segunda-feira, 20 de maio de 2013


A ADOÇÃO DE CRIANÇAS POR HOMOSSEXUAIS.
A PROPOSITO DE UMA LEIA APROVADA NO PASSADO DIA 17 DE MAIO PELA ASSEMBLEIA D REPUBLICA PORTUGUESA.

Após “provocações” algumas até injuriosas que no entanto entendo por salutares porque se podem traduzir em “discussão” decide consultar alguns dos meus apontamentos e livros de psiquiatria e transcrever sobre alguns dos comportamentos sexuais.
QUERO DESDE JÁ CHAMAR A ATENÇÃO DOS LEITORES QUE O QUE TRANSCREVO SÃO EXTRATOS DE ESTUDOS CLÍNICOS E OPINIÕES DE MÉDICOS PSIQUIÁTRICAS.
OPINIÕES QUE ME SERVIRAM DE ESTUDO, ADOTEI E SUBSCREVO.
QUEM NÃO ACEITAR SEMPRE TEM A OPORTUNIDADE DE CRITICAR E APRESENTAR ESTUDOS MAIS ATUALIZADOS E OU MAIS BEM FUNDAMENTADOS.  
Do que me foi ensinado e aprendi os impulsos sexuais biológicos são dirigidos a um objeto heterossexual.
Não faz parte da minha experiencia clinica, sou ginecologista/obstetra, e como tal não me é permitido afirmar que uma segregação (rejeição) pelo sexo oposto possa despoletar num heterossexual a procura de satisfação sexual por meio de perversões que podem ser consideradas como desvios sexuais.
É opinião generalizada que o termo perverso sexual devia limitar-se aos indivíduos cujo impulso sexual sofreu um desvio de sua maturação, permanecendo imaturos e ou desencadeado por transtornos nas etapas do desenvolvimento da sua personalidade.
Os desvios de maturação ou no desenvolvimento referem-se à parte psicossexual e não à anatomia ou fisiologia dos órgãos genitais.
A maturação psicossexual pode retardar a maturação biológica ou bloqueá-la até ao ponto dos impulsos heterossexuais não amadurecerem.
Assim presume-se que a satisfação dos impulsos sexuais podem ser satisfeitos através do voyeurismo, exibicionismo, homossexualidade, rapto, pedofilia, masoquismo, sadismo e outros meios.
SE O MEIO FAMILIAR, SOCIAL, CULTURAL, NÃO É FAVORÁVEL A UM DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL MADURO E SAUDÁVEL, O IMPULSO DIRIGIDO A UMA HETEROSSEXUALIDADE MADURA PODE SER BLOQUEADO OU DESVIADO.
PRESUME-SE que uma criança intimamente ligada à sua mãe, privado de uma associação intima com o seu pai durante o desenvolvimento da sua personalidade e maturidade estará propenso à homossexualidade como forma preferida de gratificação sexual na vida adulta.
Existem estudos laboratoriais, clínicos que referem que o desenvolvimento heterossexual eficaz nos seres humanos e nos animais depende dos contatos contínuos com membros de ambos os sexos durante todo o processo de desenvolvimento da personalidade
PRESUME-SE QUE A TAREFA DE DESENVOLVIMENTO DA ESPECIE HUMANA É ESTABELECER A IDENTIDADE DO GÊNERO. Os determinantes primários desta identidade são o psicológico.
Os pesquisadores na área de desenvolvimento sexual referem como identidade de gênero a designação do individuo como homem ou mulher.
É dentro de um quadro de identificação de menino ou menina, homem ou mulher que o processo primário de desenvolvimento é crucial.
A atribuição do gênero é o resultado das atitudes dos pais antes e após o nascimento e das transações a que a criança está exposta em relação às subsequentes fantasias, expetativas e desejos.
Mesmo quando a identidade nuclear do gênero está bem definida e as transações parentais ocorrem sem ambiguidade, o individuo pode apresentar alterações no seu desenvolvimento sexual.
A entidade nuclear é fixada numa fase precoce da vida mas as funções do gênero podem evoluir com o tempo por influência e atitudes dos pais ou de terceiros.
A identidade do gênero que determina a gama de comportamentos sexuais desenvolve-se através do fluxo constante das experiências pessoais de vida.
No entanto, a sua expressão pode sofrer constrangimento pela rigidez da estrutura da personalidade.
O termo homossexual é usado para indicar uma alteração da personalidade cujo modelo da expressão sexual predominante é com o membro dos mesmo sexo.
A expressão sexual predominante é heterossexual embora ocasional e ou acidentalmente alguns jovens e adultos tenham contatos homossexuais.
Os contatos acidentais podem surgir quando o individuo é privado de contatos heterossexuais, em orgias ou em situações de permissão da homossexualidade.
Alguns homossexuais têm uma vida exclusivamente homossexual gratificante enquanto outros não atingem a plenitude da satisfação. De resto, o mesmo acontece com os heterossexuais.
As personificações feministas em indivíduos masculinos, ou machistas em femininos podem ser observadas em grupos de homossexuais.
Em ambos podem existir indivíduos estúpidos, isolados, anti - sociais, ressentidos, que nunca tiveram uma relação amorosa.
Outros há cujo comportamento homossexual pode traduzir uma perturbação psicótica grave.
Há homossexuais em que o desenvolvimento da sua personalidade e a função do seu ego parecem ser intatos permitindo-lhes uma conduta social eficiente e construtiva.
Outros têm dificuldade em reconciliar impulsos, manifestam um relacionamento maternal ambivalente e com frequência são provenientes de lares desfeitos e ou de famílias desestruturadas.
Alguns autores argumentam, estudos clínicos mostram que o comportamento homossexual tem na sua origem uma imaturidade psicossexual.
Num desenvolvimento psicossocial saudável, a criança tem de se identificar com a figura paterna e materna ou em outros membros que os substituam.
Quando a criança sente a ausência, indiferença, teme, odeia ou menospreza o seu pai ou a sua mãe, ou é induzido para que o faça, como acontece no SÍNDROME DE ALIENAÇÃO PARENTAL, a ligação e a fixação em um dos progenitores é mais favorecida e mais intensa podendo desencadear uma identificação materna ou paterna.
O futuro homossexual do sexo masculino tem uma ligação intensa com o lado materno que o leva a identificar-se com a mãe.
A fixação e identificação da criança com a sua mãe, como pessoa dominante pode desencadear processos comportamentais em que e na presença dos seus companheiros sexuais se sinta como sendo do sexo oposto.
A hostilidade reprimida contra a mãe, o medo do incesto, a ameaça da perda da relação maternal que possa advir dos contatos com mulheres reforça o medo, a castração, os ressentimentos contra as mulheres.
A relação homossexual também se pode expressar em hostilidade em relação aos homens.
Presume-se que alguns casos de homossexualidade masculina aparecem quando a criança perdeu precocemente o contato com mulheres e passou a ser educado com homens.
Neste caso fica privado da experiência de contato heterossexual e também passa a temer as mulheres.
A homossexualidade feminina é menos estudada.
Algumas pesquisas sobre comportamento sexual feminino indicam que mais de 35% das mulheres das sociedades ocidentais relataram terem contato homossexual.
A grande maioria das mulheres homossexuais ligaram-se emocionalmente a outras mulheres antes dos 14 anos e tiveram o seu primeiro contato homossexual antes dos 20 anos.
Em geral as lésbicas diferem das mulheres heterossexuais por histórias de exposição a temperamentos abusivos e alcoolismo, desenvolvimento de indiferença em relação aos homens, carência de relações gratificantes com terceiros e solidão.
Muitas são propensas à depressão com fortes tendências suicidas.
A PEDOFILIA manifesta-se por um interesse sexual patológico por crianças e é considerada como uma variante da homossexualidade na qual os impulsos homossexuais são dirigidos para as crianças.
Uma outra explicação do comportamento pedófilo refere que o individuou atua em consequência de um desenvolvimento psicossexual imaturo devido ao medo e a dúvidas quanto a si mesmo.
Em consequência desses sentimentos, o individuo sente-se rejeitado, e fracassado no seu comportamento heterossexual adulto e a sua expressão sexual é manifestada nas crianças.
Essa expressão pode representar o desejo que tinha quando criança em relação a si próprio, a uma escolha narcisista ou ao seu inverso que o leva à agressão, ou à violência sobre a criança seduzida.
Certos pedófilos também manifestam voyeurismo, exibicionismo e homossexualidade.
PORTANTO MEUS CAROS AMIGOS PENSO QUE ESCLAREÇO ALGUMAS MENTES PERVERSAS QUE ME ADJETIVARAM DE MALDIZENTE DE HOMOSSEXUAIS E DE HOMOFÓBICO.
ABRAÇO