quinta-feira, 16 de março de 2017

AEROPORTO CRISTIANO RONALDO?

AEROPORTO CRISTIANO RONALDO?
Num dia de suprema inspiração, o Exmo. Senhor Miguel Albuquerque que se diz presidente do Governo Regional da Madeira, lembrou-se de alterar o nome do aeroporto da Madeira para aeroporto Cristiano Ronaldo, o que se entende por uma justa e singela homenagem ao craque de pontapés numa bola considerados feitos gloriosos que honram a história da Nação.
Desde que sepultaram, no Panteão Nacional de Portugal uma fadista e um jogador de futebol, já nada surpreende.
Por acaso até gosto de “rapaz”, mas atribuir o seu nome a um aeroporto não lembra nem ao diabo.
Conversa de balcão num aeroporto internacional.
Viajante. Um bilhete para o Funchal, por favor.
Assistente. Desculpe, mas não temos! Só se for para o Cristiano Ronaldo.
Viajante. OK! Saio na Ilha da Madeira?
Assistente. Claro!
Já dentro da aeronave e na aproximação à Ilha da Madeira, o piloto anuncia.
Atenção senhores passageiros, é favor apertarem os cintos! Vamos aterrar no Cristiano Ronaldo!
Uns ficam perplexos, outros batem palmas à semelhança de quando era difícil aterrar no aeroporto do Funchal devido ao cumprimento reduzido da pista de aterragem.
Simplesmente ridículo.
Confesso que tenho dificuldade em entender a obsessão do Exmo. Senhor Presidente do Governo Regional da Madeira porquanto tem à sua disposição figuras publicas, que prestaram elevados serviços à Nação e por isso muito mais relevantes e dignos de figurarem em nomes de aeroportos portugueses, como por exemplo.
Aeroporto Cavaco Silva, Aeroporto José Sócrates, Aeroporto Ricardo Salgado, Aeroporto Hélder Bataglia, Aeroporto Henrique Granadeiro, Aeroporto Zeinal Bava, Aeroporto João Serra, Aeroporto Rui Mão de Ferro, Aeroporto Carlos Santos Silva, Aeroporto Armando Vara, Aeroporto Joaquim Barroca, Aeroporto Lalanda e Castro, Aeroporto Duarte Lima, Aeroporto Paulo Núncio, Aeroporto Dias Loureiro e outros difícil de enumerar.

De facto Portugal é um País de Políticos com mentes brilhantes.

domingo, 5 de março de 2017

FODÍMETRO (FUCK imetro)

FODÍMETRO (FUCK imetro)
60% dos políticos portugueses são atrasados mentais, aculturais, não credíveis, mas fodem os seus concidadãos a torto e a direito.
Para distração dos seus concidadãos discutem e pretendem elaborar leis caricatas e imbecis, encobrindo assuntos importantes como as burlas dos banqueiros, de secretários de estado e até ministros.
Actualmente está em discussão a eutanásia e a prostituição.  
Dizem eles que a prostituição deve ser regulamentada.
Facilmente se entende que a Lei a ser aprovada não vai defender os interesses das prostitutas porque tem por objectivo a tributação.
Presume-se que inventarão um seguro de responsabilidade civil e um FODIMETRO, (fuckimetros) medidor de fodas semelhante aos taxímetros, que será aplicado em cada vagina de todas a mulheres que exercem actividade profissional de elevado risco como é a prostituição.
Ainda discutem Arnald Trump.



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

OS HOMICIDAS DA PERSONALIDADE


O homicídio não é exclusivamente físico
A personalidade é inata, caracteriza cada ser humano e de per si diferencia-o dos restantes animais.
Destruir ou impedir o desenvolvimento da personalidade conduz
inexoravelmente  à destruição da vida.
Assim agem alguns Tribunais de Família e Menores em Portugal

 
 

domingo, 26 de fevereiro de 2017

AS CONDECORAÇÕES E OS CONDECORADOS PORTUGUESES
Em defesa da Independência, honra e dignidade, tempos houve em que os jovens portugueses foram solicitados para combater pela e em nome da Pátria.
Aquele jovem, então com 18 anos, alistou-se como voluntário na Força Aérea Portuguesa onde cumpriu 36 meses de serviço militar.
Após nove meses de instrução militar violenta, ficou preparado para o combate ou no mínimo para matar antes de ser morto.
Como tantos outros jovens dessa altura foi enviado para a guerra no Norte de Angola, onde durante vinte seis meses era suposto combater.
Antes de regressarem à vida civil todos os combatentes eram condecorados com a medalhada de prata comemorativa das campanhas militares em África.
Embora a condecoração conste dos currículos militar a verdade é que a medalha nunca foi imposta com honras militares como é obrigação da Instituição.
Presume-se que tal se deve ao facto do valor elevado da prata.
Há cerca de 20 anos a esta parte a Nação confere condecorações indiscriminadamente por feitos “gloriosos” a indivíduos que nunca combateram, mas que se distinguem nas mais variadas áreas da sociedade portuguesa nomeadamente na corrupção, fraude, lavagem de capitais e fugas fiscais, aos quais e por vezes a conferido o titulo de comendador.
Zeinal Bava, ex. administrador do Grupo Portugal Telecom foi condecorado pelo anterior Presidente da República Portuguesa, com pompa e circunstância, por feitos económicos “gloriosos,” não militares, prestados ao serviço da Nação.
Hoje, 25.02.2017, o “herói” foi constituído arguido por suspeita de fraude, corrupção, participação em negócio ilícito, que lesaram o País em milhões de euros.
Não se duvida que a “justiça” portuguesa irá funcionar e que no prazo mínimo de 100 anos os suspeitos da pratica de ilícitos serão certamente ilibados ou condenados.
RIDÍCULO!!!!


  

A RESPONSABILIDADE POLITICA DOS CRIMES FISCAIS EM PORTUGAL

A RESPONSABILIDADE POLITICA DOS CRIMES FISCAIS EM PORTUGAL
O senhor Paulo Núncio, ex. secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo de coligação Partido Social Democrata/Centro Democrático Social, durante quatro anos exerceu uma vontade mórbida de extorquir, através dos impostos, dinheiro aos portugueses para satisfazer os mercados económicos, atirando milhares de famílias para a miséria social e sopa dos pobres.
Durante o mandato do senhor Paulo Núncio foram desviados para offshores DEZ MIL MILHÕES DE EUROS o que constitui fraude e fuga fiscal. 
É de domínio público que quadros superiores da Autoridade Tributária e Aduaneira (ATA) esconderam e assim permitiram tais crimes fiscais.
Se esconderam é porque bem sabiam que tais actividades eram ilícitas.
Conhecendo que colaboravam em actividades ilícitas permite-nos presumir da existência de corrupção e participação económica em acto ilícito.
Importando saber-se quais as contrapartidas e que benefícios lhes trouxeram.
Após a denuncia e os crimes terem sido publicados na comunicação social o senhor Paulo Núncio e os tais quadros superiores, que exerciam, ou exercem, a sua actividades de funcionários públicos deviam, ou devem ser investigados pelo Ministério Público.
Entretanto, o senhor Paulo Núncio vem declarar que assume a responsabilidade politica pela prática de actos ilícitos.
A sociedade portuguesa rege-se por Leis que se encontram expressas nos códigos (CÓDIGO CIVIL E PROCESSO DO CÓDIGO CIVIL, CÓDIGO PENAL E PROCESSO DO CÓDIGO PENAL, CÓDIGO FISCAL E PROCESSO TRIBUTÁRIO, CÓDIGO DO TRABALHO, CÓDIGO DE ESTRADA, citando apenas os mais comuns e do conhecimento da maioria dos portugueses), pelo que é de difícil deglutição, para o português minimamente pensante, entender do que se trata e como se assume responsabilidade politica.
Cabe demandar ao senhor Paulo Núncio e às autoridades Judiciais, em especial à Autoridade Tributária, da existência de um código especial que ilibe ou puna a responsabilidade política.
O senhor Paulo Núncio e os quadros superiores da Autoridade Tributária assumem que encobriram actividades económicas ilícitas no valor de DEZ MIL MILHÕES DE EUROS que lesaram o erário público.
Independentemente da responsabilidade politica que lhes caiba, o senhor Paulo Núncio e os quadros superiores da Autoridade Tributária devem ser investigados e indiciados pela prática de encobrimento de actividades económicas ilícitas, fraude fiscal e fugas aos impostos.
Sendo dado adquirido que a responsabilidade politica iliba actos considerados ilícitos e lesivos do interesse publico presume-se que todos os políticos podem ser ilibados das praticas ilícitas que exerceram durante os seus mandatos.
Ora, o exposto faz-nos pensar no homem que devia 100.00€ de portagens, a quem a Autoridade Tributária e Aduaneira, do senhor Paulo Núncio, penhorou ilicitamente um vencimento de 460.00€, deixando o “desgraçado” sem dinheiro para sustentar a família.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

MORTE FETAL INTRA UTERINA UM CASO HOSPITALAR QUE JÁ NÃO É CASO, MAS UM DESCOLAMENTO DA PLACENTA.

MORTE FETAL INTRA UTERINA UM CASO HOSPITALAR QUE JÁ NÃO É CASO, MAS UM DESCOLAMENTO DA PLACENTA.
Após ser do conhecimento público que a morte fetal intrauterina hospitalar foi em consequência do descolamento da placenta, era espectável que a comunicação social desse a mesma relevância publicitaria semelhante ao que se propôs denunciar, durante três dias, fundamentada unicamente nas queixas da suposta vitima e de um hipotético erro ou negligencia médica que denegriu a imagem de uma instituição e dos profissionais que exercem a sua actividade.
Não o fez, o que traduz bem a qualidade da comunicação social existente em Portugal.
O descolamento da placenta pode ter lugar em qualquer altura da evolução do parto e aumenta com a idade materna sendo elevada entre os 39 e 40 anos.
Anomalias morfológica da placenta, inserção anômala como placenta acreta, placenta prévia total, marginal, parcial ou de baixa inserção podem conduzir a hemorragia durante a gravidez.
Circunstâncias clinicas como fetos grandes, útero previamente cicatrizados por intervenções cirúrgicas anteriores, doença materna como hipertensão arterial, doenças do sangue, miomas uterinos, tabagismo, são causas de hemorragia durante a gravidez que podem ou não ser causa de descolamentos.
Os descolamentos da placenta podem ser totais ou parciais, não havendo times pré-definidos para salvar o bebé.
Havendo suspeita de descolamento da placenta com ou sem hemorragia detectado durante o evoluir da gravidez existem critérios para parto por cesariana após as 36 S, Excluindo-se casos mais graves que possam determinar a extracção do feto antes das 36 S.
Numa gravidez que decorreu normalmente do ponto de vista clinico e ecográfico, mas de repente a gestante apresenta-se com hemorragia, podemos suspeitar de um descolamento total da placenta. Aí temos de equilibrar hemo dinamicamente a gestante para não corrermos o risco de perder mãe e filho.  
Num dos mecanismos de descolamento da placenta havendo hemorragia, o sangue insinua-se entre as membranas e o útero, fluindo até ao exterior pelo canal cervical e vagina. HEMORRAGIA EXTERNA.
Outro dos mecanismos e menos frequente, o sangue fica retido entre a placenta e as paredes uterinas provocando um hematoma e não flui para o exterior. HEMORRAGIA OCULTA.  
A gestante recorre aos serviços médicos queixando-se de perdas hemáticas vaginais, mas por vezes é um achado ecográfico, embora os descolamentos recentes possam apresentar uma imagem ecográfica idêntica a uma placenta normal.
Dependendo da idade gestacional, do grau de maturidade e viabilidade fetal, a atitude médica é expectante ou cirúrgica.
Presumindo-se que é tecnicamente impossível todas as grávidas serem portadoras de um ecógrafo, a frequência com que se faz o diagnóstico é variável devido aos diferentes critérios de vigilância utilizados, e por isso entendo que o exame ecográfico mensal é necessário.
A taxa de mortalidade fetal é bastante elevada e em caso de sobrevivência pode apresentar e ficar com sequelas neurológicas irreversíveis.
Do exposto resulta que é mandatório para a boa decisão da causa, saber-se da evolução desta gravidez, excluir patologias maternas, paternas, fetais suscetíveis de desencadear a morte fetal.
Saber-se das más formações uterinas, cirurgias anteriores ou miomas uterinos.
Saber-se das inserções e patologias placentares.
Por fim responsabilizar quem deve se responsabilizado porque todos temos Direitos, em especial Direito à Honra, ao Bom Nome, à Dignidade Pessoal e à Dignidade Profissional que a todo o custo é nossa obrigação pessoal e de classe profissional defender.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

MORTE FETAL INTRAUTERINA - UM CASO DO HOSPITALAR

MORTE FETAL INTRAUTERINA
UM CASO HOSPITALAR
Inúmeras são as causas de mortes fetais intrauterinas (MF) sem que os obstetras delas tomem conhecimento antecipado durante o evoluir da gestação.
No caso de uma denuncia publicitada pela comunicação social portuguesa algumas questões se colocam.
Qual a patologia materna ou paterna que implicou Procriação Medicamente Assistida (PAM)?
Porque motivo a gestante foi submetida a PAM, e a vigilância clinica num Hospital, tendo recorrido posteriormente e às 37 semanas a um outro?
Quais as razões, supostamente patológicas que determinavam que fosse submetida a cardiotocografia, (CTG), método de avaliação do bem-estar fetal de 3 em 3 dias?
Que critérios clínicos determinavam uma cesariana programada às 36/37, semanas de gravidez?
Patologia materna? Patologia fetal? Patologia Placentar? E daí as hemorragias?
Cientificamente sabe-se que a cardiotocografia, a ecografia obstétrica, e a auscultação dos ruídos cardíacos fetais não são exames específicos tradutores de patologias fetais, nem 100% fidedignos ou sinónimos de bem-estar fetal.
É do conhecimento clinico que, dependendo do auditor, muitas vezes se presume da audição dos supostos batimentos cardíacos fetais quando na verdade se escuta e confunde com batimentos cardíaco maternos.
Medico legalmente não é da competência das maternidades, hospitalares ou não, determinar que um nado morto seja submetido a autopsia.
Aquando do nascimento de um nado morto, com peso igual ou superior a 500gr, sem patologia previa que justifique clinicamente a sua morte, é reportado ao Ministério Público que determina ou dispensa a autopsia.
Á semelhança, todas as mortes, (fetos, crianças, adulto) de causa desconhecida, ou violentas, são reportadas ao Ministério Público que determina ou dispensa a autopsia do cadáver e só depois disso é que o médico emite a certidão de óbito.
É, ou era, da competência do distinto Delegado do Procurador da República assistir à autopsia e não aos agentes da Policia Judiciária.
É dever ético, ou devia ser, da comunicação social ouvir as partes, ou após a conclusão das investigações, antes de publicitar “casos” delatados quase sempre por uma suposta vítima.
Tal comportamento serve para denegrir a imagem das instituições, dos seus profissionais e desencadear climas de suspeição na opinião pública, o que é grave.
Mais grave se torna quando estão envolvidas instituições que cuidam ou é suposto cuidar da saúde e bem-estar dos cidadãos.

Presumindo-se que, ou se venha a concluir, que a denuncia é desprovida de fundamento, cabe perguntar ao denunciante e à comunicação social se têm a noção que podem ser processados por crime de denuncia caluniosa e difamação, p.p. nos artigos 180º; 181º; 182º; 183º e 365º do CP.