sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, CONSAGRADA NA CONSTITUIÇÃO DE REPUBLICA PORTUGUESA É UMA FALÁCIA.

A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, CONSAGRADA NA CONSTITUIÇÃO DE REPUBLICA PORTUGUESA É UMA FALÁCIA.
Contrariamente ao que se pensa Portugal não é um Estado de Direito, mas antes um Estado Judicial, que não se deve confundir com policial, onde nidificam e proliferam os corruptos, prepotentes, imbecis e alguns doentes de foro psiquiátrico que sem preparação jurídica/social, mas que vestidos de Beca, impunemente, trucidam os direitos juridicamente protegidos dos cidadãos e das crianças, destruindo irremediavelmente o Direito à personalidade e ao seu desenvolvimento.
Entendem-se acima de todas as Leis e agem como se eles fossem a própria Lei.
O Conselho Superior de Magistratura investido na obrigação de regular, investigar e punir as actividades ilícitas dos agentes judiciais mais não é que uma organização corporativista profissional que os defende em detrimento dos Direitos dos cidadãos.
Na presença de denuncias, determinam o arquivamento da maioria. Nalguns casos, raros ou muito graves, “punem” com reformas compulsivas beneficiando os prevaricadores com aposentações chorudas como que se encontrassem  no exercício da actividade.   
Portugal não é um Estado de Direito, mas antes um Estado de mulheres e vinho verde, como afirmou o Jerden Dijsselblo Presidente do Eurogrupo, ao que se deve acrescentar o “comes e bebes”, as feiras, o futebol, as telenovelas, os incêndios, os incendiários, os pedófilos, os criminosos libertados pelos tribunais, os corruptos que proliferam nos organismos estatais, um Presidente beijoqueiro e selfista  militante.
A noção da proximidade da morte é libertadora porque permite a liberdade de exprimir publicamente opiniões e denuncias sem medos ou receios de perseguições judiciais PIDESCA, ou do tipo da KGB.
Agora, venha de lá uma qualquer Judite ou uma Reguengos que não de Monsaraz  mover-me uma acção judicial.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

O HINO NACIONAL PORTUGUÊS

O HINO NACIONAL PORTUGUÊS
Uma das estrofes do Hino Nacional Português clama.
Ás armas, ás armas!
Que armas?
As que foram roubadas dos paióis de Tancos?
Outra estrofe incentiva.
Contra os canhões marchar, marchar!
Sem armas contra canhões?
A peito descoberto?
É de loucos e um incentivo ao suicídio colectivo.

Na minha qualidade de ex. militar da Força Aérea, em Tancos e no tempo em que as Forças Armadas tinham Honra e Dignidade, entendo que o Hino Nacional Português deveria sofre alterações nas suas estrofes mais guerreiras, ou então ser substituído pelo poema do Salvador Sobral. 

domingo, 16 de julho de 2017

PEDROGÃO GRANDE - O INCÊNDIO E OS NECRÓFAGOS

Os necrófagos continuam a pairar sobre os cadáveres e os escombros de Pedrógão Grande.
Sem qualquer respeito ou sentimento pelos mortos e pelos seus familiares, os necrófagos, discutem na Assembleia da República, nos comícios políticos, nas reuniões partidárias, na comunicação social, que sem qualquer pudor lhes dá cobertura mediática, cada bicada centímetro a centímetro num saciar imparável da sua fome política e luta pelo poder.
Dizem eles que a COMISSÃO INDEPENDENTE SÓ TERÁ CONCLUSÕES APÓS AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS (Jornal de Notícias 16 de Julho de 2017 - pág. 08).
Entretanto o Povo esquece, os responsáveis não serão punidos judicialmente nem através dos votos, e eles tal qual ferozes abutres continuarão a alimentar-se dos cadáveres.
O que não se entendem é porque razão o sistema Judicial da União Europeia, ou até o senhor Engº Guterres ora Distinto Presidente da ONU, não põem termo a esta miséria violadora de todos os Direitos consagrados na Carta Universal dos Direitos Humanos.
Simplesmente uma vergonha.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

CAPA DO LIVRO

Lançamento em 06.07. às 21,30 - Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos. Porto - Portugal
O autor convida e agradece a presença dos seus leitores deste blog.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

INCÊNDIOS EM PORTUGAL

Todas as sextas percorro o IC 8 entre o nó da A13 até à A 23.
Todos os sábados faço  o mesmo percurso no sentido inverso.
No passado sábado, por volta das 18,30h, à semelhança de uma dezena de utilizadores da mesma estrada que seguiam à minha frente, não fui mais uma vitima de Pedrógão Grande, porque a Guarda Nacional Republicana tinha procedido ao corte da via.
Agradeço reconhecida e publicamente aos elementos da Guarda Republica o facto de me terem salvo a vida.
Estou de luto pela morte trágica dos meus concidadãos.
As lágrimas percorrem-me a face, ao mesmo tempo que sentimentos de raiva e a revolta tomam conta de todos os meus sentimentos.
Não acredito na teoria esfarrapada da trovoada seca.
Mesmo que houvesse trovoada não é sinonimo de raios.
Em Mação, que fica a cerca de 70 Kms de Pedrógão Grande, havia trovoada, raios e chovia copiosamente.
Depois de ter passado por Proença, e Sertã, já não chovia nem havia trovoada ou relâmpagos, no entanto a estrada estava molhada.
Desde há cerca de 5 anos que aquela zona é fustigada por incêndios.
A flora autóctone tem vindo a ser substituída por eucaliptos que alimentam os madeireiros e as celuloses, mas disso ainda não ouvia alguém denunciar.
Odeio os hipócrates que como abutres sobrevivem das carcaças dos cadáveres.
Em 1987, há 30 anos, escrevi sobre os incêndios, artigo que foi publicado no Jornal de Notícias que pela sua actualidade não resisto a divulgar.
Ora leiam.
Estes políticos dão-me nojo.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A MULHER QUE QUER MAIS MULHERES NO PODER SEJA ONDE FOR

O Noticias Magazine de 30 de Abril de 2017, sob o título em epigrafe, publicou uma entrevista dada por uma assumida feminista.
Como não poderia deixar de ser confesso-me como um acérrimo defensor do Direitos das mulheres e da igual de gênero, pese embora desconhecer o que é isso quererá dizer. No entanto, acima de todos os Direitos estão os Direitos Humanos onde se inclui o Direito à vida. 
Ser feminista, machista, sexista, capitalista, fascista, comunista, socialista, populista, entre outros istas, não implica que um dirigente político ao serviço do Estado, destrua a relação entre os médicos e os doentes, que recuse pagar o vencimento aos internos gerais, que se envolva em negócios informáticos obscuros ou que propague doenças infecto contagiosas, como a SIDA.
Como sabemos, a hemofilia é uma doença hematológica ligada ao cromossoma X, caracterizada por deficiência de factores de coagulação VIII e IX.
O sexo feminino caracteriza-se por ter dois cromossomas X (XX), enquanto o masculino tem um X e um Y (XY).
No caso das hemofilias o sexo masculino é doente porque só tem um X, enquanto o sexo feminino é portador da doença por ter dois X (XX).
Importar sangue ao preço da chuva, mas contaminado com o vírus da SIDA e transfundi-lo em doentes do sexo masculino é, no meu modesto entender, não um feminismo, mas um sexismo levado aos extremos, que visa exterminar o sexo oposto, o que constitui crime de homicídio e propagação de doença infecto contagiosa.
A tal senhora, não gosto da palavra mulher, foi indiciada pela prática de homicídio por negligência com dolo eventual, mas o processo prescreveu. SURREALISMO PURO.
Infelizmente não me é dado conhecer que os processos por negligência em que os médicos estão ou estiveram envolvidos tenham alguma vez prescrito. PORQUE SERÁ?
A mesma senhora envolveu-se em negócios informáticos para o Ministério da Saúde, com um celebre Secretário de Estado do seu gabinete que, em 1994, foi condenado a 7 anos de prisão, mas, pasme-se, a sentença foi considerada inconstitucional em 1999.
Em 2003 teve lugar novo julgamento, mas como é normal na Justiça Portuguesa, só para alguns, o processo prescreveu em 2004.
Em 2014, o tal ex. senhor Secretário de Estado da Saúde, homem de grande mérito, foi nomeado consultor de sistemas da Fundação Champalimaud. COINCIDÊNCIAS.
Desconhecesse o paradeiro do senhor ZéZé Beleza que tanto quanto se sabe é distinto irmão da distinta senhora, também ele envolvido nos negócios informáticos do ex. senhor Secretario de Estado da Saúde. Será que também foi distinguido com um “tacho” na Fundação Champalimaud?

Uma vez que os políticos perderam a vergonha, os senhores jornalistas tem a obrigação publica e moral de serem mais comedidos na promoção de imagens de indivíduos que são um mau exemplo social e uma vergonha Nacional.