quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

EM PORTUGAL EXISTE PENA DE MORTE?


PORTUGAL REGREDIU AO SÉCULO XVIII
A PENA DE MORTE EXISTE.
31.01.13 – Página 11 – Jornal de Noticias.
“MATOU O MARIDO MAS A MAGISTRADA DO MINISTÉRIO PÚBLICO NÃO A QUER PRESA”.
A história resumida é mais ou menos assim:
Há dois anos uma mulher matou o marido por asfixia quando este se encontrava completamente alcoolizado e com 3,54grs de taxa de alcoolémia.
Repare-se que um processo-crime de homicídio em Portugal decorre desde há dois anos.
A procuradora da Republica, que em Portugal representa o Estado, alega no final de julgamento que a homicida agiu “com excesso de legítima defesa” pelo que pretende transformar a acusação de homicídio qualificado por homicídio simples e uma pena suspensa de 18 meses.
Alega a magistrada que a homicida é uma “boa mãe” e uma “boa esposa.”
Das alegações da senhora magistrada pode-se concluir que pediu a pena de morte para o já defunto.
Talvez que o caro leitor pense que o transcrito é pura anedota e até admito que se esteja a rir.
De facto eu próprio também me ri, embora não deva porque o caso evolve a morte de um ser humano por asfixia.
Por tal razão e dada à sua gravidade o caso deve ser levado muito a sério.
Penso que os factos transmitidos pelo Jornal são verdadeiros e devem constar do processo.
O caricato senão anedótico é o argumento: “A HOMICIDA É UMA BOA MÃE E UMA BOA ESPOSA”
Entendo que uma “boa mãe” não mata o pai dos seus filhos por muito mau que ele seja
Uma “boa esposa” não mata o seu marido excluindo-se o facto de ser movida por razões sádicas ou uma vontade mórbida de se transformar numa “boa viúva.”
Com esposas destas quem precisa de ser casado?
Segundo a notícia, o morto era um alcoólico cronico e exercia violência física sobre a sua família.
Ainda que as acusações tenham algum fundamento a verdade é que o homem está morto e por essa razão pode ser acusado de todos os crimes porque não se pode defender.
Provavelmente a família era ou é uma família desestruturados SINALIZADA E REFERENCIADA pela segurança social, tribunais, policia, comissão de proteção de menores e jovens em risco e por todas as Instituições de Solidariedade como as APAVS e quejandos que existem em dos PORTUGAL do TACHOS.
Por muitos argumentos que se utilizem para ilibar esta mulher, a verdade dos factos é que cometeu um crime de homicídio sobre um individuo que se encontrava sobre o efeito do álcool e consequentemente indefeso o que torna o crime muito mais hediondo.
Na minha modesta opinião entendo que esta mulher deve ser punida pelo crime de homicídio qualificado e premeditado.
Mas com a justiça que existe em Portugal e pelo que acabei de ouvir no telejornal das 20.00h provavelmente ainda vai receber um subsídio do Estado.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


PORTUGAL
MÃES INFANTICIDAS

Dados copilados do Jornal de Noticias do Porto - Portugal

10.02.2013-Página 04 e 05- Professora atira o filho do 4º andar e suicida-se.
29.01.2013-Página 09- Mãe mata com veneno os dois filhos de 12 e 13 anos
11.01.2013 – Página 12 – Costureira acusada mata o filho recém-nascido embrulha o corpo num tapete, mete-o num balde e de seguida dentro de um tanque.
01.01.2013 – Página 10 – Mãe tentou atira-se da Ponte D. Luís transportando consigo dois filhos um com um ano e outro com um mês.
21.12.12 – Página 04 – Mãe fecha em casa os dois filhos de um e três anos, incendeia a casa com as crianças no interior que morreram carbonizadas.
11.11.2012 – Primeira Página – Mãe mata-recém nascido, durante sete dias transporta o cadáver na mala do seu veículo e pede a amigo para queimar o cadáver.
08.11.12 – Página 14 – Mãe confia o filho ao padrasto que queima os olhos e o corpo com pontas de cigarros, agredi, provoca múltiplos hematomas e parte um braço à criança.
22.08.2012 – Mãe fecha-se em casa com os dois filhos de 11 e 13 anos e incendeia a habitação provocando a sua morte e a das duas crianças que morreram carbonizadas.
31-08.2012 – Mãe mata três recém-nascidos porque não queria ter filhos.
Em 5 meses doze crianças foram mortas e três violentadas pelas suas próprias mães.
EM CASO DE DIVORCIO E OU SEPARAÇÃO SERÁ QUE OS FILHOS DEVEM SER SEMPRE ENTREGUES ÀS SUAS PROGENITORAS?
Para os crimes de infanticídio, ofensas e crimes sexuais praticados pelas mães, pelos padrastos ou “supostos amigos maternos” há, em Portugal há uma nova figura jurídica denominada “SINALIZADOS OU REFERENCIADOS.”
Funciona mais ou menos assim:
Um progenitor denúncia à Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco, ao Tribunal de Família e Menores de Vila Nova de Gaia, ao Ministério Público de Vila Nova de Gaia, a existência de uma mãe que entrega os seu filho menor a terceiros ou “supostos amigos” de baixo cariz moral, social, cultural, educacional, provenientes do sub mundo do tráfico e consumo de estupefacientes, com antecedentes de alcoolismo, impedidos juridicamente de conviver com a sua própria filha, que dizem ao menor que é muito sexi, que tem um pénis grande, que pedofilia é sexo, que o fotografam e publicam as fotos no seu computador, que ameaçam a criança que F. o focinho e lhe matam o pai, que sistematicamente perseguem e ameaçam o pai da criança exigindo-lhe dinheiro, ouve como respostas:
- Dr. NÃO SE PREOCUPE QUE ESTÃO REFERENCIADOS E SINALIZADOS e SE ACONTECER ALGUMA COISA AO SEU FILHO DEPOIS FAZ A COMPETENTE QUEIXAS-CRIME
OU ESTA RESPOSTA:
Sabe Dr. é que a Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco não pode intervir desde que um dos progenitores recuse a intervenção. Mas, NÃO SE PREOCUPE QUE OS INDIVÍDUOS ESTÃO REFERENCIADOS E SINALIZADOS e SE ACONTECER ALGUMA COISA AO SEU FILHO DEPOIS FAZ A COMPETENTE QUEIXAS-CRIME
OU ESTE RELATÓRIO DA SEGURANÇA SOCIAL QUE NÃO MERECEU QUALQUER ATITUDE OU COMENTÁRIO DA JUÍZA OU DA MAGISTRADA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRIBUNAL DE FAMÍLIA E MENORES DE VILA NOVA DE GAIA.
NA RESIDÊNCIA MATERNA HÁ UM ESPAÇO NA SALA ONDE O MENOR PODE PERNOITAR.
Desde os 8 anos de idade que o menor, atualmente com 11, pernoita na sala assistindo a toda atividade sexual da sua progenitora com o “suposto ou supostos companheiros” SINALIZADOS E REFERENCIADOS.
O progenitor espera, reza e roga a Deus que o seu filho não seja violado ou utilizado como correio de estupefacientes e se tal vier a acontecer, que é o mais provável, aceita sugestões para além de apresentar mais uma do CEM NUMERO DE DENÚNCIAS que já apresentou.
ESTE É O PORTUGAL E A JUSTIÇA QUE TEMOS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS!

A JUSTIÇA DOS REFERENCIADOS E SINALIZADOS.

sábado, 26 de janeiro de 2013

A JUSTIÇA EM PORTUGAL É UMA TRAJO/COMÉDIA


A JUSTIÇA EM PORTUGAL É UMA TRAJO/COMÉDIA

No passado dia 24.01.13, o Jornal de Noticias publicava que a MINISTRA DA JUSTIÇA PORTUGUESA, pretende responsabilizar mais os juízes e os magistrados.
Da afirmação facilmente se depreende que os juízes e os magistrados são pouco responsáveis.
Consta da Constituição da Republica Portuguesa que os juízes são irresponsáveis e inamovíveis.
Ora se a Constituição da Republica Portuguesa confere aos juízes o “Direito” da irresponsabilidade nos seus atos, isto é, como eles dizem e muito bem, NÃO PODEM SER RESPONSABILIZADOS PELAS DECISÕES ERRADAS, A NÃO SER QUANDO HÁ DOLO, não se me vislumbra a forma ou a fórmula que a senhora Ministra utilizará para responsabilizar os juízes quando condenam inocentes.
Diz a senhora Ministra que o sistema em vigor apresenta falhas que criam “muita irresponsabilidade” e garante que “ninguém pode escapar à crítica”, sendo o problema comum a todas as profissões, só que no judiciário “faz-se sentir em particularmente pela repercussão que tem na vida das pessoas.”
É vergonhoso que a senhora Ministra venha dizer o que todos já conhecemos e que o Bastonário da Ordem dos Advogados desde há muito vem denunciando.
A irresponsabilidade, prepotência, abuso do Poder, o livre arbitro dos juízes que lhes é conferido pela “LIVRE CONVICÇÂO”, a não-aceitação de críticas e o que é mais grave não indemnizarem os seus concidadãos quando as suas irresponsabilidades se fazem sentir na vida das pessoas.
Diz que pretende fazer legislação por “leis que responsabilizem quem as aplica”
Os Portugueses não precisam de mais Leis.
Quando na presença de denúncias que visem juízes, magistrados e outros agentes da justiça precisamos de ter acesso aos Tribunais, aos inquéritos, á isenção, á igualdade perante a Lei e que os mesmos sejam constituídos arguidos e responsabilizados pelos erros cometidos como um vulgar cidadão.
No dia 25.01.2013. o mesmo jornal diz que o Conselho Superior de Magistratura instaurou 40 processos disciplinares em 2012 e que três juízes foram afastados dos Tribunais.
Repare-se que nem 1%.
Não revelam as causas do afastamento, não explicam se houve erros nas suas decisões que se “fizessem sentir na vida das pessoas” e havendo, se essas pessoas foram ou não indemnizadas.
Como podem os Portugueses acreditar e o que podem esperar de uma classe profissional que se julga a si própria? 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


A PRIMEIRA VEZ OU NOITE DE NÚPCIAS

Consideramos a “primeira vez” como o primeiro contacto sexual.
Há alguns anos, talvez 50, a “Primeira vez” tinha lugar na “Primeira Noite” ou “Noite de Núpcias”
Mandavam as regras morais e ou dos “Bons Costumes”, os conceitos sócio culturais, e religiosos que a primeira relação sexual deveria ter lugar na noite de casamento.
Os noivos eram presentes no Altar onde juravam e assumiam os sagrados mandamentos do matrimónio, perante Deus, os homens, os padrinhos, e convidados.
A noiva era portadora de um ramo confeccionado com flor de laranjeira que simbolizava a sua virgindade.
Ao noivo nada se exigia em termos de virgindade.
Numa sociedade machista louvava-se e enaltecia-se as aventuras amorosas pré matrimonias que no conceito social de então era sinonimo de virilidade.
Na sociedade actual, as mulheres ocupam e desempenham, paralelamente com os homens, o mesmo papel social com os mesmos direitos e deveres.
O matrimónio já não tem o mesmo cariz moral, social, cultural e religioso, pelo que a “Primeira Vez” já não significa a “Primeira Noite” ou “Noite de Núpcias”.
No entanto, a “Primeira vez” não reduziu a sua importância nas inter-relações pessoais quando se tem por objectivo uma vida partilhada.
É conceito generalizado que a “Primeira Vez” é assunto exclusivo do sexo feminino porque é entendida como a primeira introdução do pénis na vagina após a laceração do hímen.
Ainda hoje, em algumas sociedades em que o machismo não foi erradicado, a “Primeira Vez” significa não só a laceração do hímen como também sangramento vaginal.
Assim, noiva que não tenha sangramento vaginal na “Primeira Noite” significa ausência de virgindade e o consequente repudio matrimonial, familiar e social.
O hímen, membrana que reveste a vulva, parte anterior ou entrada da vagina tem várias configurações anatómicas.
Hímens complacentes, anelares, bilobulados, semilunares, labiados, etc..que permitem a introdução do pénis sem que se observe sangramentos.
Porque há uma “Primeira Vez” para tudo, o sexo masculino também tem a sua “Primeira Vez” que frequentemente é sexualmente muito mais marcante que no sexo feminino.
O importante da “Primeira Vez” é o carinho, o amor, e o respeito que devemos ao nosso parceiro sexual.
Dar e receber prazer como complemento e manifestação de amor deve ser o objectivo da “Primeira Vez”.
O envolvimento pleno da “Primeira Vez” evita as disfunções e os desvios sexuais. Alicerça a sã convivência entre os casais.
Amar é fazer com que todas as vezes sejam sempre a “Primeira Vez” ou a noite de núpcias.
FELIZ PRIMEIRA VEZ.

domingo, 13 de janeiro de 2013

PORTUGAL É UM PAÍS ONDE OS AGENTES DA JUSTIÇA SÃO MAUS EXEMPLOS



INFORMAÇÃO AOS LEITORES DO BLOGUE.

O blogue Medicina e Justiça têm dois objetivo bem definidos.

TRANSMITIR CONHECIMENTOS NO CAMPO DA MEDICINA.

DAR A CONHECER AOS INTERESSADOS NA JUSTIÇA, NOS DIREITOS HUMANOS, AOS TRABALHADORES EMIGRANTES E AOS HIPOTÉTICOS INVESTIDORES QUE PORTUGAL NÃO É UM BOM EXEMPLO NEM UMA BOA OPÇÃO.

Vejamos o que afirma MARINHO PINTO distinto Bastonário da Ordem dos Advogados Portugueses.

“O funcionamento da justiça Portuguesa não se estrutura no respeito pela LEI, do Direito, e da VERDADE, mas em torno da vontade arbitrária dos juízes e magistrados.”

Foram mais de trinta anos de desrespeito pelos cidadãos, manifestações públicas de arrogância, insubordinação contra algumas Leis da Republica.

“Em Portugal, quem tiver contas a prestar à justiça NÃO FICA SOB A ALÇADA DA LEI, como acontece nos países civilizados.”

“Fica totalmente nas mãos dos juízes como sucedia na Idade Média e acontece nos regimes totalitários.”

“A certeza jurídica da Lei cede perante o livre arbítrio pessoal dos magistrados.”

Afirmava PINTO MONTEIRO ex. distinto Procurador-Geral da Republica Portuguesa.

“ Portugal é mais vantajoso ser dever do que credor”

De facto assim é.

Compulsando o Jornal de Noticias, talvez o Diário com maior tiragem em Portugal observamos nos últimos sessenta dias:

12, 13, 15,17 de Novembro de 2012 – Páginas 10, 14, 17, 12, respetivamente. Terror de Arnal Mata Vizinho com 30 golpes de catana.

A história resume-se mais ou menos assim:
- Um homem com antecedentes criminais queria voltar para a cadeia. Como as autoridades não atendiam ao seu pedido e não satisfaziam a sua vontade, ele ameaçava que tinha de matar alguém.
O Povo da aldeia de seu nome ARNAL avisou a Policia que em Outubro de 2012 solicitou ao Ministério Publico a emissão de um mandado para prender o individuo.
O Ministério Publico não atuou.
No dia 11 de Novembro de 2012, o criminoso cumpre o prometido e mata um vizinho, que mal conhecia, com trinta golpes de catana.
Agora O Ministério Público culpabiliza a Policia de não ter atuado.
Surrealista? Não! É verdadeiro.
Desde 2008 que um “suposto companheiro” da mãe de um menor que à data tinha 08 anos e atualmente conta com 11, ameaça a criança que “fode” o focinho e lhe mata o pai.
As autoridades policiais notificaram o Tribunal de Família e Menores, e o Ministério Público que não encetou qualquer iniciativa na defesa dos direitos juridicamente protegidos da criança.
O Pai da criança apresentou queixa nas mesmas instituições e na Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco que não atuaram nem se pronunciaram sobre as denúncias.
Em 15 de Fevereiro de 2009, quando o pai da criança se encontrava num posto policial com o objetivo de ser informado onde se encontrava e com quem o menor tinha pernoitado, o “suposto companheiro” da mãe da criança entra de rompante no posto policial. Em tom agressivo e ameaçador desencadeia um corolário de injúrias, tentativas de agressão, impedidas pelos agentes policiais, e ameaças de morte.
A ocorrência foi registada e enviada para o Tribunal. 
O individuo é julgado e condenado pelos crimes de injúria.
Quanto às ameaças de morte constam do despacho do Tribunal.
Vou-te matar era para aquele momento.
Ora como o denunciante não foi morto no momento as “ameaças de morte” não constituem crime.
Surrealista? Não! É verdade nua e crua!
Em bom português Vou-te matar é o presente do indicativo do verbo ir conjugado com o infinitivo pessoal do verbo matar que é um verbo transitivo e expressa ideia ou ação de FUTURO, conforme abaixo se observa.

(Conjuntivo)
Presente
Pretérito imperfeito
Futuro
Modo
Imperativo
Afirmativo
Negativo
não mates
não mate
não matemos
não mateis
não matem
Infinitivo pessoal

Desconhecesse que Faculdade de Direito frequentou o autor do despacho judicial mas não restam dúvidas que se trata de um sábio da língua Portuguesa e de uma verdadeira descoberta cientifica em termos linguísticos.
Da “brilhante” decisão e para nosso gaudio linguístico cultural ficamos a saber que se deve conjugar O FUTURO EU VOU, TU VAIS, ELE VAI, NÓS VAMOS VÓS IDES ELES VÃO TE MATAR
O PRESENTE DO INDICATIVO DEVE SER CONJUGADO:
IREI, TU IRÁS, ELE IRÁ, NÓS IREMOS, VÓS IREIS, ELES IRÃO MATAR.
Pior ainda é que em 08.06.de 2010, no Relatório de decisão de guarda do menor a senhora juíza transcreve:
- “ F…, assistente operacional, (vulgo homem que transporta lixo, macas que faz “recados”, ou seja trabalhador indiferenciado), “amigo” da requerida começou a privar com R. desde 2008, uma vez que o mesmo e a sua filha (então com 9 anos de idade) se davam bem. Presenciou o requerente a insultar a requerida após um jogo de futebol do R e na presença deste; o relacionamento do menor com a mãe é muito afetuoso sendo certo que nunca ouviu a mesma falar do mal do progenitor em frente ao R; a mesma consegue manter-se serena quando confrontada pelo requerente e esforça-se sempre por conjugar os seus turnos de acordo com as necessidades do filho.”
Havendo denúncias de que F. é proveniente de um bairro degrado que foi ou ainda é consumidor e traficante de estupefaciente, com antecedentes de alcoolismo, cultural e socialmente um primário, que se encontra inibido juridicamente de conviver ou pernoitar com a sua própria filha e que contra ele decorriam e decorrem ações processuais por ofensas sexuais, coação, violência psíquica, sobre o menor R. e sobre o seu pai, dificilmente se compreende como é que a juíza se permite transcrever este tipo de depoimento e durante o testemunho não confrontou F. com as acusações que sobre ele pendiam e pendem.
Para bom esclarecimento da verdade material, porque é uma criança que se encontra em risco, a senhora juíza e a senhora magistrada do Ministério Público, deviam inquirir F. sobre: - O número de vezes que F., convive com a sua própria filha. Quantas vezes é que R. conviveu com a filha de F. Quando, como em que dia presenciou o progenitor a insultar a progenitora e sendo verdade qual a razão pela qual F. se encontrava no suposto jogo de futebol. Como é que F., tinha ou tem conhecimentos que lhe permitiram declarar que R., tem um relacionamento afetuoso com a sua progenitora e que nunca ouviu a mesma falar mal do progenitor em frente do menor. Que se mantêm serena quando confrontada pelo requerente e que se esforça sempre por conjugar os seus turnos de acordo com as necessidades do filho.
Ambas, a senhora juíza e a senhora magistrada, não estavam não estavam naquela sala para defender os interesses juridicamente protegidos da criança porque são portadoras da obsessão cultural que as crianças são propriedade materna ainda que violentadas pelas suas próprias mães e pelo padrastos.
Quanto a F., “suposto” companheiro da progenitora” outro depoimento não seria de esperar. Tem um vencimento mensal de cerca de 500€, vive num apartamento T1, com a progenitora e o menor que segundo o relatório da segurança social tem “um espaço na sala para pernoitar”. T1 com piscina aquecida, sauna e banho turco que em parte foi paga pelo progenitor da criança.
Além do anterior F, aufere ainda de uma pensão de alimentos de 500€, paga pelo progenitor do menor, que lhe alimenta os vícios.

MÃES, PADRASTOS, AMIGOS, FAMILIARES E CONHECIDOS DAS CRIANÇAS que por elas manifestam “grande amor, carinho e afetividade.”   

22 de Agosto de 2012 – Página 05 – “Mãe provoca incêndio para se suicidar e com ela mata dois filhos com 11 e 13 anos.”

14 de Outubro de 2012 – Página 02 – Crianças são o elo mais fraco da crise” 

14.512 de violência contra crianças foi instaurados no primeiro semestre de 2012.

2.822 casos foram reabertos.

26 de Outubro de 2012 – Página 09 – “Abusos sexuais sobre as crianças aumentaram mais 1.200%”

26 de Outubro de 2012 – Página 09 – “Dez anos de prisão por abusar de três primas de 09, 11, e 12 anos.”

11 de Novembro de 2012 – Página 02 – “Mãe andou com o cadáver do filho sete dias no carro após o ter morto à nascença”

11 de Novembro de 2012 – Página 09 – “Mãe manda queimar cadáver de filho recém-nascido”

11 de Novembro de 2012 – Página 10 - “Ex-produtor de música acusado de 240 crimes de abusos sexuais”

08 de Dezembro 2012 – Página 14 – “Padrasto Queimou os Olhos, o corpo, partiu um braço, e fez vários hematomas a enteado de dois anos” Pena suspensa.

12 de Dezembro de 2012 – Página 11 - “Acusado de 160 mil crimes contra crianças”

21 de Dezembro de 2012 – Página 21 - “Mãe Mata os dois filhos de 01 e 03 anos, que morreram carbonizados, após ter pegado fogo à casa com as crianças no interior.

 31 de Dezembro de 2012 - Página 02 – “Cerca de 54 % dos homicídios foram cometidos neste ano em Portugal em ambiente familiar”

04 de Janeiro de 2013 – Página 12 – “Reformado abusava de crianças carenciadas”
Duas meninas de 07 e 11 anos eram colocadas na rua. A mando dos pais entregavam às pessoas papeis preenchidos com quantias. Entretanto eram aliciadas com dinheiro e guloseimas.

04 de Janeiro de 2013 – Página 08 – “Chefe da Policia dá Tiro no enteado e suicida-se”

Nos crimes sexuais, 23 dos 139 detidos pela Policia Judiciária cinco são os pais e DEZOITO são os padrastos. (sublinhe-se que em 23 criminosos 18 são os padrastos)

“Quanto maior for a crise maior a violência. Crimes vão aumentar nas famílias” (Rui Rangel, distinto presidente da Associação de Juízes para a Cidadania)

“Estamos a potenciar uma sociedade violenta com estas ideias neoliberais” (Rui Rangel, distinto presidente da Associação de Juízes para a Cidadania)

Em 2012 registaram-se 41 assassinos em cenário de violência doméstica, 09 das vítimas foram homens.

Desconhece-se uma qualquer Instituição ou abrigos de emergência de Apoio aos homens e às crianças vítimas de violência doméstica.



PORTUGAL É UM PAÍS NO QUAL OS AGENTES DA JUSTIÇA SÃO MAUS EXEMPLOS.

26 de Outubro de 2012 – Página 10 – “Justiça livra colarinho branco da cadeia a troco de milhões”

25 de Novembro de 2012 – Página 08 – Chefe da Policia Enganou Via Verde com Matriculas Falsas, ou seja não pagava as portagens.

29 de Novembro de 2012 – Página 11 – Chefe da Policia apanhado a sair de casa de traficantes com 150€

30 de Novembro de 2012 – Página 14 – Funcionária do Departamento de Investigação e Ação Penal, provável consumidora de heroína e cocaína passava informações processuais aos traficantes.

08 de Dezembro de 2012 – Página 11 –“ Traficante Protegido por Policias.”

08 de Dezembro de 2012 – Página 12 – “Juiz não parou na sequência de um acidente de viação e foi guardar o seu veículo na residência.”

09 de Janeiro de 2013 – Página 45 - Deputada apanhada a conduzir com 2,42 grs de álcool não é detida. Aguarda, alegremente, autorização da Assembleia da Republica para ser presente ao juiz de Instrução Criminal.

PORTUGAL É UM PAÍS SUBSIDIADO E SUBSIDIANTE CUJA ECONOMIA SE “DESENVOLVE” EM REDOR DA PEDINCHICE E DO DESGRAÇADINHO.

EM PORTUGAL FOMENTA-SE E “INVESTE-SE NA POBREZA

28. de Dezembro de 2012 – Página 04 – “Solidariedade Social emprega mais do que na Saúde”

“Economia Social junta 55 mil entidades e dá trabalho a 226 mil pessoas”


Quadros dirigentes das Instituições ditas de solidariedade social, conhecidas por Fundações e Instituições Publicas de Solidariedade Social, auferem vencimentos principescos.

Num País em dita crise econômica onde os cidadãos são sobrecarregados de impostos, os mais altos da Europa, o Estado “investe” dinheiros Públicos (307.000.00€) nos ditos “abrigos” em lugar de investir na educação e na prevenção.

Fica provado o que se tem vindo a denunciar.

12 de Janeiro de 2013 – Página 09 – “AL, dirigente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, garante o reforço de técnicos”

Tal “reforço” deve ser entendido como mais uma criação de lugares de emprego, digamos “TACHOS” para os “amigos.”
Que o distinto AL nos venha esclareça qual é o seu vencimento, quando ganham os ditos técnicos e qual a função da Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco.
É do meu conhecimento e da minha experiência que a Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco não tem qualquer utilidade pública.
O caso é simples e conta-se rapidamente.
Um menor com 08 anos pergunta ao seu progenitor: - Pai o que é pedofilia? O que é um “broche”?
O Pai responde: Quem te ensinou esses palavrões?
O menor responde: - Foi o “amigo” da minha mãe.
O “amigo” da mãe é designado pelo Tribunal de Família como “suposto companheiro”
Continuando com a “conversa” o menor vai confessando que o dito “amigo” da progenitora pernoita lá em casa, um T1, enquanto ele menor tem “um espaço” na sala para pernoitar.
Confessa que o suposto companheiro da progenitora o transporta para bairros degradados onde se consome e se trafica estupefacientes, diz-lhe que é uma criança sexy, que tem uma pila grande, que lhe tira fotografias e transfere para o seu PC, que um dia vai matar o seu pai, que o seu pai é um velho porco, nojento e que nunca mais morre, etc..
Nesse mesmo dia e aconselho do mandatário, o progenitor e o menor deslocaram-se à Comissão de Proteção de Menores e Jovens em Risco de Vila Nova de Gaia.
As senhoras “doutoras”, uma das quais falava um português do Brasil, elaboraram um relatório.
Tanto quanto é do conhecimento do progenitor, as senhoras “doutoras” convocaram a progenitora para uma “reunião”.
A progenitora recusou a intervenção porque é um direito que lhe assiste.
Pese embora os factos denunciados terem sidos dados como provados NÃO HOUVE LUGAR A INTERVENÇÃO DA COMISSÃO DE PROTEÇÃO DE MENORES E JOVENS EM RISCO, e o “caso” transitou para o Ministério Publico.
O progenitor, incomodado com a ineficácia das “autoridades” dirigiu-se ao Procurador, que afirmou perentoriamente: - “Senhor doutor se acontecer alguma coisa ao seu filho o senhor depois apresenta queixa.”
Textual e sem comentários.
O Tribunal de Família e Menores despacha: - As denuncias do progenitor são graves e de levar em conta pelo que se requere a intervenção da Segurança Social que deve deslocar-se ao local sem informar a progenitora.
Quer o progenitor, quer o seu mandatário nada sabem sobre a dita intervenção. Se teve ou não lugar e qual foi a conclusão.
A verdade dos factos é que o menor continua a assistir à atividade sexual da sua progenitor e do seu “suposto” companheiro, a ser ameaçado que lhe matam o pai e a pernoitar no dito espaço da sala de jantar.
SENHOR AL, PROPONHO-LHE QUE SE DIGNE ESCLARECER OS SEUS CONCIDADÃOS QUAIS AS FUNÇÕES E A FINALIDADE DAS COMISSÕES DE PROTEÇÃO E MENORES E JOVENS EM RISCO?

13 de Janeiro de 2013 – Página 07 – “Pobreza está na origem do aumento de casos de menores em situação de risco”

“Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco e outras instituições não conseguem responder a tudo”

“Comissões a colapsar com a falta de recursos”

Ora se a pobreza está na origem do aumento de casos de menores em situação de risco, a atitude mais correta e objetiva que deve ser implementada é terminar com a pobreza fomentando o trabalho e a riqueza que lhe advém.
Certamente que não é a criação de cargos e “tachos” a que pomposamente denominam de quadro técnicos que se fomenta a riqueza antes pelo contrário.
Quantos mais “tachos” maior a pobreza, mais “tachos” tem de ser criados e mais pobreza, numa espiral de um nunca mais acabar.

PORTUGAL É COMPARÁVEL AO BURKINA FASO, COM O DEVIDO RESPEITO PARA COM OS HABITANTES DO CITADO PAÍS.

UM PAÍS SEM JUSTIÇA, QUE NÃO CUIDA, NÃO DEFENDE, NEM TRATA AS SUAS CRIANÇAS É UM PAÍS SEM FUTURO.

POR TAIS RAZÕES É MEU DESEJO EMIGRAR NEM QUE SEJA PARA O BURKINA FASO.