 mil milhões de euros todo e qualquer cidadão, como eu, em situação económica difícil, têm o mesmo direito de o fazer.
Seria interessante saber-se quantos milhões de euros o senhor Ricardo Salgado deu para as campanhas eleitorais dos Partidos Políticos.
Seguindo a mesma linha de pensamento,seria também interessante saber-se qual a "conversa dita privada" entre o senhor Ricardo Salgado e o cidadão Aníbal Cavaco e Silva, 
Se essa conversa foi entre simples amigos ou se foi uma conversa entre o banqueiro Ricardo Salgado e o Presidente da Republica Portuguesa.
É de difícil entendimento o Estado Português recapitalizar bancos privados com dinheiros provenientes dos impostos dos portugueses, segundo o Principio "rouba-se aos pobres para encher os bolsos dos Bancos Privados.
Diz-se que o senhor ex-Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates, está preso por branqueamento de capitais, fraude fiscal, e corrupção activa no valor de 20 milhões de euros.
Os portugueses interrogam-se: 
                                - O que são 20 milhões de euros num universo de 6 mil milhões?
Enquanto o ex-Primeiro Ministro, José Sócrates foi investigado e interrogado pela Policia Judiciária, pela Autoridade Tributária e Aduaneira, pelo Ministério Pública, o banqueiro Ricardo Salgado é submetido a inquérito pelos deputados da Assembleia da República.
Em 09.12.2014, os Portugueses tiveram a oportunidade de assistir a parte desse inquérito sendo opinião generalizada que "aquilo" mais não é que um circo.
É público que o senhor ex-Primeiro Ministro, José Sócrates foi jantar com o ex-Procurador Geral da República.
Em consequência a distinta Procuradora Geral da República determinou um inquérito para investigar se houve ou não violação do segredo de justiça.
Os Portugueses interrogam-se porque razão a distinta Procuradora Geral da Republica não determinou um inquérito para investigar as conversas havidas entre o senhor Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho e o senhor Presidente da República senhor Aníbal Cavaco e Silva.
Este tipo de comportamento confirma o conceito geral que os Portugueses tenha da justiça que se pratica em Portugal ou seja uma para "Pobres de 20 milhões de euros" uma para "ricos de 6 mil milhões de euros.
Questão É QUEM PAGA ISTO TUDO?
Facilmente se depreende que uma investigação judicial e policial profunda, sem limitações ou impedimentos políticos, mais de 50% dos que dirigem este triste País de desempregados, doentes, famintos e muito pobres, estariam na prisão.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

EX. PRIMEIRO MINISTRO - JOSÉ SÓCRATES - CORRUPTO?

CÓDIGO PENAL PORTUGUÊS

Artº 372
Se José Sócrates consentiu, ratificou, solicitou ou aceitou vantagens patrimoniais e não patrimoniais indevidas, pergunta-se:
                                   - QUAL É A IDENTIDADE DO CORRUPTOR?
Artº 373
Corrupção Passiva.
Se José Sócrates consentiu, solicitou ou aceitou vantagens patrimoniais ou não patrimoniais ou qualquer promessa para a prática de um qualquer ato ou omissão contrários ao dever do cargo Público, pergunta-se: 
                                  - QUAL A IDENTIFICAÇÃO DO CORRUPTOR?

Artº 374
Corrupção Acriva.
Se alguém der ou prometer a funcionário público ou a terceiro por indicação, ou com conhecimento do funcionário, vantagens.patrimoniais ou não patrimoniais, pergunta-se:

                                              QUEM DEU OU QUEM PROMETEU?

Não se nega a presunção de inocência, nem o grau de culpabilidade de José Sócrates. Mas, sem se saber que é, ou quem são os CORRUPTORES, a detenção de José Sócrates é duvidosa senão surrealista.
Quando a Assembleia da República Portuguesa aprova leis que beneficiam os corruptores como as grandes empresas de construção civil, imobiliárias, e o sistema financeiro contribui, indubitavelmente, para a existência de corruptos.
Para a boa decisão da causa entende-se que os corruptores já deviam de ter sido identificados e detidos, com quanto não se viole o segredo de justiça.
Investigue-se os Partidos Políticos que recebem comparticipações dos banqueiros e das grandes empresas ligadas à Construção Civil.
Investigue-se os deputados que fazem as leis.
Investigue-se quem as homologa. 
Investigue-se as concessionárias e os seus acionistas que exploram as ex-SCUTS, as auto-estradas portuguesas, AS ÁGUAS, OS TRANSPORTES, AS ELÉCTRICAS, ETC.
Investigue-se a Autoridade Tributária e Aduaneira.
Investigue-se os Institutos e as IPSS. (Instituições Públicas de Solidariedade Social)
Obter-se-ão muitas respostas e certamente que os milhares que gerem o País irão fazer companhia ao ex.Primeiro Ministro José Sócrates.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A SENHOR MERKEL E OS LICENCIADOS PORTUGUESES

A Chanceler Alemã disse em 05.11.2014, que Portugal e Espanha têm demasiados licenciados, e defende o ensino vocacional.
Desconhecesse em absoluto o fundamento que leva a senhora Ângela Merkel a produzir tal afirmação.
Presume-se que e para além de mandar na economia dos países da dita União Europeia, também manda no ensino em Portugal.
No entanto dou-lhe inteira razão.
De facto, desde há 30 anos atrás, Portugal mais não é que um país de Doutores e Engenheiros.
Em Portugal há doutores e engenheiros para todos os gostos e "feitios," em cursos, ditos "superiores" que ninguém sabe o que são, nem para que servem.
Por via disso Portugal é dos Países da União Europeia com a maior taxa de "licenciados" no desemprego.
Após o revolução dos "cravos" desmantelou-se com o ensino técnico profissional como por exemplo nas áreas da mecânica. eletromecânica, eletricistas, carpintaria, serralharia, canalizações, pedreiros em granito, jardinagem, comerciais, etc..
O País gostava, ainda gosta, das capas e batinas, das praxes académicas sem qualquer sentido, e das "doutorices"
Por tais razões é que temos um grande maioria de doutores e engenheiros burros, imbecis que "gerem" a dita "crise" e colocam Portugal num dos País mais pobre da Europa. 
Os "espertos" deram ao Povo (inculto) aquilo que o Povo queria.
As universidades, faculdades, cursos "superiores" proliferaram como cogumelos para enriquecimento de alguns e o empobrecimento de muitos que agora estão no desemprego após terem gasto pequenas fortunas.
Acalma-se os críticos.
Na verdade sou médico especialista em ginecologia/obstetrícia, perito médico legal e frequentei Direito, mas antes fui "aprendiz" de relojoeiro, balconistas, empregado de escritório, aluno da escola comercial onde frequentei um curso técnico profissional, militar, controlador de fabrico de tempos, métodos e qualidade, técnico comercial, curso de gestão e marketing, diretor comercial, de uma empresa Americana denominada OTIS, e  alemã denominada SCHIMIT & SOON (Nuremberg), onde tive a oportunidade de conhecer o senhor engenheiro Alfred Dudek que não tinha vergonha nem receio de sujar as mãos no óleo dos motores.
Nestas duas ultimas empresas aprendi eletromecânica que me ajudou a compreender muito melhor o sistema biomecânico e bioelétrico do corpo humano, e claro está, a biofísica e a bioquímica. 
Como facilmente se pode calcular entrei para a Faculdade de Medicina do Porto, não aos 18 anos mas aos 25, com grande experiência de vida que me ajuda a compreender muito melhor os meus doentes.
Senhora Ângela Merkel. Apesar de concordar com as suas afirmações, não significa que aceite a sua intromissão nos destinos e decisões dos meu País.
Será que não lhe é suficiente transformar este povo, economicamente dependente dos marcos, em miseráveis escravos da União Europeia?

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

MAUS-TRATOS A CRIANÇAS ESTÃO MAIS SOFISTICADOS

MAUS-TRATOS A CRIANÇAS ESTÃO MAIS SOFISTICADOS

Sob o título em epígrafe escreve o Jornal de Noticias um artigo que não desperta elevada curiosidade porque noticia o óbvio.
Segundo o artigo, “a APAV vai observando cada vez mais actos de violência sobre as crianças cada vez mais sofisticados”.
Mas afinal o que é a APAV?
A APAV é uma ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE APOIO À VÍTIMA.
Associações de Apoio às Vítimas existem às dezenas em Portugal.
Tais Associações não apoiam rigorosamente nada.
São Instituições Públicas de Solidariedade Social, mais conhecidas por IPSS, subsidiadas com os dinheiros dos impostos pagos pelos contribuintes e que tem por função garantir os “TACHOS” de alguns, muitos.
Mas, vamos ao que interessa.
J e M viveram durante 12 anos em união de facto.
Dessa união nasceu R.
Quando R. atingiu os 6 anos de idade M. decidiu terminar a relação “amorosa” que nunca foi e já nem o era.
J., anuiu prontamente porque já se encontrava “cansado” de M.
No entanto, J. perguntou a M. como se ia cuidar do menor porque M não tinha horários compatíveis para prestar esses cuidados.
M., respondeu que o filho era seu e que faria com ele o que bem entendesse.
J., finalmente entendeu que M., mais não queria que dar o “GOLPE DO BAU.”
R., era e continua a ser o meio de obtenção de proventos económicos.
R., é o “motor” do GOLPE.
Sem a existência de R., não haveria proventos económicos, designados por PENSÃO DE ALIMENTOS.
J., moveu uma acção civil no Tribunal de Família que se mantêm desde há 7 anos.
Logo na primeira sessão de progenitores a meritíssima juíza A., avisou, com toda a desfaçatez, violando o Principio de Isenção a que está obrigada, e o Direito de Igualdade e igualdade de género, que os filhos “ficam melhor” com a mãe de que com o pai.
Tardiamente J, veio a entender a posição da meritíssima juíza porque descobriu que tinha estudado na Católica, por tal motivo colega e amiga da advogada da progenitora do R.
Despacha que “embora a progenitora não tenha horários compatíveis com a prestação de cuidados e guarda do menor não é óbice que a guarda não lhe seja conferida.”
Desconheço se existe alguém com o mínimo de senso que entenda o fundamento do despacho. Se houver, J., assume-se como um imbecil.
No entender da meritíssima A., as crianças são propriedade materna.
Durante todo o processo, onde se encontram despachos com acusações macabras, e impróprias de um Estado que se diz de Direito, J. foi ameaçado, espancado, injuriado, pelo “suposto amigo”, irmão, irmã, advogada, filho da advogada da progenitora de R, acusado e julgado por crimes que não cometeu.
M., conheceu X. que a meritíssima juíza, e distinta procuradora designam como “suposto amigo.”
X é maqueiro num hospital da cidade, e porteiro do portão 8 do Estádio do Dragão, proveniente da Escarpa da Serra do Pilar, esteve ligado ao sub mundo do tráfico e do consumo de estupefacientes e com história anterior de alcoolismo.
A Escarpa da Serra do Pilar, situa-se em Vila Nova de Gaia, na margem esquerda do Rio Douro.
Quem vem da Cidade do Porto em direcção a Vila Nova de Gaia atravessando a Ponte de D. Luís I, a Escarpa da Serra do Pilar, situa-se à Esqª, enquanto o cais de Gaia se situa à Dta.
A escarpa, é uma zona degradada de casas clandestinas, bem conhecida dos Tribunais e das policiais, onde se trafica estupefacientes.
X é ou foi casado e encontra-se impedido juridicamente de conviver com a sua filha M que é da idade do R.
X aufere um vencimento de aproximadamente 450€ mensais e. segundo a sua ex esposa P, não contribui para o sustento da sua filha.
M, vive num T1 com R, pago por J, e onde ela, desde 2007, introduziu X.
O menor R contou ao seu progenitor J. que o X lhe dizia que era muito sexy, que tinha um pénis grande e que lhe tirava fotos para introduzir no seu computador. Contou que um dia estiveram deitados a ver um filme de “sexo forte”, a Branca de Neve e os Sete Matulões.
Contou que em outro dia o X lhe disse que pedofilia era sexo.
Dizia R que o X frequentemente o ameaçava que “apanhava” se contasse alguma coisa ao Pai.
Que J., pai de R., era um velho, um porco, um nojento e que um dia lhe fodia o focinho, que lhe dava uma tareia que o partia todo.
Em 15 de Fevereiro de 2009, X., entrou num posto Policial, onde se encontrava J., que ali se deslocou para saber do seu filho.
X., injuriou e ameaçou J. de morte.
O meritíssimo juiz despacha:
- Vou-te matar não configura crime de ameaça porque a afirmação foi para aquele momento.
Como X não matou J. foi absolvido, do crime de ameaça e condenado pelo crime de injúria.
Certa ocasião R apareceu com um hematoma no olho direito.
Indagado, R respondeu que foi no colégio.
J. foi ao colégio para tomar conhecimento do que se tinha passado.
O colégio respondeu que não foi no colégio nem no seu perímetro.
J., denunciou os factos na Escola Segura.
No Tribunal de Família, na Comissão de Protecção de Menores e jovens em Risco CPMJR, no Ministério Público, e na APAV.
O Tribunal de Família não quis saber.
Tanto não quis nem quer saber que numa reunião de progenitores admitiu o depoimento do X.
A CPMJR disse que a mãe nega a intervenção e que portanto não podem fazer nada.
O ministério Publico despachou que foi um “arrufo” de crianças.
A  APAV disse que só aceitava queixas se o denunciante fosse uma mulher.
Entretanto, o menor R.  com o falso argumento de que o seu pai J o pode raptar, encontra-se inibido de ir à Disney, porque não sabe falar francês, ou ir Lisboa ver o Porto vs Benfica porque é muita confusão.
Entretanto pode ser transportado para a Escarpa da Serra do Pilar pelo suposto amigo de M, o senhor X., e aí tomar conhecimento do que é cannabis e como se trafica estupefacientes.
J., paga 600€ para a educação do seu filho R. e continua a ser o fiador do apartamento (T!) onde vive M. X e R.
Desses 600€, metade serve para sustentar X e os seus supostos vícios.
R., dorme na sala de jantar num sofá, a assistir aos actos sexuais entre X. e M. porque não tem um quarto para si.
A própria Segurança Social transcreve no seu relatório que R. tem um espaço na Sala para pernoitar.
M., vai exercer a sua actividade profissional por turnos e deixa R aos “cuidados” do X.
Como dizia um senhor procurador aqui há 5 anos atrás: “senhor doutor se acontecer alguma coisa ao seu filho depois apresenta queixa”
Pois!  Depois de acontecer? Queixa a quem e para quê?
Pois! Para as estatísticas das Associações de Apoio as Vítimas e para títulos dos jornais!
O menor R, hoje com 13 anos e 6 meses quer contar “tudo” a meritíssima juíza A ou a outra ou outro qualquer, no entanto continua a esperar sentado…
Provavelmente é por causa do CITUS! Será?
INCRÉDULOS?
Estamos ou não na presença de mais um crime de violência psíquica, com 6 anos de evolução, sobre uma criança?
Culpados?
Em primeiro lugar o Ministério Publico que não mandou investigar a verdade das denúncias.
Em segundo lugar o Tribunal de Família que ao tomar conhecimento das notas de ocorrência emitidas pelos Agentes da Autoridade nunca agiu nem age.
Em terceiro Lugar o progenitor que luta pelos direitos do seu filho e de todas as crianças.
Tudo o que aqui se encontra transcrito encontra-se provado com certidões extraídas dos despachos dos Tribunais.
Não se pense que J. pretende retirar R da vivência com a sua progenitora.
Porque mãe é sempre mãe ainda que não o mereça ser.
J., quer que X seja investigado, o computador apreendido, e imediatamente afastado do menor R.
J., quer que o menor R. seja entregue ao seu pai J., quando a sua progenitora for exercer a sua actividade por turnos e que se evite o contacto com X.
Na defesa e nos interesses juridicamente protegidos do menor R. a “luta” continua ainda com riscos da própria vida e liberdade do J.  
J., encontra-se a reunir meios de prova para levar este “insólito caso” ao Tribunal Europeu dos Direitos das Crianças.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

FALSA ACUSAÇÃO DE NEGLIGÊNCIA MÉDICA - UM CASO CLINICO


As acusações de negligência  médica em Portugal têm aumentado, nos últimos anos de uma forma assustadora.
A negligência médica existe no entanto e em 99% dos casos não tem qualquer fundamento e mais não visa a obtenção ilícita de proventos económicos por parte dos queixosos ou supostos lesados.
Transcreve-se um caso verídico em que a doente acusa os médicos de negligência expressando que mais não pretendia que uma indemnização pecuniária por danos matérias e não matérias, segunda ela
O exercício da atividade médico/cirúrgica, prima-se ou deve primar-se pelos Princípios do Respeito, Consideração, Humanísticos, e Educação para com todos os doentes.
Um médico é acusado de dar respostas abrutas e secas.
Desconhece-se em absoluto o que se designa por “respostas abrutas e secas.”
Interpretações que são da responsabilidade da própria doente e que ela tem a obrigação jurídica de esclarecer, porquanto configuram difamação o que constitui crime pp no Código Penal.
No dia 14 de Março de 2014, a doente recorreu ao serviço de urgência referindo dor abdominal difusa que e segundo revelou tiveram início após um ato cirúrgico, histerectomia total..
Á entrada apresentava-se consciente colaborante, bem orientada e apirética.
Negou alterações urinárias, e gastrointestinais.
O exame físico mostrou ventre mole e depressível, sem pontos dolorosos e sinais de irritação peritoneal.
Exame ginecológico: com especulo revelou vagina ampla e elástica.
Ausência de leucorreias patológicas.
Cúpula vaginal sem sinais inflamatórios, sem edemas, observando-se “sutura cirúrgica limpa.”  
Exame ginecológico ao toque bimanual: - Progressão normal e ausência de dor à penetração do dedo indicador e médio até ao fundo do saco vaginal.
Fios de sutura palpáveis.
Não se observou “abaulamentos” da cúpula.
À compressão da zona pélvica não foram encontradas “massas” palpáveis.
A DOENTE NÃO MANIFESTOU NEM REVELOU QUALQUER TIPO DE DOR NEM MECANISMOS DE DEFESA CARACTERÍSTICOS DE IRRITAÇÃO PÉLVICA.
Exame ecográfico com sonda endovaginal:
Ausência de dor à introdução da sonda.
Bexiga normal
Ausência de útero.
Ausência de coleções de líquidos característicos de hematomas ou abcessos pélvicos.
Intestinos com fezes.
Do exame físico e dos meios complementares utilizados, concluiu-se que a doente não apresentava patologia pélvica e muito menos relacionadas com atos cirúrgicos. 
Facilmente se depreende, é do conhecimento geral e médico/cirúrgico que os hematomas e as infeções pós cirúrgicas, previstas por inerentes aos riscos dos próprios atos, manifestam-se rapidamente e ainda com os doentes internados, e não decorridos sete dias após o ato.
A doente não apresentava hematomas nem infeções pélvicas.
Decorridos umas semanas a doente recorreu a um outro Hospital Privado, onde andava a ser vigiada por patologia gástrica.
Apresentou queixas abdominais e foi submetida a RX simples do abdómen que desconhecemos se foi executado em posição supina ou em decúbito dorsal,  não nos sendo presente as causas clinicas que motivaram o exame nem o relatório final.
No entanto a doente afirma que no exame referenciado em 15, “lhe visto “qualquer coisa” e que passou logo para um TAC.”
Apresente uma fatura de TAC pélvico rasurado, cujo relatório refere ter-se identificado? Com captação discreta de contraste no “antigo Leito?” uterino com diâmetros transversal e antro posterior de 5 X 2 cm em relação com coleção estendendo-se inferiormente entre a bexiga e o reto?
Tendo em consideração que a doente foi histerectomizada não se vislumbra qual o espaço que se situa entre a bexiga e o reto onde se localizava o hipotético “material extrínseco cirúrgico”.
É que na anatomia feminina a bexiga faz parede única com a parte anterior e o reto com a parte posterior da vagina não havendo qualquer espaço real ou virtual entre eles.  Observando-se ainda material espontaneamente hiperdenso na parede rectal que corresponde a “material extrínseco cirúrgico"
Se a parede posterior da vagina é parte integrante da parede anterior (externa) da ampola retal presume-se que o hipotético “material extrínseco cirúrgico” se encontrava na parede anterior (interna) da ampola retal.
Depreende-se que o hipotético “material extrínseco cirúrgico,” provavelmente é confundido com fezes que se encontravam no interior da ampola retal,
E assim sendo, presume-se que o distinto radiologista confundiu “material extrínseco cirúrgico” com fezes existentes na ampola retal.
Anexo à denúncia é presente uma nota de alta emitida a por distinto cirurgião, aqui se dá por integralmente reproduzida e se transcreve.
DIAGNÓSTICO: HEMATOMA PÉLVICO.
CIRURGIA. DRENAGEM DE HEMATOMA POR VIA VAGINAL.
“É internada neste hospital por dores abdominais nos quadrantes inferiores, disúria, dificuldades na micção e febre. Fez TAC que revela “coleção “ adjacente à cúpula vaginal e no espaço entre a bexiga e o reto.
O cirurgião refere que a TAC revela “coleção” adjacente à “cúpula vaginal”, quando tal descrição não é referenciada nesse exame.
Sendo certo que é credível o diagnóstico do distinto cirurgião HEMATOMA PÉLVICO, questiona-se a veracidade do relatório do TAC.
Sendo que o relatório da TAC é verídico, questiona-se a veracidade do diagnóstico do cirurgião.
Do anterior resulta a obrigação legal, esqueçamos a deontológica, dos intervenientes, cirurgião e radiologista, viram ao processo fundamentar se a utente era portadora de “material extrínseco cirúrgico” ou de um “hematoma pélvico”.
Disúria, dificuldades na micção e febre não são seguramente sintomas exclusivos de hipotéticos “materiais extrínsecos cirúrgicos” nem tão pouco de hipotéticos hematomas da cúpula vaginal pós cirurgia.
Alem de que a doente referia dor nos quadrantes inferiores e não na pélvis ou supra púbicos o que seria mais consentâneo com o hipotético hematoma.
Todas as cirurgias que implicam a área abomino/pélvica, onde se inclui as histerectomias, os doentes, masculinos ou femininos são algaliados pelo que podem ter, como efeito imediato, disúria, dificuldades na micção, obstipação e hipertermia mas seguramente não são exclusivos dos atos cirúrgicos e muito menos decorridos 20 dias após o ato.
Do anterior nada garante que a doente não fosse portadora de uma infeção urinária, quiçá de uma síndrome intestinal (obstipação) que no nosso modesto entender devia ser diagnosticado clinicamente.
Não consta relatório do ato cirúrgico, qual o procedimento, com ou sem anestesia, o local da drenagem cirúrgica, (cúpula, parede anterior ou posterior da vagina) das características do “material” drenado, (sangue ou material infetado) e se o mesmo foi enviado para exame laboratorial.
Do exposto é-nos permitido questionar a veracidade dos atos radiológicos e cirúrgicos executados.
Mas ainda que assim não fosse, afirmamos sem qualquer sombra de dúvida que os procedimentos médico/cirúrgicos realizados anteriormente cumpriram todos os requisitos exigidos pela Legis Artis, segundo os conhecimentos técnico/científicos na área cirúrgica, pelo código deontológico, não existindo a possibilidade remota de qualquer ato negligente por parte dos intervenientes ora denunciados. 
A realização dos atos médico/cirúrgico preenchem um tipo de atuação na qual os profissionais são confrontados com situações de elevado risco e de decisões rápidas durante os atos operatórios.
A realização do ato prevê antecipadamente a possibilidade desse facto e daí o consentimento informado.
Os atos médicos/cirúrgicos foram realizados com intenção de debelar a doença pelo que a conduta dos intervenientes não preenche qualquer tipo de crime previsto na lei, tipificado como negligência, ou negligência com dolo
A doente  acusou de negligência, perante autoridade, com a consciência da falsidade, os intervenientes nos atos médico/cirúrgicos, com intenção deliberada e consciente de que contra aqueles fosse instaurado procedimento quando bem sabia que o seu comportamento é ilícito e que configura crime P.P. no artigo 365º do Código Penal, mas mesmo assim não se absteve de o realizar.
Assim, os signatários exigiram que se retrate e apresente por escrito o competente pedido de desculpas sobe pena de procedimento criminal.



 

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AS PORTAGENS EM PORTUGAL - OS ESPANHOIS QUE NÃO PAGAM E O SENHOR XOÁN MAO

O senhor Xoán Mao é um distinto secretário geral do Eixo Atlântico.
Desconheço que é o senhor Xoán Mao, mas o seu nome faz sugerir um asiático
Sendo asiático desconheço a relação que tem com o Eixo Atlântico
Desconheço do que se trata o Eixo Atlântico e que relação que tem com as portagens existentes em Portugal.
Quando se refere às portagens existentes em Portugal, que são aos milhares e idênticas às abelhas asiáticas, o senhor Xóan Mao está completamente errado quando afirma que o comportamento dos Espanhóis é vergonhoso, vigarista, e um caso de policia 
As empresas que geram as "portagens" em Portugal é que tem um comportamento vergonhoso, vigarista e "casos" de policia"
Transcrevo o um caso real.
Após analises agradeço que deixem comentários e digam que são os vigaristas.
ASSUNTO: Notificação
IMPORTANTE: - burla; devassa da vida privada; obtenção ilícita de fotografias.
Exmos. Senhores
Sendo V. Exas uma Sociedade Anónima, constituída por acionistas envolvidas em fraudes fiscais, fugas ao sistema tributário, lavagem de capitais e tráfico de influências, não tem legitimidade nem competência jurídica para notificar.
No entanto, e no exercício do Direito de Igualdade, cumpre, ao abrigo da Lei 48/2007 de 29.08.2007, artigo 123º - Regras gerais sobre notificações, notificar V. Exas.
Em 01;07;08;14;15;21;22;28;29 de Agosto de 2014; 01;04;05;11;15;18;19;25;28;29 de Setembro de 2014, 02;03;09 de Outubro de 2014, o veiculo 38-HR-14, propriedade de J.R. Brito, Unipessoal Lda, percorreu a autoestrada A13, entre Condeixa e o nó da IC 8, a autoestrada A 23 entre o nó da IC 8 e Castelo Branco.
Durante os percursos não foi dado observar qualquer sistema de portagens com portageiros, meios de pagamento por intermédio de cartão multibanco ou em espécime, que permitisse liquidar de imediato a taxa de utilização.
Segundo a Lei 25/2006, de 30 de Junho de 2006, existem nas vias indicadas sistemas eletrónicos de segurança e prevenção rodoviária que V. Exas denominam de infraestruturas rodoviárias concessionadas.
Qualquer uma das designações não configura um sistema de portagens suscetível de lhe ser aplicada uma taxa.
Tendo por objetivo evitar incómodos procurou-se, múltiplas vezes, livre e espontaneamente, saber junto dos CTT e das lojas Pay Shoop, da existência de débitos.
As informações obtidas negam a sua existência.
É do conhecimento público que V. Exas  omitem propositada e conscientemente a existência de débitos tendo por objetivo a cobrança de custos administrativos que excedem em 200% o valor da taxa de portagem.
Há uma intenção deliberada e consciente da obtenção de enriquecimento ilegítimo por meio de erro que V. Exas astuciosamente provocam obrigando os utentes das vias à pratica de atos que lhe causam prejuízos patrimoniais de valor elevado.
Captam, fotografam, registam, divulgam, sem consentimento, contra à vontade, de forma ilícita, imagens do veículo o que configura devassa da vida privada.
Tal comportamento é mais um objetivo de enriquecimento ilícito causando prejuízos patrimoniais e não patrimoniais de levada valor.
Do exposto, cumpre notificar que qualquer carta emitida por V. Exas, que abusivamente denominam de notificação, sobre taxas de portagens, acrescidas de custos administrativos não será liquidada e denunciadas ao Ministério Público.
Ao v/ dispor
Nelson de Brito
NELSON JORGE RODRIGUES DE BRITO
Rua Nova do Sameiro,45
MADALENA
4405-769 VILA NOVA DE GAIA
Vila Nova de Gaia, 10 de Outubro de 2014
ASSUNTO: Notificação 01330806313; 04330806314
IMPORTANTE: - burla; devassa da vida privada; obtenção ilícita de fotografias.
 
Exmos. Senhores
Sendo V. Exas uma Sociedade Anónima, constituída por acionistas como o BES, GES, envolvidas em fraudes fiscais, fugas ao sistema tributário, lavagem de capitais e tráfico de influências, não tem legitimidade nem competência jurídica para notificar.
No entanto, e no exercício do Direito de Igualdade, cumpre, ao abrigo da Lei 48/2007 de 29.08.2007, artigo 123º - Regras gerais sobre notificações, notificar V. Exas.
Em 07.10.2014, foram presentes elementos para pagamento de portagens referentes ao veiculo 36-NO-40.
Numa das faturas observa-se que o valor da portagem é de 1.20€ e as despesas administrativas no valor de 4,42€
Noutra, observa-se que o valor da portagem é de 5,25€ e as despesas administrativas no valor de 8,84€
Do anterior observa-se que o valor das portagens correspondem a 5,62€  e as despesas administrativas ao valor de 13,26€, ou seja um aumento de 200%.
A este valor devem ser acrescidos 19,90€ cobrados pela entidade bancaria sempre que V. Exas solicitam a identificação do proprietário do veículo.
Durante os percursos não foi dado observar qualquer sistema de portagens com portageiros, meios de pagamento por intermédio de cartão multibanco ou em espécime, que permitisse liquidar de imediato a taxa de utilização.
Segundo a Lei 25/2006, de 30 de Junho de 2006, existem nas vias indicadas sistemas eletrónicos de segurança e prevenção rodoviária que V. Exas denominam de infraestruturas rodoviárias concessionadas.
Qualquer uma das designações não configura um sistema de portagens suscetível de lhe ser aplicada uma taxa.
Tendo por objetivo evitar incómodos procurou, múltiplas vezes, livre e espontaneamente, saber junto dos CTT e das lojas Pay Shoop, da existência de débitos.
As informações obtidas negam a sua existência.
É do conhecimento público que V. Exas  omitem propositada e conscientemente a existência de débitos tendo por objetivo a cobrança de custos administrativos que excedem em 200% o valor da taxa de portagem.
Dizem V. Exas que os Espanhóis são vigaristas e que o caso deles é um caso de policia.
Tem fortes suspeitas de estar na presença de violação da privacidade e ser vitima de burla.
Burla que tem o seu início quando obrigam os utentes das vias a deslocarem-se aos CTT ou às Pay Shoops com a finalidade de processar os pagamentos quando estes rara e propositadamente não se encontram disponíveis no tempo previsto.
O não pagamento em tempo útil é da única responsabilidade de V. Exas.  
Há uma intenção deliberada e consciente da obtenção de enriquecimento ilegítimo por meio de erro que V. Exas astuciosamente provocam obrigando os utentes das vias à pratica de atos que lhe causam prejuízos patrimoniais de valor elevado.
Captam, fotografam, registam, divulgam, sem consentimento, contra à vontade, de forma ilícita, imagens do veículo o que configura devassa da vida privada.
Tal comportamento é mais um objetivo de enriquecimento ilícito causando prejuízos patrimoniais e não patrimoniais de levada valor.
Do exposto, cumpre notificar V. Exas para no prazo de 10 dias, mais 3, após a receção desta notificação, devolverem 13,26€, que foram pagos em excesso ou que seja presente fatura descriminada que justifiquem e fundamentem as “despesas administrativas”.
O incumprimento determinará  procedimento criminal.
Ao v/ dispor
Nelson de Brito
 
 
 
 

sábado, 20 de setembro de 2014

OS TERRORISTAS

Num significado simplista é-nos permitido afirmar que terrorista são os que utilizam métodos violentos, homicídios individuais ou colectivos, afim de imporem às sociedades as suas ideologias ou ideais.
Violam as normas instituídas e por essa razão são ilegais.
Os seus comportamentos e atitudes violentas espalham o terror principalmente quando atingem inocentes desarmados.
Numa visão mais ampla um terrorista mais não é que alguém que se revela contra as "normas" que lhe são impostas pelos terroristas legais.
A diferença reside no facto de que os terroristas legais não usa métodos violentos, nem cometem homicídios para dizimar os povos.
Os terroristas legais, não usam armas, utilizam as "normas" que eles próprios concebem e que os fazem enriquecer de uma forma ilegítima à custa dos seus concidadãos.
Cidadãos esses que eles, os "terroristas legais" vão lentamente matando à fome ou lançando-os para o desemprego ou para a emigração em nome da democracia, do BCE, do FMI, da TROIKA, do deficit e de outras "merdas" que eles próprios inventam para "sugar" os suor do trabalho sobrecarregando-os com impostos.
Os EUA, os Franceses, os Australianos, os Ingleses, a EU, os Russos e outros, enviam os seus militares em "missão" com a finalidade de "abater" os primeiros que mais não são que uns ignorantes primários que mal sabem pegar numa arma e por via disso é que se "vingam" nos inocentes e desarmados.
No entanto, em nome da democracia e dos interesses económicos dos banqueiros, empreiteiros, e fábricas de armamento, há países que  permitem que os "terroristas" legais massacrem o seu próprio, inocente e desarmado povo.  
Onde está a diferença entre uns e outros?  
A diferença é que os terroristas ilegais são às centenas senão aos milhares enquanto que os legais são em menor quantidade mas muito mais nocivos.
Comentem homicídio de uma forma menos exuberante e mais subtil. 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O SR. PAUL DE GRAUWE E A VERDADE DE LA PALICE

Ontem escrevi que COMPARADOS COM OS BANQUEIROS E ALGUNS POLÍTICOS PORTUGUESES OS MAFIOSOS SÃO PUROS APRENDIZES . e no desenvolvimento do meu raciocínio disse que quem vai pagar as burlas são o Portugueses que vão ser penalizados através dos impostos.
Hoje, um diário português, Jornal de Notícias publicou que o Sr. Paul De Grauwe, grande professor de economia, especialista em economia monetária internacional disse que O governo está a enganar os portugueses e que contrariamente aquilo que os governantes afirmam diz que "O governo Português põem os contribuintes em risco, como acontece sempre que emite mais dívida.
Não sou economista, nem economista internacional e muito menos professor mas e por mais inculto que o seja na área de economia não é difícil entender que os portugueses é que vou arcar com as vigarices praticadas pelos vigaristas e burlões existentes na Banca Portuguesa, no governo português e na Assembleia da Republica Portuguesa. 
Entretanto o senhor Ricardo Salgado continua a vida alegremente e até, pasme-se, já pagou a caução de 3 milhões de euros para não ir para a cadeia.
Ora se tem 3 milhões para pagar a caução a pergunta que se faz é onde os foi buscar?
Se tem 3 milhões quantos milhões não terá mais e a onde? Isso é que o Ministério Publico e a Policia Judiciária têm de investigar.
Da parte que me cabe estou disponível e na disposição de apresentar uma denuncia no Ministério Publico Português e no Tribunal Internacional contra os governantes, ex governantes, deputados e ex deputados com assento na Assembleia da Republica Portuguesa porque tenho fundadas suspeitas que o senhor Ricardo Salgado, entre outros banqueiros, bancos e empresários subsidiaram os Partidos Políticos e colocaram no Poder estes crápulas. 
Dizem que a Máfia é de origem Italiana, o que duvido. Em Itália o Sr Sivio Berlusconi  esteve na cadeia, em Portugal todos nós sabemos como funciona a justiça.
Um vergonha!!   

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

COMPARADOS COM OS BAQUEIROS E ALGUNS POLITICOS PORTUGUESES OS MAFIOSOS SÃO PUROS APRENDIZES

Desde o Banco Internacional do Funchal (BANIF) passando pelo Millénium (BCP) Banco Português de Negócios (BPN) e ultimamente pelo Banco Espirito Santo (BES), os portugueses tem sido confrontados com um cem numero de vigaristas e burlões que impunemente dão continuidade à sua saga de vigarisses e crimes de burla.
Os políticos que assentam o traseiro no Governo, na Assembleia da República, nos Ministérios são coniventes com esta quantidade de vigaristas e burlões.
Os banqueiros e empresários burlões subsidiam os maiores Partidos Políticos Portugueses para que ganhem as campanhas eleitorais.
Quando são Poder têm de devolver os "favores" aos burlões que neles investiram pelo que não se encontram ao serviço dos seus concidadãos que exploram até à espinal medula sobrecarregando-os de impostos para "cobrir" as burlas dos que os subsidiaram.
Os Portugueses continuam a pagar, com os seus impostos, as burlas praticadas no sistema bancário português.
Agora temos mais um caso denominado BES do senhor Ricardo Salgado Espirito Santo. 
Cerca de 6 mil milhões de Euros (€).
Dizem os políticos que não há problema para os Portugueses, que estão isentos de contribuir para estas burlas porque há um "fundo" de 12 mil milhões de € emprestados pela TROIKA através do FMI e do BCE, para garantir o sistema financeiro de Portugal, como quem diz para "salvar" os vigaristas.
Dizem que desses 12 mil milhões de € já foram gastos 6 mil milhões para emprestar aos bancos acima identificados.
Assim, dizem eles que "ainda há 6 mil milhões para capitalizar o BES e que o desgraçado do povo Português não vai ser penalizado em impostos em consequência destas burlas.
O que incomoda é os políticos portugueses, todos eles uma cambada de imbecis e parasitas sociais que nunca trabalharam na sua vida  fazerem dos portugueses um povo de atrasados mentais. Provavelmente até são pois caso contrário já tinham acabado com estes assaltantes.
Será que o FMI e o BCE faz empréstimos a custo zero para garantir a sobrevivência dos banqueiros e a funcionalidade do sistema bancário português?
Sabemos que não há um único português que acredite que assim seja, mas como são uma cambada de subservientes seguem o principio do "deixa andar." 
A verdadeira questão é a existência de uma promiscuidade entre o políticos e o sistema financeiro que funciona mais ao menos assim.
Subsidiam as campanhas eleitorais. O Partido Político mais subsidiado tem a possibilidade de fazer uma excelente campanha e ganhar as eleições. Os subsidiários exigem que no Poder sejam colocados os elementos que serviam os interesses destes vigaristas e burlões. Alguns até são funcionários das empresas que subsidiam os Partidos Políticos. A titulo de exemplo só no BES há 34 indivíduos que foram Secretários de Estado, Ministros, e Deputados.
Quando se acabem os mandatos regressam novamente as empresas que os subsidiaram, ou são novamente eleitos.
Para esclarecimento de toda a verdade era salutar e legal que o Ministério Público Português investigasse os milhares de euros com que o BES, subsidiou o Partido Social Democrata (PSD) do actual senhor Passos Coelho e do senhor Cavaco e Silva e também o Partido Socialista.
TENHO VERGONHA DE SER PORTUGUÊS E DOI-ME O CORAÇÃO VER OS MEUS CONCIDADÃOS FICAREM MAIS POBRES, AS CRIANÇAS A PASSAREM FOME, AUMENTAREM O NUMERO DE SEM ABRIGO E O NUMERO DE EMIGRANTES A CADA DIA QUE PASSA.
NOS ESTADOS UNIDOS ESTES VIGARISTAS ESTAVAM NA CADEIA E NA CHINA JÁ TINHAM LEVADO UM TIRO NA NUCA.
Em Portugal a justiça é o que é:. Prende o homem que roubou  075€ e solta os que roubam 5 mil milhões.
O problema da justiça Portuguesas é que a maioria dos agentes judiciais onde se inclui os advogados são provenientes de faculdades de Direito Privadas subsidiadas pelos burlões a que pomposamente chamam de LOBIS, que mais não são que LOBOS à espreita das suas presas.
Devia-mos seguir o Hino Português - ÁS ARMAS, ÁS ARMAS! PELA PÁTRIA LUTAR, CONTRA OS BURLÕES MARCHAR! MARCHAR!


quinta-feira, 24 de julho de 2014

RICARDO SALGADO, O BANCO ESPÍRITO SANTO, O HOMEM QUE ROUBOU 075€

Desde há uns tempos que tenho vindo a avisar que investir em Portugal é muito arriscado dado ao imenso numero de corruptos, burlões e vigaristas.
Pelo que me é dado entender poucos leram o que escrevi sobre este assunto.
Portanto proponho que passem um olhar atento sobre o blog onde encontrarão as explicações para o que neste momento ocorrer com Ricardo Salgado e o Banco Espírito Santo.
Mas não se preocupem que o Governo Português já veio dizer, ainda que veladamente, que tem um fundo de seis mil milhões de euros que pode "emprestar" ao dito Banco caso seja necessário.
O Governo Português, mais uma vez entende que lhes é permitido utilizar dinheiros emprestados pelo FMI para subsidiar a Banca privada. Dinheiro e juros que tarde ou cedo  os contribuintes portugueses serão chamados a pagar.
UMA AUTÊNTICA VERGONHA.
O senhor Ricardo Salgado, requereu a insolvência das empresas que geria por não ter dinheiro para devolver aos accionistas.
O que não se entende é como que o senhor Ricardo Salgado, insolvente, tem três milhões de euros para prestar como caução que o liberta da prisão.
Como em Portugal a justiça é isenta e célere, à semelhança dos banqueiros anteriores o senhor Ricardo Salgado nunca será julgado nem irá para a prisão.
Entretanto o homem que roubou 075€ foi julgado rapidamente e condenado.
ESTE PAÍS É SIMPLESMENTE UMA VERGONHA .

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A PORTUGUESA ENQUANTO HINO NACIONAL PORTUGUÊS - HERÓIS DE QUÊ?

A PORTUGUESA ENQUANTO HINO NACIONAL
HERÓIS DE QUÊ?
"A Portuguesa" foi composta em 1890, portanto há 124 anos, como forma de reação contra os Ingleses e contra a Monarquia.
Letra de Henrique Lopes de Mendonça, que foi capitão-de-mar-e-guerra da armada portuguesa, e música de Alfredo Keil.
Em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado, aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional,
Após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, há 104 anos, a Assembleia Nacional Constituinte consagrou-o como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911.
Em 1956 existiam várias versões, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de elaborar uma proposta de alteração que foi aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então.
Na música nota-se uma influência da Marselhesa.  
A Portuguesa foi designada como um dos símbolos nacionais na constituição de 1976,
VERSÃO ORIGINAL DE 1890
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de
Portugal!
Entre as brumas da memória,
Oh Pá
tria ergue-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o
mar,
Às armas, às armas!
Pela Pá
tria lutar!
Contra os BRETÕES
marchar, marchar!
VERSÃO ALTERADA EM 1957
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os CANHÕES
marchar, marchar!


Como se observa o poema tem um conteúdo bélico, incita e apela à violência o que contaria o Principio de que os Portugueses eram ou são um Povo de brandos costumes.

Não se questiona o heroísmo, a nobreza, a valentia, a imortalidade, dos egrégios (distintos, insignes, ilustres, notáveis, admiráveis) avós portugueses.

O simbolismo revolucionário e bélico de outrora foi-se diluindo ao longo dos anos pelo que no contexto atual em nada se relaciona nem se adapta ao pacifismo, seguidismo, carneirismo e cobardia, características atuais da grande maioria do povo português.
Os Portugueses não se encontram disponíveis para “pegar em armas” e muito menos de “marchar contra os Bretões ou contra os canhões” e por via disso é que têm os governantes que merecem.
Não seria muito plausível observar os portugueses ou outro povo consciente a “marchar contra Bretões e muito menos contra “canhões.”  
Como o Fado é uma forma de música que canta e conta as desgraças do povo português, considerado um património da humanidade e a Amália Rodrigues uma heroína com lugar de destaque no Panteão Nacional, entende-se que o poema e a música do Hino deviam ser alterados sugerindo-se “Povo que lavas no Rio”; “Mãe Preta”; Casa da Mariquinhas”; ou então para um qualquer de autoria do Quim Barreiros como por exemplo a “Garagem da Vizinha”; “Quero Mamar na Cabritinha”; ou “Mariazinha deixa-me ir à Cozinha” o que seria muito mais agradável, ponha todos os Portugueses a dançar e a cantar acabando com a tristeza, os estados depressivos esquecer a fome e miséria que em nome da Troika lhes tem sido imposta.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

DESDE O DIA 02.07.2014 QUE A MINHA IMBECILIDADE TEM AUMENTADO.

A MINHA IMBECILIDADE TEM AUMENTADO.
Depois do senhor Coelho, dito o Primeiro, ter dito o que disse sobre a diminuição do desemprego em Portugal, ontem foi a vez do Vice Primeiro, mas conhecido pelo Paulinho das Feiras, de verter faladura sobre o assunto.
Mas deixei-me explicar:
Na minha ignorância politica, quiçá intelectual, ainda não entendi a razão de Portugal ter um primeiro ministro e um vice primeiro ministro quando é sabido que os portugueses não são, em termos populacionais, mais que 10 milhões de habitantes em termos populacionais. 
Presumo que a designação de Vice disto e daquilo é um "trauma" herdado desde os tempos dos descobrimentos onde havia o Vice Rei das Índias, de Angola, de Moçambique, etc.. 
Dirigindo-se à Assembleia da República, dizia, então, o Paulinho das Feiras, que a oposição criticava e contestava que:
"Se o desemprego sobe a culpa é do Governo"
"Se o desemprego desce a culpa é da emigração"
"Se a crise económica aumenta a culpa é do Governo"
"Se a crise económica diminui é graças à União Europeia" 
Como todos os portugueses, também não sei a quem cabe as culpas, o que não é relevante para o caso em questão.
Relevante seria que o senhor Primeiro, ou senhor vice primeiro dissessem aos seus concidadãos que há um aumento dos postos de trabalho e que em consequência o EMPREGO AUMENTOU.
Se assim fosse eu não me sentiria um imbecil porque entenderia perfeitamente que aumentando o emprego diminui o desemprego. Então não haveria culpados, (governo ou emigração).
Conheço o Paulinho das Feiras desde os tempos em que era director de um jornal semanário "O Independente." Tinha-o como um homem inteligente e por via disso em elevada consideração.
Desconheço o que passa na "cabeça" do homem mas presumo que a sua "inteligência" superou o seu raciocínio transformando-o num sobre dotado que pensa que de facto os seus concidadãos são uns imbecis.



quarta-feira, 2 de julho de 2014

SINTO-ME UM IMBECIL

Hoje sinto-me um imbecil, assim como todos os Portugueses se devem sentir.
O senhor Primeiro Ministro de Portugal, utilizando a elevada inteligência que a natureza lhe conferiu e só por via disso é que chegou a Primeiro, acabou de afirmar que EM PORTUGAL O DESEMPREGO DIMINUI.
Plenamente de acordo.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística, só no mês de Junho 300 mil portugueses tinham emigrado.
Excluindo que os faleceram de morte natural e os que se suicidaram mau era se o desemprego não tivesse diminuído.
No raciocínio brilhante do senhor Primeiro o emprego aumentou em função do numero de mortos e de emigrantes o que, provavelmente, se encontra relacionado com as novas tecnologia ou seja: Foi dado emprego aos mortos e aos emigrantes.
Brilhante por ridículo.
Será que alguém acredita?

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O ESTADO PORTUGUÊS É TERRORISTA FISCAL. QUE SE CUIDEM OS INVESTIDORES

Os factos relatados neste requerimento são verdadeiros

AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA
N. na sua qualidade de gerente da empresa  vem.
Presume-se que a Autoridade Tributária Aduaneira é um organismo Estatal e como tal uma Pessoa de Bem. 
Da sua experiência pessoal dos últimos 30 dias, tem sérias dúvidas que o seja.
Sem qualquer notificação ou citação escrita ou pessoal conforme o artigo 113º do Lei nº 48/2007 de 29-08-2007, determinou a Repartição de Finanças a penhora de créditos referente a IRC no valor de 10.337.39€, quando o contribuinte já se encontrava a liquidar a dívida.
Grave, porque tem fortes suspeições de ser vítima de crime de burla em que o seu autor é o próprio Estado, é o facto de a Autoridade Tributária e Aduaneira processar penhoras de créditos superiores ao valor em dívida como por exemplo: Processando penhoras de créditos de 10.000,00, em duas empresas, a Autoridade Tributária e Aduaneira, retêm ilicitamente 20,000,00€, se for três empresas 30.000.00€, se forem quatro 40.000,00€ as empresas notificadas, e assim sucessivamente. 
Ilícito é ainda o facto de a Autoridade Tributária e Aduaneira só libertar as penhoras de créditos, devolver os valores retidos ilicitamente, após o contribuinte reclamar, e denunciar ao Tribunal Administrativo o que pode demorar 10 ou 20 anos. Entretanto a Autoridade Tributária e Aduaneira não paga juros e não devolve os valores se o contribuinte falecer.   
Mas questão principal é o facto de a Autoridade Tributária e Aduaneira, Repartição de Finanças de Vila Nova de Gaia, representada pelo senhor chefe de repartição, se recusar a emitir certidão de como a dívida foi satisfeita de forma voluntária e assim dar por extinta a penhora de créditos.
Recusou-se ainda a emitir guia para o pagamento dos 176.69€, restante referentes a IRC, tendo por objectivo claro a cobrança de mais juros.
Tal situação obrigou a que, desnecessariamente, o contribuinte tivesse requerido a intervenção policial e reclamar no dito “livro amarelo,”
O contribuinte presume que a Autoridade Tributária e Aduaneira é um organismo Estatal que tem, licitamente, a finalidade de cobrar impostos garantes do regular funcionamento das Instituições e do próprio Estado.
No dia 18.09.2014, o contribuinte, ora requerente e denunciante, tomou conhecimento da existência de um Protocolo entre a Autoridade Tributária e Aduaneira com uma empresa privada, tendo por objectivo a cobrança de portagens segundo um esquema que passa pelo IMT, Instituto de Mobilidade Terrestre. 
A empresa privada é uma sociedade que explora as SCTUS constituída por accionistas devidamente identificados. 
As portagens não são impostos.
No modesto entender do denunciante, ora requerente, Autoridade Tributária e Aduaneira não tem legitimidade para cobrar, mandar executar penhoras em nome de entidades privadas.
Ao utilizar dinheiros públicos em benefício de empresas privadas o contribuinte tem suspeitas fundadas de que se encontra perante favorecimento ilícito, e “crime de colarinho branco.”
O denunciante, ora requerente observou que a Autoridade Tributária e Aduaneira utiliza “métodos” processuais ilícitos tendo por finalidade deliberada e consciente de confundir e “assustar” os contribuintes. 
Existe um processo ao qual é atribuído um número. 
Quando o contribuinte liquida qualquer valor referente a esse processo, este dá origem a outro processo.
Na hipótese de o contribuinte não liquidar a divida é-lhe atribuído juros de mora o que implica que o processo passar a ter um número diferente.
Assim, tal sistema, a que o contribuinte denomina de “esquema” implica uma sucedânea de números diferentes de processos de difícil interpretação cujo objectivo é desencadear confusão, pânico, angústia e pressão psicológica obrigando os contribuintes a pagar, frequentemente, o que não devem.
Quando se verifica que liquidaram valores em duplicado segue o “esquema”  
Depois de o computador do contribuinte ter sido “contaminado por um vírus” conforme o exposto no seu requerimento de 17.06.2014, cuja responsabilidade atribui à Autoridade Tributária e Aduaneira.
Porque há uso abusivo de dados informáticos violação clara do seu direito de privacidade e privacidade informática.
Porque as notificações por via eletrônica contrariam o disposto no artigo 113º do DL 48/2007 de 29-08-2007, eliminou a dita “CAIXA POSTAL ELETRÔNICA VIA CTT.
Tendo por finalidade evitar dar continuidade a quezílias fiscais, execuções indevidas e ilícitas, fundamentado no anterior e poder exercer o seu direito de oposição a penhoras e execuções que desconhece por ausência de notificação,
Termos em que requer urgentemente e para fins judiciais:
Que todas as notificações sejam realizadas em papel com carta registada com aviso de recepção.
Certidão comprovativa da sua situação fiscal a que se refere o Imposto Sobre Rendimentos Colectivos (IRC) 
Certidão comprovativa garante de que a Autoridade Tributária e Aduaneira tem legitimidade legal para cobrar portagens de empresas privadas 
E se tal legitimidade lhe for conferida, requer certidão comprovativa dos anos, mês, dias, horas e fotografias, se as mesmas tiveram lugar, de que o contribuinte utilizou as ditas SCUTS cuja exploração económica é da responsabilidade da empresa privada.
Certidão comprovativa de toda a sua situação fiscal com o objectivo de regularizar a mesma evitando-se assim penhoras indevidas e os prejuízos económicos que delas advêm.    

Vila Nova de Gaia, 18.06.2014
C.C. por carta registada de:
Tribunal Admnistrativo e Fiscal do Porto
Inspecção-Geral de Finanças
Secretaria-Geral do Ministério das Finanças.
Instituto de Mobilidade e Transportes


Três folhas rubricadas e assinadas.