sábado, 18 de maio de 2013


EM NOME DOS DIREITOS JURIDICAMENTE PROTEGIDOS DAS CRIANÇAS VIOLA-SE E OFENDE-SE ESSES MESMOS DIREITOS.

Cumpre desde já esclarecer as mentes, mais perversas ou não, que não sou homofóbico, racista, machista, feminista, socialista, comunista, fascista ou outra coisa qualquer suscetível de interpretações ofensivas da dignidade de alguém ou da dignidade humana.
Respeito as opiniões de todos quantos queiram opinar, as opções, e o Direito à diferença, e o Direito que cabe a cada um independentemente do sexo, opção religiosa, ou politica.
A sexualidade de cada um é-me totalmente indiferente e por tal razão concordo em absoluto com o Direito da Igualdade de Género pese embora o facto de desconhecer em absoluto qual foi ou é o objeto da Lei e qual o Direito ou Direitos que o legislador pretendeu ou pretende defender.
Ao legislar-se sobre a igualdade de género logo se presume da existência de mais um ou seja o género feminino e masculino.
Ora entendo haver aqui uma grande confusão porque sendo os géneros diferentes não se pode atribuir uma igualdade ao que na sua essência anatómica e funcional é diferente.
Assim como não se pode dizer que o amarelo é igual ao vermelho também, não posso afirmar que um pénis é igual a uma vagina.
Como as cores, as funções para as quais estes dois órgãos foram criados são de forma evidente diferentes embora os objetivos a atingir sejam os mesmos ou seja a reprodução e a continuidade da espécie.
No entanto e sobre a igualdade de Direitos em termos legais não me subsiste qualquer dúvida.

PORTUGAL E A CRISE.
Portugal é um país gerido por imbecis provenientes das juventudes partidárias que nunca fizeram nada pela vida.
A crise portuguesa é endêmica, a justiça e a saúde não funcionam, um milhão de desempregados, sobrecarga de impostos, subtração de direitos e regalias conquistadas há 39 anos, crianças a passar fome, o Estado não cumpre nem assume com os seus compromissos quer para com os seus concidadãos quer para com os seus credores o que só por si limita os Direitos dos cidadãos e por inerência os Direitos Juridicamente Protegidos das crianças e dos idosos.
Entretanto os políticos distraem-se em passeios por esse mundo fora com o falso argumento de que estão a atrair investidores, com o futebol e com os Direitos de Igualdade de Género dos homossexuais.
Sexta-feira dias 17.05.2013 reparem num fim-de-semana, na Assembleia da Republica Portuguesa, constituída por 230 deputados, que eles entendem por diminutos, 99 votaram a favor do Direito dos homossexuais à adoção de crianças.
94, deputados votaram contra, 15 abstiveram-se e 22 nem aparecerem na Assembleia.
Cabe desde já perguntar por que razão é que os cidadãos portugueses têm de sustentar deputados (22) que faltam, não cumprem com as suas obrigações, não representam nem defendem os Direitos para os quais foram mandatados através das eleições.
Como pode uma Lei ser Lei quando obteve menos de 50% dos votos e por tal razão não representa a vontade da maioria.
Num país em recessão e em crise muito grave pergunta-se qual a oportunidade de discutir e aprovar uma Lei sobre a adoções quando há assuntos e decisões muito mais importantes para serem discutidas e aprovadas. 

A HOMOSSEXUALIDADE E O DIREITO DE ODOÇÃO.

Como antes subscrevo, nada me move contra a homossexualidade.
Cada um deve fazer o que bem entender com o seu sexo, introduzi-lo onde bem lhe apetecer ou nele introduzir o que encontrar por mais conveniente ou lhe der maior prazer.
Como médico é-me permitido tecer considerando sobre teorias de deformação no desenvolvimento da personalidade ou até sobre doenças de foro psiquiátrico mas por razões éticas e porque não cabe neste contexto discutir assuntos de cariz cientifico limito-me só a questões anatómicas e funções dos órgãos.
Vagina é vagina! Que tem por função a receção de um Pénis.
Pénis é pénis! Que tem por função a excreção de urina, esperma e o objetivo de ser introduzido na vagina como garante da reprodução.
No entanto, o pénis pode ser introduzido onde cada um dos seus proprietários mais lhe aprouver e claro está se os outros o consentirem.
O ânus serve para excretar fezes! Digo excretar não introduzir.
Certamente que não entra na mente do comum dos mortais atribuir ao coração as funções pulmonares, nem ao fígado as funções intestinais porque cada órgão desempenha uma atividade garante da sobrevivência do organismo.
A introdução no ânus de objetos estranhos pode provocar lesões gravíssimas no esfíncter com consequências catastróficas como as incontinências fecais.
É bom recordar o caso dos alunos da Casa Pia que após sofreram violações anais ficaram com incontinência fecal e com lesões da ampola retal.

AS CRIANÇAS, OS HOMOSSEXUAIS E A ADOÇÃO.
É uma falácia afirmar-se que o direito de adoção dos homossexuais tem por objetivo garantir os Direitos Juridicamente Protegidos das Crianças.
Foram os homossexuais que “lutaram” para que esse Direito lhes fosse conferido e não as crianças.
As crianças que vierem a ser adotadas por homossexuais não foram nem são “ouvidas nem achadas” neste processo como é natural.
Tão natural porque se desconhece quais as crianças que irão ser adotadas e ainda porque são crianças.
Portanto, o Direito de adoção de crianças conferido aos homossexuais não defende nem confere qualquer Direito às crianças.
As crianças adotadas por homossexuais encontram-se na presença de um facto consumado e juridicamente obrigadas a conviver e a desenvolver a sua personalidade num meio adverso senão “estranho” que legalmente lhes é imposto.
A questão que os homossexuais e os “palhaços” dos legisladores esquecem é que essas crianças vão atingir a idade adulta. Na formação da sua personalidade vão desenvolver mecanismos de crítica e de defesa em função do meio cultural em que viveram as suas experiências.
Dois caminhos vão seguir:
O da homossexualidade, que será o mais normal em função da “exemplar convivência” com os seu “progenitores” homossexuais.
O da heterossexualidade, que será certamente o menos frequente.
Mas pior ainda é que as crianças que convivem com homossexuais masculinos correm o risco de serem utilizados como objetos sexuais, violadas e expostas nas redes informáticas de pedofilia.
Na minha modesta opinião, quando estas crianças atingirem a idade adulta serão também elas homossexuais, predadores sexuais ou violadores porque entendem que é norma ser-se homossexual e portanto os outros tem de aceitar e colaborar com a sua homossexualidade, já que e em caso contrário podem ser acusados de homofóbicos.
Deixo desde já explicito que se algum homossexual tentar violar a minha heterossexualidade será repelido com todas as armas de defesa que tiver ao meu alcance.

NARRATIVAS VERIDICAS.
Aquela criança ficou órfã de pai aos 11 anos de idade.
Num dia soalheiro de Maio passeava-se com outras crianças da sua idade junto da marginal do Rio Douro.
Delas se aproximou um individuo de cerca de 40 anos, condutor de um camião que fazia transporte de sacos de bacalhau para a seca que se situava onde hoje é o Parque da Cidade do Porto, que naquele tempo e segundo se consta era um local pouco frequentado.
Oferecendo “rebuçados” às crianças perguntou-lhes se queriam ir com ele até à dita seca onde se estendia o bacalhau.
Os que tinham ido recusaram porque já sabiam o que lhes podia acontecer. Acontecimentos que por vergonha e ofendidos na sua dignidade nunca revelaram.
Os que nunca foram aceitaram. Claro está que foram violentados e abusados sexualmente.
Ora, tanto quanto me é dado conhecer o dito individuo não era só pedófilo como e também homossexual porque segundo descrições gostava de fazer sexo oral e que lhe introduzissem o pénis no ânus.
Desconheço se alguma daquelas crianças se tornaram pedófilos e ou homossexuais.
Outra criança, “menino do coro” na Igreja da Lapa, no Porto, foi seduzido e convidado por um padre italiano, grande músico e organista de música sacra, que a convidou para aprender a tocar piano.
Durante os “ensaios” o dito padre começa por “acariciar” as coxas e o pénis da criança. O “caso” ficado limitado aquele episódio porque o menino narrou os factos aos seus pais que o proibiram de frequentar as aulas de piano antes que elas se transformassem em aulas de homossexualidade.
Certo dia pelas 08,30 h, dirigia-me para o meu local de trabalho, utilizando um transporte público, quando o individuo que se sentava ao meu lado me joga as mãos ao pénis.
Cinicamente, durante a viagem, consenti as “caricias” pese embora o facto de não me estimularem porque para além de se tratar de um homossexual tinha as mãos muito “grossas e calejadas.”
Próximo da paragem de destino, junto do Pavilhão Rosa Mota, voltei-me para o “Paneleiro” que no Porto designa o homossexual, sorrindo disse-lhe:
Meu caro amigo “despache-se porque tenho de sair na próxima paragem”!
O homossexual não reagiu.
Uma criança de dois anos é adotada por um casal de homossexuais.
Vai crescendo naquele meio cultural de indefinição sexual.
Após os 6 anos inicia um processo de perceção das coisas que o rodeiam onde se inclui a sexualidade e os órgãos genitais.
A criança tem por pai o Pedro e por mãe o Pedrinho, sem ofensa para os Pedros deste e doutros Países.
Através dos meios audiovisuais observa o acasalar dos animais ditos “irracionais” e as fêmeas a parirem num processo reprodutivo.
A criança pergunta ao Pedrinho:
Mãe como me tiveste? Como é que eu nasci?
Resposta mais que provável do Pedrinho mãe da criança:
Foi a cegonha que te trouxe!
Se for ordinário dirá à criança que nasceu pelo ânus?
Depois a criança entra na escola e quando lhe perguntam com se chama a mãe ela responde: PEDRINHO!
Como se chama o teu pai? A criança responde PEDRO!
Dirá a professora e os outros alunos: Que “coisa” mais esquisita!
Faz-me lembrar a anedota do Agostinho.
No primeiro dia de aulas a professora pergunta a um menino como era o seu nome, ele responde: Joãozinho!
A professora diz: JOAZINHO é lá em casa, aqui és JOÃO!
Depois a professora pergunta a outro e a mais outro até que chega a um e pergunta: Como te chamas? A criança responde: AGOSTO!
A professora diz: AGOSTO? Que raio de nome! Quem te pós tal nome? A criança responde:
Sabe senhora professora é que lá em casa eu sou AGOSTINHO.
De facto Portugal é um País de INHOS…
QUEM PORTEGE AS NOSSAS CRIANÇAS?
Portugal não vive só uma crise económica.
Portugal está mergulhado numa crise ética, moral, educacional, cultural, judicial e social.
TENHO UMA VONTADE INCONTROLÁVEL DE EMIGRAR.