quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

JUSTIÇA À MODA PORTUGUESA.

Um alegado ladrão, que se encontrava preso, numa prisão Portuguesa, por crimes praticados antes do que agora se descreve, não foi acusado, nem levado a Tribunal pela pratica de um crime de assalto a um posto de abastecimento de gasolina.
Este ultimo assalto foi abjecto de um processo que foi arquivado pelo Procurador do Ministério Publico com e nos seguintes fundamentos:

"OS RESPONSÁVEIS PELA PRISÃO NA QUAL O PRESUMIDO ASSALTANTE SE ENCONTRAVA, NUNCA DISPONIBILIZARAM UMA VIATURA PARA O TRANSPORTAR AO TRIBUNAL E ATÉ AO LOCAL ONDE SERIA REALIZADO UM RECONHECIMENTO PESSOAL NECESSÁRIO À CONTINUAÇÃO DO PROCESSO."

"FORAM REALIZADAS DILIGÊNCIAS NO SENTIDO DE SER FEITO O RECONHECIMENTO PESSOAL DO PESSOAL."

"APESAR DO LONGO ESPAÇO DE TEMPO DECORRIDO, NÃO FOI POSSÍVEL CONCRETIZAR A DILIGÊNCIA PORQUE O AGENTE DOS FACTOS SE ENCONTRA NO ESTABELECIMENTO PRISIONAL E TAL ESTABELECIMENTO NUNCA SE DISPONIBILIZOU A TRANSPORTAR O INDIVÍDUO EM CAUSA."

CONCLUINDO: 
UM INDIVÍDUO ESTÁ PRESO POR VÁRIOS ASSALTOS. HÁ UM PROCESSO DE OUTRO ASSALTO EM FASE DE INQUÉRITO. A CADEIA NÃO O TRANSPORTA AO TRIBUNAL E O PROCURADOR DA REPUBLICA ILIBA O ASSALTANTE.

DESCONHEÇO SE A HISTÓRIA É OU NÃO SURREALISTA MAS FOI PUBLICA NUM DOS JORNAIS MAIS LIDOS EM PORTUGAL.  

DIZ A VITIMA: QUE EM PORTUGAL SER CRIMINOSO COMPENSA.