segunda-feira, 24 de junho de 2013

PEDOFILIA SILENCIADA

Não se pense que o silêncio sobre os casos de pedofilia, abusos ou ofensas sexuais sobre crianças é exclusivo das igrejas sejam ou não católicas.
Reconhece-se que quando há envolvimento das igrejas a comunicação social sem qualquer respeito, direito de privacidade das vitimas e dos hipotéticos criminosos empola de tal forma os acontecimentos, por vezes sem fundamento, que condena os intervenientes na Praça Pública.
Por outro lado, quando indivíduos isolados denunciam tais crimes que frequentemente envolvem os seus filhos ou familiares próximos, as instituições como as Comissões de Proteção de Menores, a Segurança Social, as Associações de Apoio às Vitimas, os Tribunais de Família e Menores, o Ministério Publico e a comunicação social encerram-se num mutismo atroz e vergonhoso.
Pior ainda é que os Tribunais de Família e o Ministério Publico não processam qualquer investigação nem delegam na Policia Judiciaria que é considerada uma das melhores instituições policiais do mundo, com os melhores recursos humanos, meios tecnológicos  para detetar os crimes de pedofilia, abuso e ofensas sexuais a menores.
Desde 2008, que um progenitor tem vindo a denunciar às entidades acima referenciadas que o seu filho é violentado psíquica, física e ofendido sexualmente por um energúmeno da pior espécie que inclusive está impedido juridicamente do convívio com a sua própria filha.
Desde 2008 que a progenitora do menor introduziu no seu próprio apartamento, um T1, o dito energúmeno, e que obriga a criança, ora com 12 anos, a conviver numa promiscuidade que não é saudável para o seu desenvolvimento  psíquico/afetivo, educacional e cultural.
O relatório da Segurança Social diz em despacho que "o menor tem um espaço na sala de jantar para pernoitar".
O Ministério Publico e o Tribunal de Família e Menores dizem que o progenitor se encontra movido pelo "ciume" e não encetam qualquer investigação ao REFERENCIADO ENERGÚMENO até um dia...
Depois à semelhança do que acontece frequentemente alegam "que não sabiam de nada" ou que "não nos chegou qualquer denuncia".
Esta é a justiça Portuguesa que se diz defender os direitos juridicamente protegidos das crianças.
"SÓ DIZ, MAS NÃO PROTEGE"