segunda-feira, 22 de julho de 2013

PRIAPISMO

O PRIAPISMO

Em termos médicos, priapismo é a persistência dolorosa da erecção não relacionada com a actividade sexual.
Pode estar associada à anemia das células falciformes, à leucemia granulocítica crónica, a lesões medulares ou em consequência dos efeitos laterais de fármacos.
É considerada como uma doença secundária à coagulação do sangue dentro da rede vascular do pénis.
Define-se como uma erecção forte, persistente e anormal.
Não sendo muito entendido em teologia e ou mitologia grega sabe-se que o termo provem de Priapo.
Priapo ou Priapus, era filho de Baco e de Vénus.
Na Grécia Antiga, Priapo foi deus dos jardins, das vinhas e das gerações.
Segundo reza a lenda, Priapo era um devasso libertino, que passava a vida a fecundar tudo quanto surgia na sua frente do tipo Berlusconi.
Indo mais longe, presumo haver muitas semelhanças de Priapo com a maioria dos políticos que "gerem" os Países da União Europeia, com o Banco Central Europeu, com o Fundo Monetário Internacional e com a comissão europeia que nos últimos dez anos, ás ordens dos alemães e da senhora Ângela, mais não têm feito que "fecundar" profundamente os cidadãos ditos Europeus.
Ainda há bem pouco tempo tivemos vários doentes que demonstrando uma virilidade exacerbada, de pénis em riste, de rompante e até com muita violência sodomizaram todos os seus concidadãos.
Decorridos quatro anos de tortura, os médicos concluíram que os ditos eram portadores da doença.
Foram submetidos a vários tratamentos, o último dos quais de choque.
O priapismo foi-se reduzindo e a erecção diminuindo. Esperamos que sejam demitidos das funções.
A moral da doença aplicada a esta história:
Em terra de bananas quem tem a maior não é o rei.
A erecção não é sinónimo da cabal função do órgão.
Também ficamos a saber que a erecção frequente não é sinónimo de virilidade e que até pode ser uma patologia muito grave.
O senhor primeiro ministro deve ter muito "cuidado" porque a sua virilidade pode ser sinónimo de doença e voltar a ser substituída pelos mercados económicos.
Não acreditem em boatos quanto ao vice e preparem-se para serem fecundados durante mais quatro anos caso não seja derrubado.