domingo, 3 de novembro de 2013

HISTÓRIAS MACABRAS DA JUSTIÇA PORTUGUESA

PRIMEIRO CASO.
Há um assalto.
A policia, neste caso a GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, manda parar os assaltantes que se colocam em fuga.
Um dos policias dispara para o ar e de seguida para os pneus do veículo dos assaltantes.
Um das balas bate no pavimento, desvia a trajectória e atinge um rapaz de 11 anos que viajava no mesmo veículo dos assaltantes.
Sabe-se que um dos assaltantes é o pai da criança que a utilizava nos assaltos.
O assaltante encontrava-se fugido da cadeia e já tinha sido condenado por três vezes.
O policia é acusado de homicídio. Julgado, condenado a 9 anos de cadeia. TOMEM NOTA - NOVE ANOS DE CADEIA, e ao pagamento de uma indemnização de 60.000,00€ à mãe do rapaz e de 20.000,00€ ao pai, ou seja ao assaltante.
CONCLUSÃO:
Em Portugal os assaltantes e fugitivos da Justiça são indemnizados. OS POLICIAS VÃO PARA A CADEIA.
Aconselha-se vivamente que os policiais deixem de intervir e que deixe de proteger os seus concidadãos, defenderem a Ordem, a Segurança, a Lei, e o Estado Democrático.
JUNTEM-SE AOS ASSALTANTES.

SEGUNDO CASO.
Trafico de Estupefacientes.
Um presumido traficante de cocaína, dirige-se ao aeroporto do Porto onde tenta levantar uma mala com 16 Kgs de cocaína.
Encontrava-se referenciado pela Policia Espanhola que pediu à Policia Judiciária Portuguesa para "controlar" os traficantes.
O dito traficante é preso e julgado por um colectivo de juízes que o absolvem com e nos seguintes fundamentos.
"Declararam a nulidade da "prova" na sua livre convicção de que a "prova" foi obtida através de acção encoberta organizada e levada a cabo pela Policia Judiciaria sem as imprescindíveis autorizações judiciais.
Quer isto dizer que os policias judiciários de encontravam infiltrados no grupo.
Para actuarem tinham de ter autorização do Tribunal, ou seja dos juízes.
Isto mais não traduz que uma GUERRA DE PODERES", Os juízes e magistrados do Ministério Público querem provar que se encontram acima da Policia Judiciaria.
Como não tenham argumentos nem fundamentos utilizam de forma descriminada e abusiva A LIVRE CONVICÇÃO, que lhe confere PODER ABSOLUTO e lhes permite absolver criminosos e condenar inocentes.
No fim do julgamento o meritíssimo juiz presidente explicou ao cidadão e cavalheiro que o absolvia por ERRO TÉCNICO" e NÃO por ser inocente.
Responsabilizou a Policia Judiciária pelo dito ERRO TÉCNICO,
A verdade dos factos é que o traficante foi absolvido e saiu do Tribunal em liberdade.
Desconhece-se o destino dos 16 Kgs de cocaína, não se sabendo se foram devolvidos aos traficantes, se ficou na posse da Policia Judiciaria ou se do juízes.
Os Policias da Judiciária tiveram muita sorte porque e à semelhança do caso anterior bem que podiam serem condenados a pena de prisão e a pagar uma indemnização ao senhor da mala que continha 16Kgs de coca.
Neste caso  a policia devia juntar-se aos traficantes e "ajudar" a comercializar a cocaína porque assim não eram humilhados e desautorizados pelos juízes e ainda ganhavam umas centenas elevadas de euros.

TERCEIRO CASO
Uma juíza desembargadora, do Tribunal da Relação, presidente da Cruz Vermelha, candidata do Partido Socialista à Câmara de Matosinhos, encontra-se a ser investigada por crimes de peculato e ter recebido 18 acórdãos, decisões do Tribunal, de uma advogada que prestava serviços e era ao mesmo tempo vice presidente da Cruz Vermelha.
Presume-se, se bem se entende, que a advogada fazia os acórdãos e a juíza desembargadora é que os relatava.
Resumindo, pode-se concluir que a advogada é que decidia extra judicialmente e a juíza só teria de confirmar oficialmente essas mesmas decisões.
SURREALISTA.

A JUSTIÇA PORTUGUESA É CREDÍVEL E ISENTA?