domingo, 10 de novembro de 2013

OS ORGÃOS DE SOBERANIA PORTUGUESES . E OS JUÍZES

SEGUNDO A CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA PORTUGUESA A ORGANIZAÇÃO POLITICA EM PORTUGAL É CONSTITUÍDA POR QUATRO PODERES PARALELOS A QUE CHAMAM ÓRGÃOS DE SOBERANIA.
SÃO ELES:
A PRESIDENTE DA REPUBLICA.
O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA.
O GOVERNO.
OS TRIBUNAIS
O PRESIDENTE DA REPUBLICA É ELEITO POR SUFRÁGIO DIRETO, OU SEJA, É ELEITO PELOS SEUS CONCIDADÃOS ATRAVÉS DE ATOS ELEITORAIS E CONSEQUENTEMENTE POR VOTOS.
O GOVERNO E OS DEPUTADOS QUE COMPÕEM A ASSEMBLEIA DA REPUBLICA SÃO ELEITOS POR SUFRÁGIO AINDA QUE NÃO DIRETO PORQUE SÃO CANDIDATOS INDICADOS PELOS PARTIDOS POLÍTICOS.
DESTE SISTEMA RESULTA QUE OS INDIVÍDUOS QUE COMPÕEM O GOVERNO, ONDE SE INCLUI O PRIMEIRO MINISTRO, OS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MAIS NÃO SÃO QUE UMA CAMBADA DE SUBSERVIENTES QUE OBEDECEM ÀS DIRETRIZES IMANADAS DOS SEUS PARTIDOS POLÍTICOS. 
QUER O GOVERNO QUER OS DEPUTADOS  DA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA SÃO NOMEADOS PARA DEFENDER OS DIREITOS E INTERESSES PARTIDÁRIOS QUE MAIS NÃO SÃO QUE OS SEUS PRÓPRIOS INTERESSES. 
A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA É ELEITA PELOS DEPUTADOS.
NÃO SENDO ELEITA PELOS SEUS CONCIDADÃOS É DESCONHECIDA DOS MESMOS.
TEM POR FUNÇÃO REGULAR O FUNCIONAMENTO DA ASSEMBLEIA E DEFENDER OS INTERESSES DOS QUE A NOMEARAM PARA AS FUNÇÕES OU SEJA OS PARTIDOS POLÍTICOS.
ASSIM, CHEGAMOS À TRISTE CONCLUSÃO QUE O GOVERNO, OS DEPUTADOS, A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA EXISTEM PARA DEFESA DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CONSEQUENTEMENTE DOS INDIVÍDUOS QUE OS COMPÕEM .
FACILMENTE SE DEPREENDE DA CORRUPÇÃO EXISTENTE EM PORTUGAL. 
EM TODO O CASO TEMOS QUE ADMITIR QUE OS TRÊS PODERES ACIMA DESCRITOS SÓ SÃO PODER PORQUE FORAM A VOTOS. 
DESCONHECIDOS OU NÃO, SUBMETERAM-SE AOS ATOS ELEITORAIS E NOMEADOS SEGUNDO O NUMERO DE VOTOS QUE OS CIDADÃOS LHE CONFERIRAM.
O GOVERNO E OS DEPUTADOS PODEM A QUALQUER ALTURA DO SEU MANDATO SER DESTITUÍDOS, DEMITIDOS, RESPONSABILIZADOS E CONSTITUÍDOS ARGUIDOS EM FUNÇÃO DOS ATOS ILÍCITOS QUE TENHAM COMETIDO NO EXERCÍCIO DAS SUAS FUNÇÕES OU MESMO FORA DELAS. 

EM PORTUGAL NÃO EXISTE SINDICATO DO PRESIDENTE DA REPUBLICA, DE DEPUTADOS, OU DE PRIMEIROS, SEGUNDOS, VICE PRIMEIROS, MINISTROS.
NEM FARIA QUALQUER SENTIDO TAIS INDIVÍDUOS ESTAREM SINDICALIZADOS
ESTES ÓRGÃOS DE PODER, POR SEREM PODER, NÃO TEM DIREITO À GREVE COMO UM QUALQUER CIDADÃO.
SE TIVESSEM ESSE DIREITO SERIA RIDÍCULO ASSISTIR A QUE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, O PRIMEIRO MINISTRO, OS MINISTROS, OS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA A DECRETAREM UMA GREVE.

Os Tribunais.
Os tribunais são compostos por juízes e magistrados.
Estes senhores, após a licenciatura em Direito, concorrem ao Centro de Estudos Judiciários.
Quando aprovados são nomeados por concurso público para a magistratura ou para juízes. 
NÃO SE SUBMETERAM A ATOS ELEITORAIS, NÃO FORAM ELEITOS PELOS CIDADÃOS. LOGO, SÃO FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COM DEVERES E DIREITOS.
No entanto, é-lhes conferido um Poder e regalias superiores ao Presidência da República, ao Primeiro Ministro, aos Ministros, aos Deputados e ao Presidente da Assembleia da República.
São inamovíveis, não são responsabilizados, nem julgados pelos seus atos ainda que condenem inocentes ou demorem vinte anos para resolver um processo.
Aparecem nos Tribunais às horas quem muito bem entendem, não assinam a folham de ponto, adiam os julgamentos de forma arbitrária, por tempos indefinidos e sem qualquer fundamento.
Entre um não mais acabar de regalias sociais ainda tem direito a subsidio de 600,00€ para habitação.
Humilham, ameaçam, inibem a liberdade de expressão, impedem o exercício do direito de contradita, fazem uso e abuso da LIVRE CONVICÇÃO, enviam dezenas de cidadãos inocentes para a prisão, libertando, algumas vezes, comprovados criminosos.
DURANTE AS AUDIÊNCIAS AFIRMAM FREQUENTEMENTE QUE QUEM MANDA SÃO ELES E ATÉ OS ADVOGADOS LHES TÊM MEDO.  
Juízes e Magistrados que confundem EXERCÍCIO DE FUNÇÕES com o PODER DOS TRIBUNAIS.
Ora, se eles são PODER, com estatutos e regalias especiais é de difícil entendimento o facto de se encontrarem sindicalizados e "AMEAÇAREM COM UMA GREVE" se as suas "justas revindicações", dizem eles, não forem satisfeitas.
PRETENDEM SALÁRIOS MAIS ELEVADOS EM NOME DA ISENÇÃO E DA TRANSPARÊNCIA.
ISENÇÃO E TRANSPARÊNCIA QUE TENHO PROVAS PARA QUESTIONAR.
Quem revíndica maiores salários e regalias em nome da isenção e da transparência permite-nos duvidar se até ao presente têm atuado com isenção e transparência.  
Se os senhores juízes e magistrados tem direito ao sindicalismo e à greve, devem ser responsabilizados e demitidos das funções quando cometem erros grosseiros ou atuam com grave negligência no exercício das funções para as quais foram mandatados, como é normal em qualquer atividade profissional.
É que IGUAIS DIREITOS, IGUAIS DEVERES.